Unimed Paulistana descredencia HOSPITAL e prejudica tratamento de CÂNCER de seus usuários

julho 7th, 2011

AUSSESP ALERTA – Embora o texto seja longo, seria bom ler este caso ocorrido com a família  da Sra. SIMONE CANTATORI.  Entender ao que estamos sujeitos e como o desespero é grande quando acontece dentro de nossa casa e não do vizinho .

 JUNTE-SE, UNA-SE a esta LUTA se associando a AUSSESP e deixe conosco seus problemas. Nossa missão é não permitir que coisas como essas aconteçam.

“Segue abaixo o email enviado aos meus amigos e algumas emissoras assim que soube o que a Unimed Paulistana fez:
EU PEÇO A GENTILEZA PARA QUE LEIAM ESTA MENSAGEM DE REVOLTA E INDIGNAÇÃO!!!

Como muitos dos meus amigos sabem, fomos surpreendidos há um ano atrás pela notícia que meu marido estava com Câncer no Pâncreas. Depois de uma novela onde 4 médicos diagnosticaram gastrite, passamos por dois hospitais. No Nipo onde foi diagnosticado um problema no Pâncreas, opa já foi um começo, mas o aparelho de tomografia estava quebrado, e no Santa Helena (administrado pela Unimed Paulistana) onde foi diagnosticado um cisto, e dito umas três vezes pelo médico que não precisávamos ficar preocupados porque não era câncer, era somente um cisto, mas que precisava ser internado para realizar a extração do cisto.

Meu marido tinha dores dia e noite e NINGUÉM descobria o que era.

Bem, no Santa Helena não tinha vaga mas nos mandaram de ambulância para o Hospital Bandeirantes; tudo isso, em uma noite e um dia direto, saindo de um e entrando em outro. Internaram, medicaram para parar a dor, regularizaram e fizeram um controle da Lipase e da Amilase, suspeitando então também de uma pancreatite e no dia seguinte deram alta. Estava ótimo, sem dor. NADA foi receitado ou dito, somente deram alta. Graças a Deus tenho uma prima abençoada por Deus que é enfermeira no Einstein e que nos orientou que ele não poderia comer gordura nenhuma e que era estranho ter dado alta sem medicação alguma. Liguei para o Dr. que o atendia, médico especializado em cirurgia bariátrica, que disse que deu alta porque ele não teve mais dor e que o problema de Lipase e Amilase havia sido regularizado. Perguntei sobre a dor e ele disse que no hospital não havia dor. Óbvio, estava medicado então não tinha dor, mesmo assim, muito seco e até meio grosso disse para levá – lo novamente ao hospital. Creio que ele sabia o que era e quis se livrar do problema. A alta foi no período da manhã, a noite eu estava novamente no hospital para passar com o médico do plantão, que tentou passar um pano quente na atitude de seu colega de profissão. Pedi que repetisse o exame e então assim foi feito. Para surpresa da médica plantonista o problema voltou, ou melhor, continuava lá. Ficou aproximadamente uns 15 ou 20 dias internado, não tenho certeza, mas não havia um filho de Deus para dizer o que ele tinha.

Quando eu ía de manhã o médico já havia passado, a noite também, eu nesses dias todos só consegui falar com ele via telefone 2 ou 3 vezes e em uma dessas ligações me disse que estava aguardando a liberação da UNIMED PAULISTANA para realizar uma Ecoendoscopia. O Dr. me orientou para que eu ligasse no convênio para acelerar, dei uns “pitis” por lá e nada.

Pedi a um casal de amigos médicos que fossem até o hospital para saber o que realmente estava acontecendo, pois não queriam me mostrar os exames, só mostraram porque eles apresentaram o CRM porque senão não mostrariam.

Na hora perceberam a gravidade do caso e entraram em contato com o colega médico que abriu o jogo sobre o Câncer, que até então para mim era um simples cisto.

A Unimed autorizou o exame e logo descobrimos o que era, porque a minha prima conseguiu assistir a realização da Eco e o médico mostrou o problema para ela.

Enfim, esse médico Dr. Jefferson, amigo nosso, nos orientou para que fôssemos para o AC Camargo e já havia agendado com um ótimo médico, pois lá teríamos toda a estrutura que ele precisava, pois o Câncer de Pâncreas é um dos cânceres que mais mata, e o caso era grave e deveria ser solucionado rapidamente.

Nosso médico anjo foi o Dr. Felipe José Fernandez Coimbra, entre outros anjos que tivemos nessa nossa caminhada, e que em Setembro de 2010 realizou a cirurgia no meu marido.
Tudo e todos daquele hospital foram fabulosos.

Hoje 06/07/2011 fui agendar retorno com o Dr. Felipe, Dr. Celso e alguns exames solicitados pelos mesmos e recebi a péssima notícia que a UNIMED PAULISTANA havia descredenciado alguns planos inferiores e deixado apenas alguns superiores ao nosso plano, credenciados.

Passei muito mal quando ouvi isso, parecia que tinham me dado a notícia da doença novamente, foi outro grande susto…aliás meu coração não sei até quando vai aguentar…

Liguei no convênio e jogaram a bola para o hospital e disseram que não podem fazer nada. Liguei na Qualicorp que é a administradora que tem o acordo com o CREA e disseram que apenas administram o financeiro, que credenciamento seria mesmo com a UNIMED PAULISTANA, e que ela era a responsável pelo descredenciamento. Solicitei o valor para trocar o plano para o superior ao meu e me informaram que NÃO POSSO.

PARA TUDO ISSO QUE PASSAMOS, AINDA TEMOS QUE PASSAR POR MAIS ESSA INFELIZ VERDADE… CONVÊNIO ESTÁ PIOR QUE O SUS, ESTOU INDIGNADA, REVOLTADA, COM VONTADE DE CHORAR, GRITAR…

EU PAGO TODO MÊS ESSE CONVÊNIO E NEM UM PEDACINHO DE PAPEL, NEM UM E -MAIL, NENHUMA SATISFAÇÃO DA UNIMED PAULISTANA, INFORMANDO ESSA CATÁSTROFE, PORQUE É ASSIM QUE ESTOU VENDO, UMA CATÁSTROFE.

FOI BOM, FOI ÓTIMO, FIZEMOS CIRURGIA, FIZEMOS EXAMES, TUDO, TUDO, MAS A UNIMED NÃO ME DEU DE PRESENTE, EU PAGUEI POR TODO O BOM SERVIÇO QUE TIVE ATÉ ENTÃO, E QUERO CONTINUAR TENDO.

QUERO CONTINUAR O TRATAMENTO DELE NO AC CAMARGO, COM OS MÉDICOS QUE ESTÃO SABENDO COMO TRATÁ -LO, COM TUDO DO JEITO QUE ESTAVA, EU PAGO POR ISSO E QUERO CONTINUAR O TRATAMENTO NO AC CAMARGO, ONDE INICIAMOS E ELE AINDA TEM DORES DIRETO, NÃO POSSO INTERROMPER ASSIM.

A UNIMED NÃO TEM O DIREITO DE INTERROMPER O TRATAMENTO. OFERECERAM OUTRO HOSPITAL COMO SE OFERECE UM BISCOITO PARA UMA CRIANÇA.

ESSAS PESSOAS DEVERIAM FECHAR OS OLHOS E SE COLOCAR NO NOSSO LUGAR UM MINUTO E IMAGINAR SE FOSSE COM A PESSOA QUE ELES MAIS AMAM NO MUNDO E AÍ SIM ELES ENTENDERIAM O MEU MEDO, O MEU PAVOR E DESESPERO.

DESCULPEM AMIGOS, É UM DESABAFO DESCONTROLADO, MAS ESTOU LOUCA DE NERVOSA.

SIMONE CONTATORI

Obs.: Acho que não preciso dizer mais nada, né?

fonte : site reclameaqui.com.br

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VEJA E CONFIRA EM QUE LUGAR SEU PLANO DE SAÚDE SE ENCONTRA NO RANKING DE RECLAMAÇÕES DE 2.010

janeiro 31st, 2011

 

O Índice de Reclamações do setor de Saúde Suplementar é calculado considerando o total de reclamações e de beneficiários de todas as operadoras registradas na ANS no mês.
Com o objetivo de ajudar os consumidores a avaliar a atuação das operadoras de planos privados de saúde, a ANS publica mensalmente o Índice de Reclamações. Esse Índice permite comparar a atuação das diversas operadoras, facilitando a decisão sobre a compra de um plano de saúde ou a permanência em uma determinada operadora.
Para o cálculo do Índice de Reclamações por Operadora é utilizado o total de reclamações e de beneficiários dessa operadora no mês. (fonte ANS)

Embora este raking ainda não retrate de forma simples seu objetivo primário e tão pouco a  realidade  das operadoras que se destacam nas primeiras 20 posições. Ao menos se é possível perceber que os consumidores de planos de saúde  locados nas cidades mais desenvolvidas estão usando o que podem para demonstrarem suas insastifações e descontentamentos. Os números ainda são tímidos no que se referem a quantidade de reclamações, visto estarmos em um universo de mais de 42 milhões de usuários, porém muito timidamente estão crescentes se comparados aos anos anteriores.

Se tiver problemas ao usar os serviços de seu plano de saúde, nunca deixe de registrar sua reclamação junto a ANS o telefone é 0800 701 9656 e depois poste em nosso site, só assim poderemos realmente gerar estatisticas reais.

 

Clique aqui e acesse sua operadora : 



Para encontrar seu plano de saúde mais rápido, você precisa saber se sua operadora é de porte:

Pequeno ( até 10.000 usuários) / Médio (até 99.00 usuários) ou Grande ( acima de 100.000 usuários). Abrirá uma planilha Excel e tres planilhas no radapé, (GRANDE,MÉDIA E PEQUENO), abra e procure pela razão social de sua operadora.

Atenciosamente


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QUEM DEVE SE VACINAR CONTRA FEBRE AMARELA

janeiro 20th, 2011

A Secretaria de Estado da Saúde faz um alerta para que os paulistas tomem a vacina contra a febre amarela. Todas as pessoas que forem viajar para áreas consideradas de risco no interior paulista ou em outros estados brasileiros devem tomar uma dose da vacina. Além dessas pessoas, as pessoas que moram nessas áreas também devem ser vacinadas. 

A indicação é válida para os residentes e para quem viajará especialmente para as áreas ribeirinhas e de mata nas regiões de Presidente Prudente, Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bauru, Marília, Assis, Botucatu e parte da região de Sorocaba. Para os viajantes a recomendação é que a dose seja tomada com pelo menos 10 dias de antecedência.

Para quem pretende viajar aos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais e parte estados da, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio do Grande do Sul a vacinação contra a febre amarela também é indicada.

O mapa com a área das regiões e municípios com indicação de vacinação pode ser acessado no site do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (CVE), por intermédio do link .                                                                                                  ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/ZOO/fa250210_recomendacao.pdf

A imunização é indicada para qualquer pessoa a partir dos nove meses de idade que vá ou mora em alguma dessas regiões. Quem se vacinou há menos de 10 anos não precisa repetir a dose. 

“A vacinação é a única medida eficaz para evitar a infecção, e está disponível gratuitamente nos postos de saúde. É muito importante que as pessoas que vão as regiões de risco e os moradores desses locais ainda não imunizados receba uma dose da vacina”, afirma Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria. 

A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de “borra de café” e diminuição da urina. 

A relação de postos de vacinação contra a febre amarela está disponível  no site                                      :      http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm                  

 Fonte/Autoria: Assessoria de Imprensa secretária de saúde São Paulo- 07/01/11


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Aumenta em 18% o número de transplantes de órgãos no Estado de São Paulo

janeiro 20th, 2011

A Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo bateu recorde histórico de transplantes de órgãos em 2010. É o que aponta balanço consolidado da Central de Transplantes da pasta.

Foram realizados durante o ano passado 2.328 transplantes, 353 a mais que em 2009. A diferença representa 18% de aumento.

Em uma década o número de cirurgias do tipo, praticamente triplicou no Estado. Em 2000 foram registrados 887 transplantes em hospitais paulistas.

Do total de transplantes realizados pelos hospitais paulistas no ano passado, 1.439 foram de rim, 656 de fígado, 99 de pâncreas, 77 de coração e 57 de pulmão. Os dados se referem apenas a transplantes de órgãos de doadores falecidos.

Os dados da Central de Transplantes demonstram também que, embora as notificações de potenciais doadores de órgãos tenham aumentado 6,7% de um ano para outro, o número de doadores viáveis (que tiveram pelo menos um órgão aproveitado para transplante) cresceu 23,5% no período, passando de 705 em 2009 para 871 no ano passado.

A região da Grande São Paulo respondeu por 64% das notificações de potenciais doadores no Estado. Pelo interior e litoral, as regiões com mais notificações foram Campinas e Sorocaba, respectivamente com 8% e 4,7%.

“A solidariedade dos paulistas aliada ao trabalho das equipes de captação para identificar e notificar potenciais doadores são os fatores-chave dos sucessivos recordes em transplantes no Estado”, afirma Luiz Augusto Pereira, coordenador da Central de Transplantes.

Fonte: Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo

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Veja em vídeo o posicionamento da AUSSESP sobre a Lei estadual que vendeu 25% dos leitos do SUS para os planos de saúde.

janeiro 12th, 2011

Veja o vídeo abaixo da entrevista concedida pelo presidente da AUSSESP em 07 de janeiro a TVT – TV dos trabalhadores (CUT).

http://www.tvt.org.br/portal/watch.php?id=3459&category=168

Comentários de Flavio de Ávila da AUSSESP – 07/01/2011

Comentários do dieretor presidente da AUSSESP sobre o uso de convênios à leitos públicos

Comentários
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Denúncia – Usuário TRANSPLANTADO do Plano da Omint é enganado por corretor/vendedor na hora de mudar seu convênio para MEDIAL/AMIL SAÚDE.

janeiro 12th, 2011

imagescao8p8svNome: CRISTIAN ALEX JERUSEVICIUS
Telefone: 11 25346779

Email:

Assunto: Contato – denuncia a medial saude

Mensagem

NO MES DE OUTUBRO DE 2010 CONTATEI A EMPRESA AMIL PARA FAZER UM PLANO DE SAUDE . FUI ENCAMINHADO PARA UMA CORRETORA ONDE ENTAO FIZ A PROPOSTA ATRAVES DE PLANO EMPRESA POIS O CORRETOR DISSE QUE FICARIA MAIS BARATO E REDUZIRIAM AS CARENCIAS. PERGUNTEI SE NAO TINHA PROBLEMA POIS TINHA DOENÇA PRE – EXISTENTE. DISSE QUE JA HAVIA CONVERSADO COM O SUPERVISOR DA AMIL E NAO TINHA NENHUM PROBLEMA. NO DIA 30/10/2010 ASSINEI O CONTRATO DE NUMERO 3631681/9 E FIZ O PAGAMENTO AO CORRETOR , POREM DIAS APOS FUI INFORMADO PELO CORRETOR QUE A AMIL TINHA DECLINADO A MINHA PROPOSTA PELA DOENÇA PRE , POREM NAO IAM COLOCAR ESTE PROBLEMA. PEDIU ENTAO PARA QUE EU SOLICITASSE O CANCELAMENTO DE MINHA PROPOSTA PARA QUE DEVOLVESSE O QUE EU JA HAVIA PAGO E PROCEDESSE JUNTO A AMIL , ALEM DE TER RETIRADO A MINHA VIA DE CONTRATO, POIS DISSE QUE SO DEVOLVERIA O DINHEIRO MEDIANTE ESTE PROCEDIMENTO . EMBORA CONTRA MINHA VONTADE ASSINEI O PEDIDO DE CANCELAMENTO FEITO PELA [ EDITADO] ( SAO PAULO) . TEL: (11) [EDITADO]GERENTE COMERCIAL SERGIO E DEVOLVI MINHA VIA DO CONTRATO. APOS ISSO FIZ UM PLANO INDIVIDUAL PELA MEDIAL ( GRUPO AMIL), CONTRATO 10277402 ATRAVES DA CORRETORA [EDITADO] ( SANTO ANDRE) TEL: (11) 44538[EDITADO] ASSINADO NO DIA 09/12/2010. INFORMEI MINHA PRE EXISTENCIA E TODOS OS PROBLEMAS ATRAVES DE RELATORIO MEDICO. POREM ATE A DATA DE HOJE (02/01/2011) NAO FUI CADASTRADO E NAO TEM NENHUMA INFORMAÇAO NA MEDIAL. PEÇO EXTREMA ATENÇAO POIS TINHA OUTRO PLANO ANTERIORMENTE ( OMINT) NAO TINHA MAIS CONDIÇOES DE PAGAR E POR ISSO FIZ ESTA MUDANÇA , POIS SOU TRANSPLANTADO E EMBORA TENHA UM ESTADO BOM DE SAUDE
CRISTIAN ALEX JERUSEVICIUS
Enviado em:04/Jan/2011

aussesp10-logoRESPONDE: Infelizmente embora você tenha sido enganado e muito prejudicado, se não tiver como provar suas denúncias atavés das documentações que foram geradas nestes processoas que envolveu seu caso transferência de operadora, nem um processo judicial poderá mover contra estes supostos  feitores. Caso precise de maiores informações entre em contato por telefone conosco, temos assessoramento jurídico para auxiliar e te orientar. Salientamos que neste caso os corretores/ vendedores que foram enviados para  representar a operadora  segundo seu relato não possuem vínculo de trabalho, são terceirizados de empresas que são representantes desta operadora, o que não tira responsabilidade da Medial/Amil caso possa haver haver comprovação de todos os fatos.

Atenciosamente,

WEBSITE- AUSSESP



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Dúvidas – SUL AMÉRICA SAÚDE OU MEDIAL/AMIL PARA ONDE DEVO IR?

janeiro 12th, 2011

Eu e meu maridos temos o Seguro Saude Sulamarica especial 445, e a Universidade Federal de São Paulo, onde trabalhamos, esta propondo um plano coletivo na Amil/ Medial saude bem mais barato. Nossa categoria na Amil/Medial seria premium 840A.

Parece haver uma equivalencia entre o seguro da Sulamerica e o plano de saude da Amil/Medial, mas a diferença de preço é imensa para mim e meu marido que temos 60 anos?

Estamos preocupados e indecisos e não sabemos se devemos mudar? Gastariamos da opinião de voces.

atenciosamante

Maria da Graça Naffah Mazzacoratti

Nome:Maria da Graça Naffah Mazzacoratti
Telefone:011 55614443
Email:
Maria da Graça
Enviado em:06/Jan/2011


aussesp10-logoRESPONDE     – Estamos enviando sua resposta em seu e-mail por se tratar deste tipo de assunto. Mensagem enviada, qualquer dúvida entre em contato.

Atenciosamente,

WEBSITE

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Dúvidas sobre aumento praticado pela Intermédica de Jundiaí SP

janeiro 12th, 2011

Bom dia!

Meus pais (ambos com 62 anos) possuem plano médico (HPS – Intermédica Sistema de Saúde) através de uma cooperativa daqui de Jundiaí (Coopercica) desde 1996, no ano passado foi reajustado o valor do plano em 20%. Gostaria de um esclarecimento se esse ajuste é considerado abusivo já que o valor do aumento fixado pela ANS em 2010 foi de 6,73%.

Se esse aumento foi mesmo considerado abusivo, seria possível ajuizar alguma ação judicial?

Agradeço a atenção!

Amanda

Nome:Amanda Pagani
Telefone:(11) 8168-8484
Email:
Amanda
Enviado em:07/Jan/2011

aussesp10-logoAUSSESP RESPONDE: O plano de seus pais são coletivo por adesão, desta forma os aumentosnão são regulados pela Agência nacional de Saúde ( ANS). Somente os Individuais e Familiares. Sugerimos que migre seus pais para a modalidade Familiar. O indíce de 6,73 % são destinados a modalidade que propomos que mudem.


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Há mais de dois meses aguardo autorização para procedimento de angioplastia de veia subclavia para meu marido.

janeiro 12th, 2011

Nome: Sônia Aparecida Serni de Oliveira
Telefone: 4488-2333

Email:

Assunto: Contato – Há mais de dois meses aguardo autorização para procedimento de angioplastia de veia subclavia para meu marido.

Mensagem

Não posso mais esperar a vontade da UNIMED PAULISTANA liberar esse procedimento para meu marido.Ele faz hemodiálise,tem a fístula no braço esquerdo e justamente nele é que está o problema.O braço está muito inchado,por estenose na artéria .Foi feito angiografia e constatado o problema.Desde o dia 08 de dezembro aguardo que a UNIMED PAULISTANA autorize o procedimento.Já liguei várias vezes e eles me informam que estão
aguardando liberação do material que vai ser usado.Já entrei em contato com minha advogada e ela irá entrar com uma liminar no forum.Não posso esperar mais.
Sônia Aparecida Serni de Oliveira
Enviado em:10/Jan/2011

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MÉDICOS ESTÃO PROIBIDOS DE COBRAREM RETORNO DA CONSULTA DE CONSULTA MÉDICA DE SEUS PACIENTES

janeiro 12th, 2011

consulta-medicaimagesca4kggzgApartir de 10 de janeiro deste ano o Conselho Federal de medicina (CRM) editou norma que proíbe os médicos a cobrarem de seus pacientes o retorno da consulta primária. Isto é, quando o paciente vai ao médico em busca de um diagnóstico de uma dor ou qualquer outro problema, o médico realiza uma entrevista conhecida como ANAMINESE, receita remédios ou solicita exames complementares investigativos da causa do problema. Após um determinado período se faz necessário retornar ao consultório para uma reavaliação dos efeitos da medicação prescrita ou para o médico checar os exames solicitados. Nestes dois casos, a cobrança mesmo que ultrapasse a 30 dias não poderá ser mais cobrada, porém existem situações que deverão ser novamente cobradas caso haja uma nova consulta.

Esta medida é fvorável a todos os usuários de planos de saúde que muitas das vezes acabavam tendo que esperar sem necessidade a virada do mês ou por mais de trinta dias para poderem conseguir um diagnótico preciso de seus problemas, isto pela simples razão dos Planos de Saúde muitas vezes se negarem pagar dentro deste peródos pelos  honorários médicos e também por razão de alguns poucos médicos terem a prática de cobrarem duas vezes pela mesma consulta.

Superficialmente esta prática parece não afetar os Usuários de Planos de Saúde, uma vez que se  limita a classe médica, mas tem efeito direto em nosso setor uma vez que todos os custos ocorridos no final de cada doze meses pelas operadoras são repassados em nossas mensalidades.

Outro aspecto muito relevante são os planos que possuem participação nos valores das consultas que de alguma forma acaba por produzir uma pequena economia no final do mês.

Veja abaixo o pronunciamento do segundo vice-presidente do Conselho Federal de Medicina.

Para o 2º vice-presidente do CFM e coordenador da Comissão de Saúde Suplementar (Comsu) da instituição, Aloísio Tibiriçá Miranda, o Conselho Federal de Medicina deixa claro com a resolução, principalmente para as operadoras de planos de saúde, que constitui infração ética interferir na autonomia do médico para especificar prazos de retorno. “A norma prevê situações que podem implicar necessidade de complementação de consulta, por exemplo a análise de exames – e isso não será remunerado. O que não pode haver é negativa de pagamento de honorário em consultas referentes a novos eventos”, explica Miranda.

WEBSITE – AUSSESP

 

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HOJE NA TVT, AUSSESP SE POSICIONA SOBRE A VENDA DOS 25% DOS LEITOS QUE PERTENCEM A SUS PARA OS PLANOS DE SAÚDE

janeiro 6th, 2011

aussesp10-feliz-ano

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Coma Direito e Boa Noite

janeiro 3rd, 2011

imagescax5xpcaSe você quer ir para a cama com a certeza de que só vai acordar no dia seguinte — e com a maior disposição —, não entre na onda de abolir os carboidratos ao anoitecer. A recomendação vem do II Congresso Brasileiro de Nutrição Integrada, conhecido como Ganepão, que aconteceu recentemente na capital paulista. Em sua palestra, o nutricionista Marcelo Ferro, de São Paulo, garantiu: “Alimentos ricos em carboidratos contribuem para a produção de serotonina, que afasta a ansiedade e combate a insônia, e da melatonina, outro hormônio que favorece um sono tranqüilo”.

Massas ou batata, portanto, vão muito bem na última grande refeição. E não representam perigo para a silhueta, ao contrário do que muita gente pensa. Aliás, essa história de que pratos do gênero depois das 6 da tarde têm relação com o aumento de peso não passa de mito. E a razão é muito simples. “Cada grama de carboidrato sempre fornecerá 4 calorias, nem mais nem menos, não importa a hora em que é ingerido”, explica a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade, a Abeso. “Para emagrecer é preciso controlar a ingestão calórica”, ensina ela, que é jurada da segunda edição do Prêmio SAÚDE!.

Evitar exageros também tem a ver com a qualidade do sono. É que a comilança noturna — seja qual for o nutriente que prevaleça no seu prato — definitivamente não deixa ninguém dormir direito. À noite nosso metabolismo se desacelera e o corpo como um todo — os batimentos cardíacos, o ritmo da respiração e o processo digestivo — passa a funcionar mais lentamente. Daí que os excessos à mesa fatalmente vão resultar em um tremendo desconforto abdominal, capaz de tirar o sono de qualquer um.

Então, se bateu aquela vontade de comer macarronada, ceda à tentação, mas com parcimônia. “E, muito importante, jante cerca de três ou quatro horas antes de ir para a cama”, recomenda o neurologista Flávio Aloe, do Laboratório do Sono do Hospital das Clínicas de São Paulo.
O bife suculento é irresistível para os fãs de carne vermelha. É o seu caso? Deixe para se deliciar com ele no almoço. Caso contrário, o risco de ter um sono interrompido ou até mesmo passar a noite em claro é grande.

O aviso é do nutricionista Marcelo Ferro, que, aliás, é taxativo: “Esse item deveria sumir do cardápio noturno”, defende. A culpa recai sobre sua combinação de aminoácidos. Esses pequenos pedaços de proteína que compõem o alimento ativam o sistema nervoso simpático, responsável, entre outras funções, por deixar seu corpo em estado de alerta, favorecendo, assim, maior descarga de adrenalina. Daí a temperatura do corpo e a pressão arterial tendem a subir.

Em péssima hora. Antes de fechar os olhos, quanto mais relaxado você estiver, melhor. Para perturbar ainda mais o sono, os tais aminoácidos do filé competem com uma outra partícula fundamental para quem quer dormir de um jeito gostoso: o triptofano. “É como se ele perdesse a força”, explica Ferro.

A professora Lia Rita Bittencourt, especialista em sono da Universidade Federal de São Paulo, explica que o triptofano é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor que, como já foi dito, está fortemente associado ao relaxamento profundo. Aliás, é graças a essa substância que o leite costuma ser citado como um alimento que combate a insônia, embora muitos desdenhem desse poder, pois a concentração não é lá grande coisa. Se você nota que um copo antes de ir para a cama lhe faz bem, vá em frente. No mínimo, seus ossos saem ganhando.

Por-Regina Célia Pereira
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ANS abre Consulta Pública 35 – Adaptação de Contratos

janeiro 3rd, 2011


imagesca9sck5cEXPOSIÇÃO DE MOTIVOS PARA A PUBLICAÇÃO DA RESOLUÇÃO NORMATIVA SOBRE A ADAPTAÇÃO DE CONTRATOS

A Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998, assegura aos consumidores com contratos de  planos de saúde celebrados antes de 02 de janeiro de 1999 – denominados planos não regulamentados – a possibilidade de optar pela adaptação ao sistema previsto nessa lei.

O legislador ordinário delegou expressamente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a atribuição de disciplinar a adaptação dos planos não regulamentados às garantias estabelecidas pela Lei dos Planos de Saúde.

Esta minuta de Resolução Normativa prevê tanto a adaptação por meio de aditivo contratual quanto a migração para outro plano de saúde dentro da mesma operadora. Dispõe também sobre regras específicas para contratos coletivos cuja finalidade é trazer para o universo de beneficiários desses planos as garantias previstas nos normativos vigentes.

Vantagens da adaptação e da migração de contratos de plano de saúde As principais vantagens comuns à adaptação e à migração são:

 

Acesso ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e às suas atualizações

- o beneficiário de plano não regulamentado que antes precisava pleitear no Judiciário as coberturas previstas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde passa a ter direito a essas coberturas;


vedação de nova contagem dos períodos de carência na mesma segmentação – a adaptação ou migração para o novo plano impede a operadora de planos de saúde de exigir que o consumidor cumpra carência, desde que o novo plano seja na mesma segmentação;

limitação do reajuste anual por variação de custo para os planos individuais ao percentual divulgado e autorizado pela ANS;

maior potencial de efetividade na fiscalização por parte da ANS.

Orientações para adaptação de contratos de plano de saúde

Para adaptar o plano, a operadora deve apresentar proposta ao beneficiário demonstrando o ajuste do valor da contraprestação pecuniária relativo à ampliação das coberturas. O limite desse ajuste é resultante de um estudo técnico da ANS que comparou as despesas 

per capta por operadora dos planos antigos com as despesas  per capta  da mesma operadora para os planos novos.

 A média de incremento no valor das despesas dos planos individuais por operadora foi de 20,59%. A adoção de um percentual único como teto visa tornar a adaptação de fácil execução, simples averiguação por parte do beneficiário e maior possibilidade de monitoramento dos valores aplicados pela ANS. Esta média é utilizada como limite também para os planos coletivos, tendo em vista que para estes há maior flexibilidade de negociação entre as partes.

A experiência da ANS nas diversas metodologias de cálculo para adaptação utilizadas durante o PIAC – Programa de Incentivo de Adaptação de Contratos, de difícil validação e execução, corroboram essa simplificação metodológica.


É importante compreender que o percentual de ajuste para adaptação contratual não deve ser confundido com o reajuste anual dos planos de saúde, sejam eles de contratação individual ou coletiva.

As faixas etárias do contrato adaptado deverão ser adequadas à legislação vigente, e os percentuais devem constar do aditivo contratual. A adequação da faixa etária não deve influenciar no cálculo do reajuste da contraprestação. O percentual de mudança de faixa etária previsto no aditivo incidirá apenas quando ocorrer a mudança de faixa etária do beneficiário.

Orientações para migração de contratos de plano de saúde Para migrar, a operadora apresentará ao beneficiário as condições gerais de contratação dos planos disponíveis para venda, a eventual perda de coberturas, a tabela de preços, a variação de faixa etária do novo contrato e eventuais carências no caso de ampliação da segmentação.

Diante do exposto, a ANS coloca em Consulta Pública a proposta da Resolução Normativa em anexo, que dispõe sobre a regulamentação da adaptação de contratos prevista no artigo 35 da Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998, e da migração, para que a sociedade civil envie suas contribuições, no período de 22/11/2010 a 05/01/2011.




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ANS ABRE CONSULTA PÚBLICA 36 20/12/2010. Esta consulta visa criar um processo que permita a avaliação dos serviços disponibilizados pelas operadoras

janeiro 3rd, 2011
imagesca9sck5cANS abre Consulta Pública nº 36
20/12/10


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inicia hoje a consulta pública nº 36 sobre Acreditação de Operadoras. A iniciativa tem por objetivo implementar um processo que permita a avaliação dos serviços disponibilizados pelas operadoras, com a utilização de indicadores de qualidade baseados em padrões internacionais.

Os interessados têm 30 dias para contribuir com sugestões e comentários para a Resolução Normativa que institui o programa de acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde (OPS). As contribuições devem ser encaminhadas por meio do endereço eletrônico www.ans.gov.br, para preenchimento de formulário eletrônico que está disponível na página da ANS em “Transparência”, no item “Consultas Públicas”.

Segundo o Diretor de Normas e Habilitação de Operadoras, Leandro Reis Tavares, a acreditação de operadoras representa uma ação estratégica, na medida em que é capaz de reduzir as imperfeições do mercado, permitindo que as empresas conheçam melhor o seu próprio negócio e os consumidores tenham nítida percepção das diferenças nos níveis de qualidade dos serviços ofertados. Leandro Tavares acrescentou que “tudo isso vai redundar em economia, evitando desperdícios e otimizando a aplicação dos recursos disponíveis.

AUSSESP – SE VOCÊ QUISER CONTRIBUIR COM SUA OPINIÃO SÓ TEM 30 DIAS DA DATA DE SUA PUBLICAÇÃO QUE OCORREU EM 20/12/2010.

 

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O QUE SEU PLANO DEVE COBRIR SE FOR REGULAMENTADO.

janeiro 3rd, 2011

Planos devem cobrir doenças reconhecidas pela OMS ( Organização Mundial da Saúde) constantes na CID 10 ( Classificação Internacional da Saúde). 

Apesar de ser da responsabilidade do Estado a garantia da saúde de seus cidadãos, é sabido que o sistema de saúde público é muito precário e deficitário na maioria das cidades brasileiras. Com o aumento do poder aquisitivo da população, houve uma grande procura por planos de saúde.

Porém, ao adquirir um plano de saúde, é preciso observar alguns pontos importantes, a começar se a adesão foi por meio de sindicato, instituições de classe, empresas, ou seja, por meio de contratos coletivos, ou, em caso de aquisição diretamente com a operadora pelo beneficiário, através de planos individuais. Sendo que, o plano coletivo exige um intermediador, que é a pessoa jurídica a qual a pessoa física está vinculada, enquanto o plano individual pode ser contratado por qualquer pessoa diretamente com a operadora.

Cabe ainda atentarmos ao fato que o plano de saúde individual está vinculado ao controle da Agência Nacional de Saúde Suplementar, cabendo a ela a imposição do índice máximo do reajuste de preço quer pelo aniversário do plano ou pela alteração de faixa etária. E no plano de saúde coletivo a ANS apenas atua como supervisora, e não como interventora. A atualização do índice de correção do plano coletivo decorre da sinistralidade.

O plano individual, desta forma, inicialmente apresenta mensalidades mais caras do que coletivo, entretanto, com índices de reajustes estabelecidos pela ANS. Já os planos coletivos têm valores mais baixos, mas seu índice de reajuste depende de negociação entre a operadora e a pessoa jurídica intermediadora.

Em relação às carências, no plano coletivo ela somente existirá se os aderentes forem inferiores a trinta beneficiários. Em caso superior a este número, a carência não precisará ser cumprida. Portanto, em caso de plano coletivo inferior a trinta pessoas e planos individuais, deverão ser observadas as carências de cada procedimento.

É importante frisar que em caso de ciência de uma doença antes da adesão ao plano de saúde, o beneficiário do plano de saúde deverá informá-la, sob pena de descredenciamento e não cobertura do procedimento não informado.

Todas as doenças reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde são de cobertura obrigatória do plano de saúde, sendo que a Agencia Nacional de Saúde Suplementar atualiza o rol de procedimentos que deverão ser cobertos pela operadora, sendo o último publicado em 12 de janeiro, a Resolução Normativa 211.

A cobertura procedimental pelo plano de saúde é obrigatória desde que conste a doença no rol da OMS, tenha sido cumprida a carência para aquele procedimento e o beneficiário tenha informado ao plano em caso de ciência anterior a adesão.

Fonte : Consultor Jurídico

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BRADESCO SAÚDE É CONDENADA NOVAMENTE POR NEGAR CIRURGIA INDEVIDAMENTE

janeiro 3rd, 2011

Bradesco Saúde é condenado a pagar indenização por negar indevidamente autorização de cirurgia

A Bradesco Saúde foi condenada a pagar o valor de R$ 10 mil, a título de danos morais, a um segurado por recusar indevidamente autorização para realização de uma cirurgia e negar o fornecimento dos materiais para a mesma. 

José Gomes da Silva relata que é portador de hérnia cervical e que, como contratante dos serviços do plano de saúde, procurou atendimento no Hospital das Clínicas de Niterói. Ele precisava ser submetido a uma cirurgia que dependia da utilização de uma prótese para seu sucesso, mas teve seu pedido negado pela empresa. 

O plano de saúde alega que negou a realização do procedimento e o fornecimento do material porque o Hospital das Clínicas de Niterói não possuía autorização para fazer a cirurgia. E ainda afirmou que o paciente tinha a opção de arcar com as despesas e depois obter ressarcimento pelo sistema de reembolso. 

A juíza Maria Cristina Barros Gutierrez Slabi, da 3ª Vara Cível da capital, julgou abusiva a cláusula de exclusão de fornecimento de materiais necessários para o procedimento cirúrgico e destacou que o plano poderia ter direcionado o pedido a um hospital que fosse autorizado a realizar a cirurgia, o que não foi feito. Diante dos fatos, a magistrada condenou a Bradesco Saúde a pagar a indenização. 

Nº do processo: 0229386-40.2010.8.19.0001

Fonte: TJRJ – Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – 30/12/2010

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DÚVIDA- PORTABILIDADE ESPECIAL PARA BENEFICIÁRIOS DA ULBRA

janeiro 3rd, 2011

Gostaria de saber se a Resolução Operacional 955, de 2 de dez 2010, que trata da portabilidade especial aos clientes da Ulbra mantém os mesmos valores pagaos antes, ou os valores serão reajustados nas novas operadoras?
E se o cliente pode optar por pagar o mesmo valor de antes e ter apenas a cobertura que tinha na Ulbra?
Um abraço
david

Nome:david kura minuzzo
Telefone:51 920[EDITADO]
Email: <davidminuzzo@hotmail.com>

AUSSESP RESPONDE – ENTRE EM CONTATO COM A ANS pelo telefone 0800 701 9656  e se informe diretamente  por se tratar de uma oportabilidade especial pode haver alguma diferenciação de regras.

Atenciosamente

WEBSITE

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RECLAMAÇÃO- MÉDICA NÃO QUIS DAR ATESTADO E PACIENTE FICOU INDIGNADA

janeiro 3rd, 2011

Eu fui ate pronto socorro do meu convênio que é Intermedica com um ferimento no braço perto da mão a medica disse que tinha que dar pontos porque estava muito profundo,peguei 3 pontos no corte,quando pedi um atestado ela se negou a dar informei a medica e trabalhava com telemarketing respondendo e-mail mais ela não quiz saber disse que não ia dar atestado porque eu podia digitar normalmente com aquele ferimento da mão minha irmã e meu cunhado até foram falar novamente com a medica pedindo o atestado porque realmente esta sem condições de trabalhar, ela disse que não iria dar, e por a gente insistir ela chamou o segurança do pronto socorro pedindo para nos expulsar o segurança gentilmente falou conosco e foi muito paciente, saimos de lá e fomos até o pronto socorro do sus e lá a medica disse que não podia trabalhar com aquele ferimento porque poderia inflamar e consegui o atestado de 6 dias, eu estou muito impressionada com a atitude dessa medica gostaria de saber o que faço estou me sentido injustiçada!

Nome:Mercela Borges
Telefone:11 4455[EDITADO]
Email: <marcelaborgeso26@hotmail.com>

AUSSESP RESPONDE – Não podemos fazer nada quanto ao seu caso Marcela, o médico é soberano sobre seu diagnóstico e ainda bem que é assim, mas se for algo tão sério e relevante procure um advogado e ele poderá te orientar sobre o que fazer neste caso.

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REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS UTILIZA ÍNDICES DA AUSSESP PARA ELOGIAR UNIMED’s, AFINAL ALGUÉM TEM QUE SER ELOGIADO TODO ANO.

dezembro 30th, 2010

AUSSESPFAZ A DIFERENÇA

A revista Época Negócios 100, uma edição anuária da revista Época Negócios, tem como de costume indicar as empresas que mais se destacaram durante o ano segundo seus criterios de avaliação. Mas não se iludam com a indicada no setor de planos de saúde de 2010, cabe somente explicar que cada Unimed é independente e com gestões diferentes umas das outras. Mesmo assim ficamos satisfeitos com o resultado desta edição de 2010, ao menos a Unimed que se destacou e conseguiu levar o trófeu para casa deve estar fazendo por merecer. E é óbvio que não se trata da Unimed Paulistana que vem se destancando há dois anos como uma das piores do Brasil, não só das Unimed’s, mas de todas as operadoras ativas atualmente.

Flávio Henrique de Avila Loro
 Presidente da AUSSESP

Veja a matéria de Júlio Caldeira, jornalista responsável pela materia.

Linguagem simples e marketing do “bem-estar” dão à Unimed o primeiro lugar do setor

“Não é tarefa fácil ser considerada uma das marcas de maior prestígio junto aos consumidores quando se atua em um setor que é líder em reclamações, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Segundo esse levantamento, as empresas de plano de saúde ficaram com 22% das queixas em 2009. Os problemas são recorrentes. “Falta de cobertura e reajustes abusivos para maiores de 60 anos estão entre os mais corriqueiros”, afirma o advogado Vinícius de Abreu, idealizador da ONG de assistência jurídica a usuários Saúde Legal. A Associação dos Usuários de Planos de Saúde do Estado de São Paulo (Aussesp) recebe 14 queixas por dia, e o índice de insatisfação dos usuários é de 35% – ou seja, de cada dez compradores de plano de saúde, entre três e quatro não estão felizes com o produto. “A grande maioria das empresas não se preocupa com um serviço de qualidade, e sim com o processo e resultado financeiro e comercial”, diz Flávio de Ávila, presidente da Associação.

Nesse quadro, não é de se estranhar que exceções à regra sejam prontamente reconhecidas pelos consumidores. É o caso da [editado], considerada pelo terceiro ano consecutivo a marca de maior prestígio entre os usuários no setor de saúde, segundo o anuário Época NEGÓCIOS 100. A [editado], cuja primeira unidade foi criada em 1967, em Santos, litoral do estado de São Paulo, está presente hoje em cerca de 4,7 mil municípios brasileiros e abriga 110 mil médicos em todo o país. O atual presidente da empresa, o médico [editado], credita o reconhecimento, entre outros fatores, à tradição e qualificação dos médicos cooperados.

A [editado]investe na utilização de uma linguagem mais simples na hora de comercializar seus planos, e na distribuição de conteúdo didático para o cliente. Além disso, suas campanhas na TV costumam veicular a ideia de bem-estar. Partindo do princípio que as pessoas vivem mais e adoecem mais, [editado] diz que tenta transmitir nos comerciais da rede um dos pontos que considera fundamentais na gestão do negócio. “Optamos por associar nossa imagem à medicina preventiva”, diz. “Nós nos preparamos para cuidar de saúde, muito mais do que para cuidar de doença.” Esta filosofia é reforçada pela associação da marca a eventos esportivos e também por meio dos patrocínios a clubes de futebol, como o Fluminense. [editado] não sabe dizer se o contrato, que vence neste mês, será renovado – problemas políticos no clube podem encerrar a parceria. Mas se o tricolor carioca desistir da [editado], ou vice-versa, é só chamar o próximo da fila: há vários times no Brasil doidos para cuidar da saúde financeira.”


Por Júlio Caldeira – Jornalista

 

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Na UF de SP os deputados estaduais decidiram que 25% dos leitos do SUS podem ser negociados com os planos de saúde. Queimaram a Constituição Federal, art 196 e outros.

dezembro 28th, 2010

noticia03_03_2009A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou no dia 21 de dezembro o projeto de lei complementar que permite aos hospitais públicos administrados por organizações sociais de saúde de todo o estado a destinarem até 25% de seus leitos para clientes de convênios e particulares. O projeto, de iniciativa do governo estadual, teve 55 votos a favor e 18 contra. Este atual governador ficou pouco tempo, mas mostrou ser bem preocupado com os menos afortunados.

Esta ação do governo e dos deputados estaduais de São Paulo não merecem nem comentários, além de descabida chega ao ponto de ser desumana.

 Onde as ações voltadas a saúde por parte dos poderes executivo e legislativo pretendem levar o atendimento a que temos direito seja pelo SUS ou pela saúde suplementar. Será que ao menos a oposição não vai fazer nada, agora vamos pagar para podermos ser atendidos pelo SUS e pior que isso, teremos o direito de entrar na frente das pessoas mais humildes.

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Reclamações- UNIMED RS – MULHER APELA PARA DEUS AJUDA-LA AO INVÉS DO SEU PLANO DE SAÚDE

dezembro 27th, 2010

cruz-na-costaPoder Judiciário do Estado do Rio Grande do Sul
Número do Processo: 10900173923
Processo Cível Número Themis: 010/1.09.0017392-3 Processo Principal:
Venho através dessa fazer uma reclamação com URGENCIA.ja estou na luta contra PLANO DE SAUDE UNIMED.durante anos sofri com obesidade morbida a ser estrupada dos 6 aos 12 anos.até tentei me matar.mas não consegui.agora com 48 anos. consegui atravez de uma cirugia de obesidade incidado tanto pelo meu endocrinologista.tambem pelo meu cardiologista.fiz a REDUÇÃO DE ESTOMAGO EM 2008.PRECISO FAZER AS REPARAÇÕES DOS TECIDOS RESTANTE.Estou em constrangimento pois não posso colocar roupa de banho.ir numa praia ou piscina ou mesmo em casa.pois a pele ficou flacida mas não como a UNIMED NEGA POIS AFIRMA QUE PRECISARIA TER NO MINIMO 30 CM PARA DAR AUTORIZAÇÃO.E ISSO NÃO CONSTA NA LEI.DECLARADA NEM NA ANVISA E NEM NO DECRETO DO NOSSO PRESIDENTE LUIZ INACIO LULA DA SILVA.QUE NA DATA DE 02/01/2008 DECRETOU QUE TODO PLANO DE SAUDE É OBRIGADO A PAGAR AS DESPESAS TOTAIS DAS DEVIDAS CORREÇÕES NÃO ESPECIFICANDO CENTÍMETROS DE SOBRA DE PELE.ME SINTO MUITO CONSTRANGIDA E ENVERGONHADA COM NOSSOS PLANOS DE SAUDE POIS PAGAMOS E QUANDO PECISAMOS NUNCA TEMOS E DEVIDO DIREITO ADQUIRIDO.ACIMA ESTA O PROCESSO QUE NA PRIMEIRA AUDIÊNCIA O JUIZ NAÕ QUIS OPINAR.FICOU PRO SUPERIOR QUE DEU 2 VOTOS A FAVOR E UM CONTRA . E EU AINDA AQUI SEM VIVER COMO UMA PESSOA NORMAL. PRECISO COM URGENCIA ME SENTIR VIVA NOMAMENTE POIS ESTOU ENTRANDO EM DEPRESSÃO. NÃO POSSO SAIR.ME VESTIR COLOCAR UM SHORT SEQUER.ISSO É VERGONHOSO….POR FAVOR PEÇO EM NOME DE DEUS QUE VOCÊS ME ESCUTEM E TOMEM AS DEVIDAS PROVIDANCIAS..
MEU ENDEREÇO É TRAVESSA SÃO MARCOS-354- BAIRRO KAYSER. CAXIAS DO SUL-RIO GRANDE DO SUL
CEP 95098-490
FONE 54-32131213-CELULAR 91879095 E 92062995
POR FAVOR AGUARDO RETORNO POSSITIVO POIS NOSSO DIREITO É ADQUIRIDO.
PLANO DE SAUDE UNIMED NORDESTE MEU PLANO É NACIONAL. NUMERO DA CARTEIRA É:0041500008238705-9 VALIDADE 29/03/2012

Nome:Rosilene Vanelli da silva Vanelli da Silva
Telefone:54 32131213 ou 91879095
Email:
Rosilene Vanelli da silva
Enviado em:21/Dec/2010

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FELIZ NATAL À TODOS E UM PRÓSPERO ANO NOVO COM MUITA SAÚDE

dezembro 21st, 2010

natal-2011-aussesp10

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RESPOSTA DO HOSPITAL METROLITANO DA LAPA/SP SOBRE A RECLAMAÇÃO DE FALTA DE ESTRUTURA

dezembro 15th, 2010

RESPOSTA A RECLAMAÇÃO ABAIXO.

 

São Paulo, 03 de janeiro de 2011

 

 

 

                    

Em resposta ao questionamento da Sra. Flavia Loss de Araújo, o Hospital Metropolitano informa que contatou a mesma e prestou os esclarecimentos necessários.

 

Colocamo-nos à disposição para eventuais esclarecimentos futuros.

 

Atenciosamente,

 

Hospital Metropolitano
Rafael Peciauskas
rafael.peciauskas@cdn.com.br
 
55 11 3643-[EDITADO]
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Boa tarde,

Escrevo para registrar meu descontentamento com o Hospital Metropolitano (Unidade Rua Marcelina, Lapa). O hospital não tem estrutura para a enorme quantidade de pacientes que chegam todos os dias, colocando os usuários em risco de contrair doenças ainda na recepção e sala de triagem. No primeiro atendimento, no pronto-socorro, a sala é pequena demais e não possui ventilação adequada para todos que aguardam atendimento, o que torna o ambiente insalubre. Os banheiros são extremamente sujos, aumentando o risco de infecção entre os pacientes. A demora para um atendimento simples chega a mais de duas horas e os profissionais de saúde estão visivelmente sobrecarregados. A explicação que recebi é que o hospital foi comprado pela Amil e agora está atendendo mais planos de saúde do que o habitual. Ora, se a Amil comprou o hospital, tem que ampliá-lo para atender ao aumento de demanda!
Hoje minha mãe ficou quatro horas (tenho comprovante dos horários de entrada e saída) para fazer uma ultrassonografia das vias urinárias. Isso é inaceitável. Mas lá estavam pacientes em situação mais grave que esperaram o mesmo tempo.
Vou registrar minha queixa no site Reclame Aqui e nos blogs de outros pacientes afetados, além do PROCON. Melhor reclamar agora do que esperar que a situação piore ainda mais, pois nesse ritmo logo o Metropolitano terá macas nos corredores e outros problemas que um hospital desse porte não deveria ter.
Aguardo contato.
Att,

Flavia Loss de Araujo

Nome:Flavia Loss de Araujo
Telefone: (11)9833[EDITADO AUSSESP]
Email:
Flavia
Enviado em:13/Dec/2010

AUSSESP - O HOSPITAL METROPOLITANO DE SÃO PAULO  ENTROU EM CONTATO COM  A Sra. FLÁVIO  E CONOSCO, INFORMANDO QUE RESOLVEU AS QUESTÕES LEVANTADAS. AGRADECEMOS A ATENÇÃO DO REFERIDO HOSPITAL E DESEJAMOS QUE CONTINUEM ZELANDO PELO BOM ATENDIMENTO AOS SEUS PACIENTE. ESTAMOS A DISPOSIÇÃO PARA CONTINUARMOS SENDO UM CANAL DE VOZ PARA QUE A SAÚDE E SEUS REPECTIVOS MEIOS DE ATENDIMENTO ESTEJAM SEMPRE EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE.

Atenciosamente.

WEBSITE.

REG.12/2010-01/2011 (01)

 



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Reclamações – UNIMED IBUTINGA – PRONTO SOCORRO, SEM SOCORRO

dezembro 15th, 2010

DESCASO
UNIMED IBITINGA – PRONTO SOCORRO DO HOSPITAL IBITINGA NÃO FUNCIONA 24 HORAS E NÃO TEM MEDICO NEM EM CASO DE EMERGENCIA
Boa noite
Dia 09 de Dezembro por volta de 23:30 não me senti bem e procurei o PRONTO SOCORRO DO HOSPITAL IBITINGA credenciado pela UNIMED IBITINGA. Cheguei lá estava fechado, interfonei e uma mulher atendeu. Eu disse que não estava me sentindo bem e queria me consultar, ela disse que o horario de atendimento é só até 23:00, que não tem médico plantonista e pra que eu procurasse o Pronto Socorro Municipal.
Como pode esse um Pronto Socorro credenciado pela UNIMED IBITINGA não ter medico plantonista nem em caso de emergencia?
Eu pago em dia minhas mensalidades e quando preciso não me atendem. Me sinto lesada
Que sejam tomadas providencias!

Nome:Janaína Camas
Telefone:16
Email:
Janaína
Enviado em:14/Dec/2010

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DICAS DE SAÚDE – TUDO SOBRE DIABETES

dezembro 13th, 2010

PRÉ –  DIABETES

Como o título já sugere, este termo é usado para identificar as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes. É uma forma ou um estado intermediário entre a normalidade e o diabetes do tipo 2 no adulto. No entanto, sabe-se que nem todos irão deixar a condição de pré-diabético para se tornar um diabético. Mas, por precaução, são considerados em estado de risco para essa progressão.

Fatores de Risco

Existem fatores que são considerados de risco para o desenvolvimento do diabetes. Entre eles estão: o fator da idade (estar acima de 45 anos); o excesso de peso; o sedentarismo; a hipertensão arterial e as alterações nas taxas de colesterol e triglicérides sangüíneos e a história familiar de diabetes .

Isso serve para ambos os sexos. Mulheres que geraram filhos com mais de 4 kg ou que sejam portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos também têm risco aumentado.

Nesses casos, preconiza-se a realização da dosagem de glicemia de jejum ou a realização do teste oral de sobrecarga com glicose, para possível detecção de pré-diabetes ou mesmo diabetes.

A melhor maneira de identificar o pré-diabetes é através da dosagem da glicemia. Sua definição laboratorial dá-se quando a taxa de glicemia de jejum (mínimo de oito horas) encontra-se entre 100 e 125 mg/dl e/ou quando o valor de glicemia na segunda hora do teste de sobrecarga oral à glicose (também chamado de curva glicêmica) está entre 140 e 199 mg/dl (indivíduos classificados também como intolerantes à glicose).

A quantidade de pessoas que evoluem para o diabetes é parecida nos grupos que têm glicemia de jejum alterada e os que apresentam alterações nas taxas de glicemia na segunda hora do teste oral. No mais, apesar de ser raro, outros grupos que não apresentarem essas condições e nem fatores de risco,também podem desenvolver diabetes no futuro.

importante salientar que as pessoas que adquirem novos hábitos no estilo de vida – como a atividade física regular resultando na diminuição de 5 a 7% no peso corporal – ajudam a, no mínimo, retardar o aparecimento do diabetes.

Em grandes estudos realizados com indivíduos com pré-diabetes, tais medidas reduziram a taxa de novos casos em mais de 50% em um período de dois a cinco anos de acompanhamento. Essas mudanças ainda são benéficas para o estado de saúde geral, promovendo menor risco no desenvolvimento de outras doenças, especialmente cardiovasculares.

A busca pela perda de peso pode receber o auxílio de algumas medicações, no entanto, não devemos nos esquecer de que todas essas orientações devem ser realizadas pelo médico, analisando cada situação individualmente.

Ou seja, no geral existem muitas evidências de que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido ou ter seu início retardado. Os indivíduos com pré-diabetes podem ser facilmente identificados. Alterações no estilo de vida, especialmente redução moderada do peso e aumento da atividade física são indicadas, além de promoverem efeito positivo adicional na saúde como um todo.

Confira os Sintomas do Diabetes Tipo II

  • Aumento da sede;
  • Aumento do número de micções (principalmente à noite);
  • Dores em membros inferiores;
  • Infecções freqüentes;
  • Alteração visual (visão embaçada);
  • Dificuldade na cicatrização de feridas;
  • Formigamento nos pés;
  • Furunculose.

FONTE :
Dra. Rosane Kupfer,
Chefe do Serviço de Diabetes do IEDE
.

 

DIABETES TIPO I

Introdução 

O diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras de insulina. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide.

A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Pois, sem insulina, a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.

A maioria das pessoas com DM1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de DM1, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

 

Sintomas

Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome freqüente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vômito

Fonte:
 Dra. Claudia Pieper 
Comitê Editorial do Site da SBD (Gestão 2006-2007)

Fontes:
Norwood, Janet W. & Inlander, Charles B. Entendendo a Diabetes – Para educação do Paciente. Julio Louzada Publicações. São Paulo, 2000.
Diabetes de A a Z: o que você precisa saber sobre diabetes explicado de maneira simples. American Diabetes Association. JSN editora. São Paulo, 1998

DIABETES TIPO II

Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.

Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de “resistência Insulínica”.

O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.

Principais Sintomas:

  • Infecções freqüentes;
  • Alteração visual (visão embaçada);
  • Dificuldade na cicatrização de feridas;
  • Formigamento nos pés;
  • Furunculose.

 DIABETES GESTACIONAL

A ansiedade faz parte de qualquer gravidez. No caso das pacientes diabéticas, essa sensação não se resume a saber se o futuro filho será menino ou menina, parecido com o pai ou com a mãe, calmo ou manhoso. A gestante diabética quer saber, principalmente, se o diabetes irá prejudicar o seu bebê..

É certo que a gravidez da paciente diabética pode apresentar complicações que normalmente não ocorrem na mulher sem diabetes. Porém isso não significa que o problema irá acontecer. Há várias formas de prevenção e a futura mãe tem um papel decisivo nessa fase. Para ter um bebê saudável, basta que ela aprenda a controlar a sua gravidez.

Seguindo as recomendações da equipe de especialistas que vai acompanhá-la, a gestante terá todas as chances de não enfrentar qualquer contratempo. Essas recomendações giram sempre em torno do controle da glicemia e da programação da chegada do filho, que se inicia da seguinte forma: ao decidir engravidar, a paciente deve procurar seu médico para receber a orientação mais adequada.

Ele dirá o que fazer e pedirá os exames necessários. É sempre bom começar o controle alguns meses antes de engravidar. Assim, pode-se pesquisar a existência de complicações, como retinopatia e nefropatia, que teriam que ser tratadas durante a gestação.

A endocrinologista Ingeborg Christa Laun, especialista no assunto, explica a importância da programação da gravidez: “Todas as malformações que acontecem nos filhos de mães diabéticas afetam órgãos que se formam nas oito primeiras semanas de vida intra-uterina. Ou seja, quando a mulher às vezes nem sabe que está grávida. É importante programar a gravidez para que a paciente esteja muito bem controlada, pelo menos nos seis meses anteriores”.

O controle da glicemia durante a gravidez diminui a probabilidade de a criança ter diabetes, um dos maiores temores da mãe diabética. “Quanto maior esse controle, menor o risco do bebê de mãe diabética ser diabético do tipo 2 na vida adulta”, explica a Dra. Ingeborg. Também são pequenas as chances de uma mãe diabética tipo 1 ter um filho com essa doença. “A chance chega a 1% ou 2%”.

A Dra. Ingeborg lembra um alerta feito por J.J. Hoet, estudioso de diabetes e gravidez , para a importância do controle da glicemia de uma futura mãe. Segundo Hoet, “quando uma menina se torna diabética, ela precisa estar consciente de que, cedo ou tarde, será mãe. E, por causa disso, o seu controle glicêmico é essencial para prevenir complicações prejudiciais para ela e para o filho”. Para a médica, o lembrete é muito oportuno porque chama a atenção para um fato: o de que “o bom controle que elas têm pela vida afora vai definir se o bebê irá nascer com mais ou menos complicações”.

Mas isso não significa que para ter um filho é preciso se programar desde a adolescência. Se a paciente descobriu a gravidez já no segundo mês, não há motivo para desespero. O medo e apreensão dificultam o controle da taxa de glicemia no sangue. A melhor saída, em todos os casos, é ter confiança, procurar um médico imediatamente e seguir à risca o tratamento.

Otimismo Torna Tudo Mais Fácil 

Muitas mães se sentem culpadas e temerosas de que o filho venha a ter problemas por conta do diabetes, atitude que dificulta o tratamento. Por isso, a Dra. Ingeborg aconselha: “É preciso ter sempre em mente que tudo dará certo”.

Contar com o acompanhamento de um psicólogo às vezes é o melhor nas situações de estresse. Outra grande ajuda é conhecer o desenvolvimento da gravidez em diabéticas, para evitar sobressaltos. Por exemplo: à medida que a gravidez avança, a necessidade de insulina aumenta. “Isso significa que a placenta funciona muito bem e não é motivo para sustos”, garante a doutora.

Há um outro fato também normal, mas que pode deixar a mãe intranqüila caso não esteja devidamente informada. Como o bebê corre o risco de ter hipoglicemia e precisa ser vigiado, ele permanece, logo após o nascimento, em um berçário de alto risco por pelo menos 6 a 12 horas, podendo ficar até 24 horas.
Insulina Substitui Antidiabéticos Orais

Apesar de ideal, a programação da gravidez nem sempre acontece. Felizmente, o risco para essa paciente não é tão alto, a menos que o diabetes esteja muito descontrolado. Nesses casos, deve ser dada uma atenção ainda maior ao tratamento.

No início da gestação, geralmente as pacientes são vistas pelo médico de 15 em 15 dias. “A monitorização domiciliar da glicemia capilar é fundamental”, alerta a Dra. Ingeborg. A média é de quatro testes por dia. Além disso, deve ser feito um exame de hemoglobina glicosilada a cada mês; microalbuminúria (para verificar o estado dos rins) e exame de fundo de olho a cada trimestre; eventualmente um mapa da pressão arterial; e as ultra-sonografias (antes de 20 semanas, no segundo trimestre e no final da gravidez).

Os antidiabéticos orais não podem ser usados e o controle da glicemia é feito com insulina, que não apresenta risco para o bebê, por não passar pela placenta. “O que passa livremente pela placenta é a glicose”, explica a médica.

Ela acrescenta que se a glicose da mãe estiver bem, o feto terá uma oferta normal. Caso esteja alta, o pâncreas do feto, tão logo comece a funcionar, por volta de 10 ou 12 semanas de vida, começará a responder a essa hiperglicemia aumentando a produção de insulina. Isso poderá acarretar para o feto a hiperinsulinemia, responsável por uma série de complicações.

“Gestante que não se cuida bem corre um risco bem maior de perder o neném, de ele nascer prematuro ou com problemas”, alerta a especialista, acrescentando que o bom controle da gestação da diabética faz com que a incidência de complicações seja a mesma verificada entre a população em geral.

Ideal é o Parto sem Sofrimento para o Bebê

Na hora de escolher entre o parto normal ou a cesárea, a indicação vem do obstetra. Em pacientes diabéticos tipo 1, que têm a doença há muito tempo, geralmente a indicação é de parto cesáreo. E não existe uma semana certa para ele ser realizado. Segundo explica a Dra Ingeborg, não se interrompe uma gravidez que está indo bem. O ideal é ir até a 38a semana, mas a gestação tem de ser interrompida mais cedo se houver qualquer sinal de sofrimento do feto.

Independentemente do parto ser normal ou cesáreo, a paciente tem que ter uma assistência médica constante, porque a necessidade de insulina diminui após o nascimento do bebê, podendo provocar uma hipoglicemia na mãe.

O ideal é que o acompanhamento da gravidez seja feito por uma equipe multiprofissional: endocrinologista ou diabetólogo, obstetra, nutricionista, enfermeira e, em alguns casos, psicólogo. É importante que a equipe mantenha contato, estando sempre atenta ao que está acontecendo com a paciente.

Não há como negar que o acompanhamento clínico da gravidez de uma paciente diabética é caro. Principalmente por causa dos exames e testes diários de glicemia. Para quem tem plano de saúde, isso não é um problema, já que as empresas cobrem esses gastos. As gestantes que não contam com o plano podem recorrer à rede pública para ter o bebê, devendo estar atentas a alguns itens que darão maior segurança durante a gestação.

O primeiro passo é procurar um endocrinologista que indique um obstetra ou vice-versa. É importante que haja uma boa comunicação entre os dois especialistas, porque, dessa forma, a paciente começa a criar a sua própria equipe. Embora todos os exames tenham sua indicação, não se pode deixar de realizar a observação clínica da paciente, que consiste em pesá-la, ouví-la e examiná-la. “A gestante pode e deve ter uma participação ativa em todo o processo. Como no próprio diabetes, as coisas mais importantes são a aceitação, a mudança de comportamento e a adesão ao tratamento”, conclui a Dra. Ingeborg Laun


fonte : diabetes.org.brl


 

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DICAS DE SAÚDE- Conheça quais as fontes das VÍTAMINAS

dezembro 13th, 2010

O que são as Vitaminas?

As vitaminas são compostos orgânicos da mais alta importância, necessárias ao crescimento, à reparação dos tecidos, ao funcionamento orgânico.

Essenciais pra reações metabólicas específicas no meio celular e vitais para o funcionamento dos órgãos e crescimento (Vanucchi, 1998).

São um grupo de nutrientes orgânicos que promovem o bem-estar físico e mental. Devem ser ingeridas diariamente (em quantidades adequadas), através da dieta, pois não são produzidas pelo nosso organismo. Essas substâncias não produzem caloria.

As vitaminas podem ser divididas em dois grupos, onde a maior diferença entre eles, é o tipo de meio que cada um é solúvel.

Grupos:

Hidrosolúveis/B1 ou Tiamina

Esta vitamina em muitas das suas funções se destaca por interferir diretamente no metabolismo de proteínas, gorduras e principalmente de carboidratos. A tiamina tem função de coenzima* no organismo quando se liga ao um P (fósforo).

As principais fontes desta vitamina são as carnes (boi, víceras, porco, aves), a gema do ovo e os grãos integrais (germe dos grãos).

 

A deficiência da vitamina B1 é rara e é chamada de Beribéri. Seus principais sintomas são relacionados ao Sistema Nervoso Central pela falta de glicose (desordem no metabolismo dos carboidratos), como a fadiga, depressão, instabilidade emocional, anorexia e retardamento do crescimento. Esse distúrbio ocorre muito em alcoólatras ou em regiões onde a alimentação básica é de cereais refinados.

 

*Co-enzima é uma substância que tem como principal característica, assim como as enzimas, atuar nas células de forma com que estas exerçam suas devidas funções. A co-enzima é uma “ajudante” da enzima.

 

Hidrosolúveis/B2 ou Riboflavina

Essa vitamina participa do crescimento e da reprodução e contribui para a cicatrização de feridas na boca, lábios e língua. É indicada em casos de depressão e na acne rosácea.

 

Considerando uma mulher adulta a recomendação é de 1,2 a 1,6mg de vitamina B2 diariamente e suas fontes principais são: algumas vísceras de boi como fígado, rins e coração, o iogurte é uma boa fonte, brócolis, amêndoa, levedura de cerveja, queijo,arroz selvagem e soja.

 

Hidrosolúveis/B3 ou Niacina

A Niacina é indicada na esclerose múltipla, na nevralgia do trigêmio, ansiedade e hipercolesteronemia (aumento de colesterol).

Em excesso pode causar vermelhidão e calor (em doses maiores que 1 g/dia), além de náusea e distúrbios intestinais. Pessoas com predisposição a ter gota devem ter cuidado com ela, pois a quantidade ácido úrico em circulação pode aumentar.

 

A recomendação para mulheres adultas é de 13-18mg/dia.

Suas fonte naturais são: bife de fígado, atum, carne branca de frango, rim, peixe-espada, salmão, amendoim, semente de girassol….

 

Em um recente estudo a Niacina foi vista como uma vitamina que ajuda o tratamento de pacientes diabéticos.

Hidrosolúveis/B6 ou Pirodoxína

 Indicada para mulheres com Tensão Pré Menstrual (TPM). A função da piridoxina   aliviar o edema associado à segunda metade do ciclo menstrual, bem como os sintomas de irritabilidade, dores de cabeça, depressão, inchaço das mamas, gases abdominais e constipação. Contribui ainda para o tratamento de problemas neurológicos, como a síndrome do túnel de carpo e da depressão.

 

A recomendação diária desta vitamina é entre 2 e 2,2 mg. Doses muito elevadas entre 2 e 10 g/dia podem causar distúrbios neurológicos.

 

As fontes naturais da Vitamina B6 são: cereal integral, levedo de cerveja, farelo e germe de trigo, melão, banana, abacate, suco de tomate, salmão, carne branca de galinha, peru, bife de fígado e truta.

 

Hidroslúveis/B12 ou Cianocobalamina

A função e indicação da vitamina B12 é indicada para pessoas que têm problemas de fadiga, diabetes, dermatite seborréica, asma e anemia. É de extrema importância para a absorção dos nutrientes no estômago e para o crescimento e desenvolvimento cognitivo.

 

Alguns alimentos como café, álcool podem diminuir sua absorção, assim como medicamentos para pressão arterial, o fumo, a doença de Parkinson, gota e o aumento do colesterol.

 

É recomendado que mulheres adultas ingiram 2 mcg diariamente desta vitamina.

As principais fontes são: bife de fígado, presunto, salmão, caranguejo, lagosta, atum, queijo e ovos.

 

Ácido Fólico ou Folato

 Atua principalmente na gestação, sua funções são: evitar que o feto desenvolva defeitos do tubo neural. Contribui para prevenir a displasia do colo do útero, a fissura do palato, a síndrome das pernas irriquietas, a depressão, além de inflamações e distúrbios no estômago e intestino.

A deficiência do ácido fólico causa diminuição no crescimento intrauterino podendo interferir no desenvolvimento da criança futuramente, incluindo: incapacidade de aprendizado, desordens psiquiátricas na infância, retardo mental e outros distúrbios do crescimento e desenvolvimento da criança.

Um estudo realizado mostrou que uma proporção significativa de mulheres em idade reprodutiva tem baixa ingestão de folato na dieta e não usam suplementos que contêm ácido fólico, nem ingerem cereais fortificados. Aproximadamente 90% das mulheres consomem menos de 400mg/dia de folato (RDA para mulheres grávidas). Mulheres pobres têm ingestão de folato e outros nutrientes (ferro, zinco, vit. A e B6) abaixo do padrão RDA para mulheres não-grávidas (3mg/kg de peso), enquanto que mulheres com altos salários seguem recomendação de folato para não-grávidas. Muitas mulheres de baixa renda ingerem poucos vegetais, e há ainda quem não ingira nenhum vegetal.

Em altas doses pode causar convulsões em epilépticos ou interferir com drogas anticonvulsivantes.

As maiores fontes alimentícias de folato são: feijão, folha de vegetais verdes e cereais fortificados; alguns alimentos com menor quantidade de folato: suco de laranja e pão branco.

Durante a gravidez, uma suplementação de folato juntamente com vitamina B6 pode aumentar a duração da gravidez, evitando, partos prematuros e nascimento de bebês com baixo peso. Além disso, observou-se que uma suplementação de ácido fólico antes da gravidez melhorou a fertilidade (aumento na taxa de concepções e no nascimento de gêmeos).

Ácido Pototênico ou B5

A vitamina B5 é indicada para problemas como osteoartrites, artrite reumatóide, anemia, estresse, eczema e ateroesclerose.

Altas doses dela podem causar diarréia. Porém não há relatos de toxidade.

A recomendação para mulheres adultas é de 2.0 mcg/dia

As fontes da B5 são: bife de fígado, presunto, salmão, caranguejo, lagosta, atum,

queijo e ovos.

 

Vitamina C ou Ácido Ascórbico

A vitamina C também chamada de ácido ascórbico melhora a cicatrização de feridas e atua sobre os estados alérgicos, beneficiando o sistema imunológico. Segundo alguns estudos, contribui para prevenir o risco aumentado de displasia e de câncer do colo do útero assim como de câncer de mama, por essas funções é conhecido como um potente antioxidante.

Em altas doses (mais de 6 g) a vitamina C pode causar diarréia e desencadear crises de gota.

As recomendações diárias para uma mulher adulta é de 60 mg/dia.

As principais fontes desta vitamina são as frutas como acerola, laranja e goiaba, pimenta vermelha e verde, suco de grapefruit, melão, papaia, kiwi e couve de bruxela.

frutas

Lipossolúveis

Essas substâncias são solúveis em solventes orgânicos, em gordura e não são solúveis em água, portanto para irem ao tecido alvo necessitam de moléculas transportadoras como o colesterol para atravessarem o plasma sanguíneo. As vitaminas lipossolúveis se ligam à uma lipoproteína, o Quilo Mícron que atravessa a circulação linfática pra entrarem no sangue e atingirem seus respectivos tecidos de depósito. Abaixo estão as vitaminas lipossolúveis:

 

Lipossolúveis/Vitamina A ou Retinol

Existem 5 formas da vitamina A, sendo que a primeira e mais importante é a na forma de Retinol, forma alcoólica, onde se apresenta de forma TRANS que participa em todas as funções da vitamina A, e a forma CIS, que é a forma que participa apenas no ciclo da visão (ciclo visual). A Vitamina A2 é muito importante e é apenas 40% menos ativa que a citada acima.

Os Ésteres de Retinol é a vitamina A ligada à um ácido graxo ou seja é a forma em que a vitamina A é ingerida através dos alimentos de origem animal. A forma oxidada desta vitamina é chamada de Retinal ou Retinaldeído. E o Ácido Retinóico, é o ácido da vitamina A, quando ela se oxida.

A última forma e muito importante, é chamada de pró-vitamina A ou Carotenóides, onde o de mais atividade é o beta-caroteno. Esta forma é encontrada nos alimentos de origem vegetal e é um precursor da Vitamina A.

Suas funções são:

- Reprodução, porém seu mecanismo não é muito esclarecido;

- Crescimento, onde sintetiza o ácido condroitin sulfúrico que é o responsável pelos osteoblastos que depositam íons Cálcio nos ossos, formando-os;

- Participa no ciclo da visão;

- Formação dos dentes;

- Manutenção da funcionalidade e estruturalidade dos epitélios, sintetizando muco, mantendo a pele íntegra e umidificada.

A vitamina A quando é ingerida na forma de Ésteres de Retinil, são hidrolisados (quebrados) em Retinol livre. A partir da sua entrada, ou seja absorção, esse retinol é reesterificado formando o Retinil novamente. Estes são transportados via Quilo Mícron pela circulação linfática até a circulação sanguinea onde pequena parte desta vitamina será armazenada nos rins, tecido adiposo, pulmões e músculo, e 80-90% será armazenada no fígado. Quando precisam exercer alguma função, o Retinil é mobilizado, hidrolisado por enzimas tranformando-se em Retinol livre e só assim atinge os tecidos alvo. A vitamina A é excretada pelas fezes.

As fontes da Vitamina A de origem animal são: fígado de peixe como óleo de fígado de bacalhau, fígado bovino, carnes, ovos, leite integral e seus produtos gordurosos (creme de leite, manteiga), etc.

As fontes da pró-Vitamina A são de origem vegetal: hortaliças de folhas verde-escura como agrião, almeirão; frutas e legumes de cor amarelo alaranjadas como a cenoura, a manga, o mamão, tomate, milho, etc.

A hipovitaminose A, ou seja, a falta desta vitamina, causa a xerose da pele e aumento da queratinização, pele seca e escamada. Já quando sua ingestão está além do necessário ocorre perda de peso e pelos e vômitos.

Suia recomendação diária segundo a FAO/OMS variam de 65 mcg (195UI) por Kg de peso em crianças de 4 meses; e para adultos a recomendação é de 12mcg/kg de peso.

Vitamina D

A Vitamina D1 é a mais importante e é a que regula o metabolismo do Cálcio, ou seja, a calcificação óssea.

A Vitamina D2 chamada de Ergocalciferol, tem como precursor o ergosterol presente nos vegetais, centeio e leveduras.

A vitamina D3 ou Colecalciferol é a sintetizada na pele sob ação dos raios U.V. do sol em contato com o 7-dehidrocolesterol secretado pelas glândulas sebáceas presentes na nossa pele.

São absorvidas no intestino delgado, necessitam dos sais biliares para emulsificação das gorduras, lipoproteínas (Quilo Mícron) para o seu transporte pelo sangue até chegar nos tecidos armazenadores: rins, fígado, pele, coração, glândulas supra-renais e timo.

Para que seja utilizada, a Vitamina D deve passar por duas hidroxilações, a primeira no fígado onde passa a se chamar 25-hidroxicolecalciferol (hidroxilação no Carbono 25), e a segunda nos rins onde a hidroxilação aconte no Carbono 1 e passa a se chamar 1-25-dihidroxicolecalciferol e é sua forma biologicamente ativa. Ela se liga à proteína Globulina para ficar mais solúvel no plasma e chegar aos tecidos alvo. Sua excreção é pelas fezes.

A Vitamina D aumenta a absorção do Cálcio e do Fósforo no lúmen intestinal por um mecanismo não esclarecido; junto ao hormônio Calcitonina tem função osteoblástica de depositar Cálcio nos ósseos; tem função osteoclástica junto ao Paratormônio que retira Cálcio dos ossos quando a concentração deste mineral está baixa no sangue (hipocalcemia); aumenta a reabsorção do fosfato inorgânico pelos rins; estimula a síntese do colágeno.

A carência desta vitamina prejudica o crescimento, e todo o metabolismo do Cálcio. Nas crianças causa o raquitismo e nos adultos a Osteomalácia. Quando a ingestão é acima do recomendado pode ocorrer o aparecimento de cálculo renal.

As principais fontes da Vitamina D são: óleos de fígado de peixe, atum, bacalhau, cação, gema do ovo.

Recomendações diárias segundo FAO/OMS:

- Para crianças até 1 ano e lactentes: 800 UI

- Para gestante: 600 UI

- Para crianças acima de 1 ano de idade: 400 UI

- Para crianças com depleção desta vitamina: 500-1500 UI

 

Vitamina E ou Tocoferol

A vitamina E é dividida em 8 compostos sendo que o mais importante é o alfa-tocoferol. Ela é lipossolúvel e chamada também de antiesterilidade por sua principal função estar relacionada à reprodução.

Sua absorção acontece no intestino delgado e necessita de ácido biliar e lipoproteínas, ou seja um transportador para as gorduras e vitaminas lipossolúveis chamado de Quilo Mícron (QM). A partir do QM atravessam o sistema linfático e caem na circulação sangüínea onde, a partir deste momento, a vitamina E será levada para seus tecidos de armazenamento: fígado, tecido adiposo e músculo esquelético, principalmente nas glândulas adrenais e pituitária, ovários, células vermelhas e placenta. A sua excreção se dá pelas fezes assim como todas as vitaminas lipossolúveis.

Suas principais funções são:

- é essencial à implantação e desenvolvimento da placenta;

- ser antioxidante, ou seja, se liga aos radicais livres produzidos pela peroxidação dos ácidos graxos poliinsturados ou saturados e converte estes compostos em compostos inofensivos ao organismo, impedindo o envelhecimento e aparecimento de tumores. Tudo isto tem o efeito de diminuir o colesterol depositado nas artérias;

- também é antioxidante da vitamina A, e também tem efeito sinergista na presença de outro antioxidante como a vitamina C e o beta caroteno;

- previne necrose do fígado originada através dos alimentos;

- diminui risco de doenças cardiovasculares, catarata, Alzheimer, Parkinson e outras;

- anti-agregante plaquetário, isto é, inibe adesão de coágulos nas paredes das artérias;

- reforça sistema imunológico;

- ajuda a prolongar a vida das células sanguíneas;

- potencializa ação do metal selênio, porém diminui biodisponibilidade do ferro em crianças.

Esta vitamina pode ser encontrada nos óleos vegetais, leguminosas (feijões, soja), nas nozes, amêndoas e nos grãos integrais, está presente nos vegetais folhosos e tomate.

Sua carência pode causar distrofia muscular no sistema vascular, no Sistema Nervoso Central e esterilidade nos ratos. Nas fêmeas pode ocorrer anormalidades na gestação, provocando morte fetal.

Necessidades diárias: 10-30mg/dia em períodos da vida fetal, lactação e recém-nascidos. Para as outras idades, a quantidade recomendada de vitamina E é muito relacionada aos ácidos graxos poliinsaturados consumidos por dia.

Vitamina K

As principais formas da vitamina K são:

K1 ou liloquinona – encontrada na dieta.

K2 ou menaquinona – obtida através da síntese que ocorre no organismo a partir das bactérias intestinais, principalmente da Escherichia coli.

A absorção da vitamina K1 se dá no intestino delgado, necessita dos sais biliares e como todas as vitaminas lipossolúveis do Quilo Mícron (QM), que faz o transporte das gorduras e destas vitaminas da linfa até a circulação sangüínea. Já a vitamina K2 tem sua absorção no intestino grosso, porém o resto de sua absorção se dá igual a K1. São armazenadas no fígado, músculos e pele.

A utilização desta vitamina pelo organismo se dá muito rapidamente, então sua depeleção (sua deficiência) pode ocorrer em uma semana se:

- houver uma deficiência na produção de sais biliares ou falta de gordura e proteínas;

- ocorrer esteatorréia (diarréia), ou seja, muita excreção de gorduras pelas fezes e assim perda da vitamina;

- estiver presente anticoagulantes ou ainda uma cirrose, onde a utilização desta vitamina estará diminuída pelo fígado;

- estiver utilizando antibiótico que destruirá flora bacteriana normal do organismo.

A vitamina K tem como principal função ser coagulante e anti-hemorrágica. Participa na formação de certos fatores de coagulação no fígado.

Sua carência pode aumentar o tempo de coagulação e diminuir a produção dos fatores de coagulação o que é perigoso por exemplo num paciente que irá fazer uma cirurgia, pois não haverá a coagulação ocorrendo uma hemorragia.

Está presente nos vegetais verdes folhosos como alfafa, couve e rúcula, assim como no fígado de porco.

Sua necessidade segundo a RDA: 80 mcg/dia para o homem e 65mcg/dia para a mulher. Para crianças até 6 meses 5mcg/dia e para as crianças de 6 meses até 1 ano sua recomendação é de 10mcg/dia.

 

Fonte: Nitrimais, UOL.

 

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DICAS SOBRE A INFILTRAÇÃO DE GORDURA NO FÍGADO ( Esteatose/Nash)

dezembro 13th, 2010

imagescadvb5owO seu fígado é gordo?O Fígado gordo não é uma doença, mas sim uma patologia. Um termo mais apropriado é a infiltração de gordura no fígado.


O que faz com que o fígado fique gordo ?
O fígado gorduroso pode ser causado por certos compostos químicos, distúrbios nutricionais e endócrinos, e por fatores genéticos. As drogas e compostos químicos que podem causar a gordura no figado são o, álcool, tetraciclina, metotrexato, ácido valpróico, cortisona e os medicamentos semelhantes à cortisona, tetracloreto de carbono e outros solventes. Destes todos , o álcool é de longe a causa mais comum. A Inflamação do fígado pode acompanhar a exposição a estas toxinas e é responsável para os sintomas associados á febre, fadiga e icterícia.As causas nutricionais da gordura no fígado incluem fome, desnutrição ou obesidade.

A Gordura no fígado também pode ocorrer com a redução rápida de peso ou extremos, como pode ocorrer após uma operação de bypass gástrico ou intestinal para a obesidade. Em alguns pacientes com esteatose hepática a gordura é acompanhada por inflamação (esteatohepatite) e, ocasionalmente, a gordura e a inflamação pode levar a cicatrizes do fígado (fibrose).As causas endócrinas do fígado gorduroso incluem a diabetes, colesterol elevado ou triglicéridos, e fígado gorduroso da gravidez. A gordura no fígado durante a gravidez ocorre perto do final da gravidez e pode resultar em um parto prematuro ou de cessação da gravidez.

Como pode ser identificados?
A Gordura no fígado geralmente não produz quaisquer sinais ou sintomas específicos. Ocasionalmente os pacientes irão sentir uma dor no abdômen superior direito. Os exames de sangue podem revelar uma elevação da química do fígado (TGO ou AST, TGP ou ALT, GGT e fosfatase alcalina). A esteatose hepática pode ser detectada por um ultra-som, tomografia computadorizada ou ressonância magnética (MRI), o exame do fígado. A confirmação do diagnóstico requer uma biópsia hepática. Em casos leves, onde o paciente não tem sintomas químicos do fígado são normais ou minimamente elevados, e pode ser necessario fazer uma biópsia .

Como fazer para não deixar entrar gordura no fígado?
A gordura entra no fígado a partir do intestino depois de ser digerido e modificado por células que revestem a parede intestinal. As gorduras derivadas dos tecidos gordurosos do resto do corpo também podem entrar no fígado. Os pacientes incapazes de quebrarem a entrada de gordura que está sendo transportada para o fígado podem vir a desenvolver um acúmulo anormal de gordura dentro das células do fígado e do fígado inteiro (esteatose).

Este problema pode levar-me a outras doenças hepáticas?
Sim ,estas gorduras associadas à ingestão de álcool podem evoluir rapidamente para uma doença mais grave, incluindo hepatite alcoólica e cirrose , e em pessoas que não bebem, esteatose hepática associada à inflamação e tecido cicatricial, esteatohepatite não alcoólica (NASH), raramente leva à cirrose.

Como Tratar Gordura no Figado ?

O Tratamento depende da causa. A esteatose hepática devida ao álcool pode ser revertida se a ingestão de álcool for interrompida. Da mesma forma, um fígado neste estado provocado pela ingestão de drogas ou exposição a produtos químicos pode ser revertido se a droga for deixada de consumir ou a exposição a substâncias químicas parar .Se devido a obesidade a melhor forma é fazer um programa de redução de peso, composto por uma dieta com nutrição em baixo teor de gorduras e exercício fisico . Em pacientes com diabetes pode ser controlado com uma dieta e um melhor controlo dos niveis de açúcar no sangue. Nos indivíduos com colesterol elevado ou triglicéridos a dietoterapia é a prescrita em primeiro lugar.Em pacientes que não respondem à dieta, e naqueles com graves elevações de colesterol e triglicéridos, devem ser prescritos medicamentos específicos para reduzir os níveis destes (por exemplo o, Cholestyramine, Colestid, Lopid, Lipitor, Pravachol, Lescol, Zocor, Mevacor).

A niacina é geralmente evitada, devido à sua tendência de causar elevados teste de fígado . Alguns pacientes podem ser tratados com suplementos alimentares. (por exemplo, lecitina, L-carnitina). A L-carnitina pode aumentar o metabolismo da gordura no fígado, enquanto que a lecitina pode prevenir alguns dos danos nos tecidos causados quando o oxigênio reage com a gordura durante as reações químicas de rotina no fígado (peroxidação lipídica).Uma vez que muitos medicamentos podem causar anormalidades no fígado, é sempre recomendoda uma consulta com um médico especialista na area .

Como posso evitar este transtorno ?Não beba em excesso …Preste atenção á sua dieta ….Em especial, evite doces concentrados, gorduras saturadas e alimentos ricos em colesterol (dieta saudável para o coração). Sempre que possível utilize gorduras nonossaturadas como o (azeite, óleo de canola), em vez de gorduras polinsaturadas.Consultar um médico é talvez a primeira questão a por em pratica …


O Seu nutricionista a trabalhar em paralelo com o seu medico de familia por exemplo pode orientá-lo quanto à alimentação adequada a seguir. Podem ser utilizados Suplementos polivitamínicos e vitamina E (<1000 UI / dia) . Mas evite grandes doses de vitamina A, a vitamina A em doses altas pode causar lesão hepática.

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Planos de Saúde e os reajuste de suas mensalidades para pessoas com 60 anos ou mais

dezembro 13th, 2010

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STJ aplica Estatuto do Idoso indiferente à data de contratação do plano de saúde.

Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) veda a aplicação de reajustes por mudança de faixa etária para pessoas com 60 anos ou mais, independentemente da data de contratação do plano de saúde.

O caso refere-se a uma consumidora idosa da Amil cujo plano, depois de janeiro de 2004 (quando o Estatuto do Idoso começou a valer), recebeu esse tipo de aumento. Na análise do caso, a ministra Nancy Andrighi deu razão à consumidora e, além de cancelar o reajuste, mandou que todos os valores cobrados indevidamente por conta dele fossem devolvidos em dobro.

O Estatuto do Idoso, entre outras medidas, veda práticas discriminatórias às pessoas de 60 anos ou mais, nos planos de saúde. Proíbe, assim, a aplicação do reajuste por mudança de faixa etária. No entanto, com sua entrada em vigor, passou-se a discutir se a proibição se aplicaria apenas aos contratos assinados a partir de janeiro de 2004 ou se valeria para todos os planos.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável pela regulação do setor, defende que a medida valeria somente para os contratos firmados após a entrada em vigor do estatuto. O Idec, por outro lado, sempre defendeu que ele se aplica a todos os contratos de planos de saúde.

A posição da Justiça sobre a questão não é uniforme. O caso aqui apresentado é o primeiro no qual o STJ se manifesta, adotando posicionamento favorável ao consumidor. Outras instâncias judiciais têm se pronunciado sobre o assunto, e tem havido decisões em ambos os sentidos.

Vale ressaltar que a decisão do STJ ampara apenas a consumidora que ajuizou a ação contra a Amil, e serve somente como um bom precedente para que outras decisões sejam tomadas também neste sentido.Outro ponto importante a ressaltar diz respeito a reajustes por mudança de faixa etária para idosos ocorridos antes de janeiro de 2004. Nesses casos não há controvérsia: como o reajuste aconteceu antes de o Estatuto do Idoso entrar em vigor, não é possível anulá-lo.


Fonte IDEC


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25% DOS LEITOS HOSPITALARES QUE PERTENCEM AOS USUÁRIOS DO SUS ESTÃO AMEAÇADOS PELOS INTERESSES DAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE

dezembro 13th, 2010
imagesca4kggzg1Projeto de Lei Complementar (PLC 45/10), apresentado pelo governador Alberto Goldman (PSDB), prevê destinar 25% da capacidade das unidades públicas especializadas e de alta complexidade para empresas de PLANOS DE SAÚDE no Estado de São Paulo. 
Aparentemente isto pode parecer um absurdo, porém seria mais uma forma de arrecadação de recursos que proveriam melhorias em nossos hospitais públicos se não fosse trágico e no mínimo ridículo.
Esta cada vez mais claro que os pobres que dependem do SUS realmente estão sendo tratados como inexistêntes ou ainda melhor inferiores. Caso o Estado proporcionasse um atendimento dignino e altamente eficaz a todos nós brasileiros,  ainda seria um caso a se pensar. Vender 25% dos leitos aos planos de saúde e acreditar que haverá melhoria para os menos abastados e humildes brasileiros é o próprio Estado rasgando a Constituição Federal e argumentando que dinheiro é bem vindo seja de onde for. Independente de ter ou não condições de bancar um plano de saúde, todos os cidadãos brasileiros já tem o direito de usufruirem dos serviços prestados pelo SUS segundo o art. 196 da Constituição Federal. Com um projeto deste tipo, 25% dos cidadãos  brasileiros mais necessitados ficariam um tempo mais longo esperando para terem suas doenças tratadas e nós que temos outras opções seríamos de uma certa forma um Cliente Especial  destas instituições quase falidas que compões a rede pública. O problema não se resolveria e ainda haveria outra porta aberta para se escoar, desviar, se apropriar e ainda se preferirem  roubarem mais  dinheiro, agora também o privado para o bolso de uma minoria.
O que falta além de um orçamento maior para a área de saúde pública, aumentar no mínimo o repasse para do Ministério da Saúde para algo em torno de 9% , é vontade política e vergonha na cara destes políticos que vivem se apropriando dos recursos pertencentes aos cofres públicos. Este projeto de Lei é uma vergonha para o Estado de São Paulo,  somos a locomotiva deste país e precisamos melhorar os atendimentos públicos em nosso estado a ponto de nos tornarmos o exemplo a ser seguido pelos demais e não ir buscar recursos com Leis deste tipo.
A sorte do estado é que os 50 milhões de usuários de planos de saúde possuem outras alternativas para alcançarem os serviços médicos /hospitalares  do contrário o pesadelo na saúde seria ainda maior.
Precisamos é de gestores competentes e honestos em todas as áreas da saúde, seja a pública, privada e/ou suplementar. Iniciativas inteligentes do legislativo que atraia investimentos privados para construção de novos hospitais e ampliação e reforma dos já existentes. Incentivos que ajudem na especialização e formação educacional de novos profissionais para saúde. Estamos perplexos com este projeto de Lei, embora não duvidamos de mais nada que venha por parte de algumas mentes BRILHANTES.
Agora sim, já pagamos ALTAS mensalidades por um CONVÊNIO MÉDICO e  suplementar, esperando que nossos convênios trabalhem se planejando  para resolverem os problemas que o Estado não conseguiu em toda sua existência e seremos atendidos nos hospitais públicos, ainda diminuindo as poucas chances das pessoas mais simples e hulmides de serem também atendidas e suas doenças tratadas. Só nos faltava esta.
Outra situação que foi argumentada pela oposição a este projeto de Lei é o fato do SUS já ser ressarcido pelos planos de saúde quando seus beneficiários são atendidos pela rede pública. Isto também não concordamos, pois nós que pagamos por  nossos convênios médicos já  somos sobre taxados por serviços que deveríamos ter
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Em menos de seis meses duas empresas de planos de saúde acabaram, agora é a vez da UBRA SAÚDE do RS

dezembro 13th, 2010

ubra-saudeA Ulbra Saúde tem cerca de 14 mil beneficiários, em sua maioria concentrados no Rio Grande do Sul. Em dezembro de 2008, a ANS decretou os regimes especiais de Direção Fiscal (RO nº 577) e de Direção Técnica (RO nº 578). Em janeiro de 2010, a operadora entrou novamente em regime de Direção Fiscal por continuar apresentando anormalidades econômico-financeiras graves. Sendo assim, no dia 6 de dezembro, foi publicada a Resolução Operacional (RO) nº 955, que decretou a portabilidade especial de carências e a liquidação extrajudicial da Ulbra Saúde.
Onde vamos parar? Do jeito que as coisas estão indo, daqui a pouco acontecerá o que ocorreu com os bancos no país, ficaremos nas mãos de poucas operadoras que certamente criam um grande monopólio no setor da saúde suplementar.

Os beneficiários  desta operadora terão até o dia 04/02/2.011 para migrar para outras operadoras sem ter que cumprir novas carências. Esta manobra é conhecida como ” Portabilidade Especial”.

Caso tenha alguma dúvida entre em contato com :

Em caso de dúvidas ou dificuldades para o exercício da portabilidade especial de carências, os beneficiários podem entrar em contato com a ANS pelo Disque-ANS (0800 701 9656), pelo Fale Conosco, no site www.ans.gov.br, ou, pessoalmente, no Núcleo de Porto Alegre. Núcleo da ANS em Porto Alegre: Rua dos Andradas, 1276 – Sala 602, Centro.

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PLANO DE SAÚDE FECHA AS PORTAS E PACIENTES VÃO PARAR NO SUS

dezembro 13th, 2010

hospital-sao-caetano-do-sulO Plano de Saúde Di Thiene que teve sua liquidação extra-judicial decretada pela ANS, contemplava 8  mil beneficiários que eram atendidos no  Hospital São Caetano na grande São Paulo.Ao encerrar suas atividades, teve parte de seus pacientes internados, transferidos para a rede pública –  SUS. 
Diante deste cenário de horrores a ANS, através de seu presidente Maurício Ceschi, alegou que nunca havia acontecido algo parecido na história.Ele simplesmente acreditou que uma medida tomada, chamada de “Portabilidade Especial” publicada no Diário Oficial da União, especificada como Resolução-RO n º 858, de 5 de agosto de 2010 resolveria o caos instalado. Não deu muito certo e pessoas estão a mercê de sua própria sorte ainda hoje,e para piorar só tiveram 30 dias para tentar, digo tentar, se transferir para outras operadoras.

Veja abaixo as orientações do PROCON de São Caetano do Sul:

Diante das notícias divulgadas nos últimos dias acerca do fechamento do Hospital São Caetano e da afetação do atendimento dos beneficiários do Plano de Saúde Di Thiene, o PROCON de São Caetano do Sul esclarece aos beneficiários, dependentes e familiares, que está acompanhando os desdobramentos do caso a fim de atuar de forma eficaz na defesa dos interesses dos consumidores.

É importante destacar que a Di Thiene Saúde S/C Ltda. é empresa distinta da Sociedade Beneficente Hospitalar São Caetano e, portanto, os contratos firmados com a Di Thiene mantém-se íntegros e em vigor, devendo a Di Thiene garantir o atendimento dos beneficiários/consumidores. Já notificamos ambas as empresas a prestar esclarecimentos.

Sabemos que nos últimos dias os consumidores que já tinham consultas ou exames marcados foram surpreendidos com o cancelamento dos procedimentos; outros, em tratamentos mais específicos, não receberam o atendimento devido. Muitos consumidores têm dúvida sobre o pagamento da mensalidade do plano ou não.

Por isso, elaboramos essas orientações iniciais aos consumidores:

1 – Não deixem de efetuar o pagamento da mensalidade do plano de saúde Di Thiene, apenas aguardando para o fazer na data do seu efetivo vencimento.
1.1 – Isso é importante porque, se eventualmente for restabelecido o atendimento (por credenciamento de nova rede referenciada) ou se for necessário propor uma medida judicial para garantir a cobertura de procedimentos, será necessário que o pagamento esteja em dia.
1.2 – Se o consumidor não se sentir confortável em efetuar o pagamento, pode efetuar a consignação do pagamento em juízo, solicitando, ainda, a garantia do atendimento, pedindo ao Juiz que fixe multa diária ao Di Thiene pelo descumprimento da determinação.
2 – Se necessitar de consultas, pronto atendimento, tratamentos específicos e complexos ou exames, já que o hospital onde esses procedimentos aconteciam fechou as portas, pode o consumidor pleitear em juízo que o Juiz determine a obrigatoriedade do Di Thiene garantir o atendimento.
2.1 – Se o consumidor optar por se submeter a atendimento particular em clínicas, hospitais ou laboratórios, deve solicitar desses estabelecimentos nota fiscal ou recibo descritivo do procedimento, para eventual pedido de ressarcimento contra o Di Thiene (também em juízo).
2.2 – A rede pública de saúde também pode ser uma opção para quem necessitar de atendimento de urgência.
3 – O consumidor pode exercitar a Portabilidade de carências para outra operadora.
3.1 – Isso vai depender do plano de saúde estar adequado à Lei 9.656/98 ou se foi firmado o contrato com a Di Thiene após 1º de Janeiro de 1999. Ainda é necessário que se encontre no mês de aniversário do plano.
3.2 – A ANS mantém no site ans.gov.br   um Guia que identifica planos compatíveis para o exercício da portabilidade, mas os valores podem variar para mais, de acordo com a rede referenciada.
4 – Outra operadora pode assumir a carteira de beneficiários da Di Thiene. Essa solução é prevista nas resoluções da ANS – Agência do Governo Federal que regulamenta e fiscaliza os planos de saúde.
4.1 – Há mais de 15 dias o Di Thiene está sob “Direção Fiscal” da ANS, que é um procedimento de auditoria que antecede a transferência de carteira para outra operadora.
4.2 – Essa solução ainda pode demorar. Mas se isso acontecer, a operadora que assumir deve garantir as mesmas condições contratadas entre a Di Thiene e os beneficiários, no que se refere à qualidade do atendimento (abrangência regional do plano e características de atendimento como exames e consultas de acordo com as referências mínimas estabelecidas na Lei 9.656/98).
4.3 – Até que essa transferência de carteira para outra operadora não ocorra por determinação da ANS, quem deve garantir o atendimento é a Di Thiene. Por isso é importante manter o pagamento da mensalidade e ficar atento para as novidades.

O Procon se encarregará de comunicar os consumidores que registrarem consultas no órgão e divulgará na imprensa qualquer novidade sobre o assunto. Por isso o comparecimento pessoal do beneficiário ou algum dependente é necessário à (Rua Major Carlo Del Prete, 651, Centro, São Caetano do Sul/SP), trazendo, se possível, o contrato firmado com a Di Thiene ou ao menos o boleto de pagamento do mês de Junho/Julho, além dos documentos pessoais.

Fonte: ABCD Net News

Últimas Notícias:

ANS justifica a decretação extra-judicial da  Di Thiene planos de saúde:

Em nota, a Agência Nacional de Saúde Suplementar destacou que a intervenção e liquidação da Di Thiene ocorreram em razão do não cumprimento “da exigência de envio de informações de natureza econômico-financeiras, não constituição de ativos garantidores em montante suficiente para lastrear as provisões técnicas e não apresentação do plano de recuperação”.

Sobre os casos encaminhados pelo Procon de não acolhimento de usuários pela Amil, a agência informou que a operadora foi procurada e teria comprovado que os pacientes foram inseridos em sua carteira, o que gerou o arquivamento do processo. Porém, pelo menos uma pessoa, Judith Gardesani, só conseguiu ser incluída por ordem judicial.

A agência recomendou que ex-beneficiários da Di Thiene que tiverem denúncias ou dúvidas procurem a ANS em São Paulo (Rua Bela Cintra, 986 – 5º andar). Outra opção é o Disque ANS, pelo 0800 701-9656.

A Amil destacou que “acata todas as determinações normativas e que não negou pedido de portabilidade”.

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dezembro 9th, 2010

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VENHA E SE TORNE ASSOCIADO A AUSSESP. ENGROSSE VOCÊ TAMBÉM NOSSAS FILEIRAS

dezembro 9th, 2010

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Reclamações- Unimed Paulistana- Não pagou pelas Luvas

dezembro 9th, 2010

A UNIMED PAULISTANA NÃO PAGOU 180 LUVAS DE PROCEDIMENTOS DA INTERNAÇÃO EM AGOSTO DE 2010.
MINHA MÃE FOI INETRNADA EM AGOSTO COM PNEUMONIA E DIABETES DESCOMPENSADO PO 9 DIAS E NÃO FOI AUTORIZADO PELA SUMIDADE SUPREMA O AUDITOR DA UNIMED PAULISTANA O PAGAMENTO DAS LUVAS MINHA MÃE PAGA 992,00 POR MÊS ÉUM PLNO MASTER O HOSPITAL SÃO CAMILO POMPÉIA FEZ INUMÉRAS TENTATIVAS PARA RECEBER O VALOR MAS A UNIMED PAULISTANA SE NEGOU PAGAR EM OUTUBRO O HOSPITAL ENTROU EM CONTATO COMIGO E EU ENTREI EM CONTATO COM A UNIMED PAULISTANA DESDE ENTÃO NENHUMA RESPOSTA É UMA TOTAL FALTA DE RESPEITO!!!O HOSPITAL EMITIO UM BOLETO EM MEU NOME QUE VENCEU DIA 23 DE NOVEMBRO ,FIZ UMA RECLAMAÇÃO NA OUVIDORIA DA UNIMED PAULISTANA QUE ATÉ AGORA NÃO RESOLVEU NADA NÃO TEM RESPOSTA É UMA INCOMPETÊNCIA MUITO GRANDE FALTA DE RESPEITO VAI COMPLETAR UM MES E MEU NOME VAI PARA O SERASA POISO BOLETO VAI PARA O RPOTESTO E NINGUEM SE INCOMODA POIS NÃO É O NOME DELES.
GRATA PELO ESPAÇO
GENTE CUIDADO COM A UNIMED PAILISTANA ELA JA FOI MUITO SERIA

Nome:claudia maria gonzalez
Telefone:11 [EDITADO AUSSESP]
Email:
claudia maria

AUSSESP RESPONDE : Junte toda sua documentação referente a este evento procure a defensoria pública de sua cidade, não terá custo algum e faça valer seus direitos.

Caso prefira ser assessorada por intermédio da AUSSESP, entre em contato conosco.
Enviado em:08/Dec/2010

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DEPUTADO FEDERAL PROPÕE PROJETO QUE DETONA DIREITOS DE USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE

novembro 19th, 2010
Está tramitando e já sendo analisado pelas (CSSF) ,Comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e  Cidadania, o Projeto de Decreto Legislativo PDC 2394/2.010, de autoria do deputado federal Dr. Nechar, PP/SP , natural de Piracicaba, interior de São Paulo, médico, administrador de empresas e presidente da Unimed de Marília de 1990 a 2000 que se aprovado, susta os efeitos de sete resoluções normativas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que regulamentam o setor de planos de saúde. Objetivando seus argumentos contra a  ANS, suas atribuições regimentais e forma de atuação, busca com este projeto provar que a ANS -Agência Nacional de Saúde Suplementar, não tem os poderes que pensa que tem. Possui até alguns fundamentos sobre as atribuições de cada um dos órgãos mencionados,porém o que o deputado evidencia na realidade, é fazer com que as sete resoluções normativas mencionadas deixem de existir e assim as operadoras de planos de saúde e em especial as cooperativas médicas sejam desregulamentadas, ou melhor, os usuários de planos de saúde percam coberturas e ainda sofram mais para pagar por seus convênios. Sómente uma minoria da população atualmente tem condições de comprar planos individuais/familiares  com a regra atual. Uma vez que os critérios de reajuste das mensalidades se tornem mais flexíveis ou “MELHOR CALCULADOS“, aí quase ninguém. As operadoras querem mesmo é vender planos empresariais onde as condições dos reajustes não são regulamentadas.Só para se ter uma idéia sobre este assunto, neste ano a grande maioria dos contratos empresariais tiveram seus custos reajustados acima de 25 %; isto está fora de contrôle. Projeto que visa contribuir para que se institua e invista em PREVENÇÃO à perda da saúde, nossos congressistas não elaboram.
 
Das 7 (sete) Resoluções Normativas que ele pretende DERRUBAR, 6 (Seis) prejudicam diretamente os USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE, veja abaixo:
  1. (85/04 – Dispõe sobre as condições de concessão de autorização para operadoras de saúde suplementares  obterem seus registros de funcionamento junto a ANS);
  2. (124/06 –  Dispõe sobre as multas e penalidades que são impostas às operadoras infratoras);
  3. (162/07 - Trata a questão sobre as doenças pré-existêntes e como as operadoras devem proceder até que seja provada a fraude que supostamente tenha acontecido);
  4. (167/08 - Dispõe sobre as inclusões de novas coberturas no rol de procedimentos da ANS);
  5. (192/09 – Inclusões de novas coberturas no rol de procedimentos da ANS);
  6. (211/10 - Inclusões de novas coberturas no rol de procedimentos da ANS); e
  7. (212/10 – Trata de modificações no envio das informações contábeis obrigatórias por parte dos planos de saúde à ANS),
 
Se tivesse a resolução normativa (212/10) e outras, sido apresentada como exemplo às sustentações e argumentações levantadas sobre CONSU x ANS, não discordaríamos muito sobre a matéria. Até apoiaríamos parcialmente. Mas fica claro a cortina de fumaça onde a intenção do  deputado Dr. Nechar é puxar a sardinha para os planos de saúde e em especial para as UNIMED’s, onde certamente deva ter seus motivos. NOSSO VOTO É CONTRÁRIO AO SEU PROJETO.
Este projeto SUSTANDO as respectivas  resoluções normativas põe em perigo os usuários de planos de saúde e cria precedentes perigosos. 
Estaremos mantendo informados todos nossos associados e seguidores pelo Twitter.
 
Comentem e divulguem esta matéria, isto demonstrará que estamos atentos e unidos. 
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Histórico:

Data de Apresentação: 09/02/2010

Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário

Regime de tramitação: Ordinária

Situação: CSSF: Aguardando Parecer.

Ementa: Susta os efeitos de Resoluções Normativas Editadas pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, de nºs 85/04, 124/06, 162/07, 167/08, 192/09, 211/10, 212/10, por extrapolação das competências legais do poder normativo da ANS.

Indexação: Sustação, Resolução, (ANS), concessão, autorização, funcionamento, Plano de Saúde, cooperativa de trabalho, médico, penalidade, inexistência, prazo, processo administrativo, doença preexistente, ampliação, cobertura, inclusão, planejamento familiar, inadequação, avaliação atuarial, classificação, plano, caráter privado.

Despacho:
23/2/2010 – Às Comissões de Seguridade Social e Família e Constituição e Justiça e de Cidadania (Mérito e Art. 54, RICD) Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário Regime de Tramitação: Ordinária


 



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O que é melhor e mais seguro, CATETERISMO x ANGIOTOMOGRAFIA CORONARIANA

novembro 4th, 2010

tomografomultislicemamografo800t__1a2536_1Angiotomografia Coronariana por CT 64 detectores

A angiografia coronariana convencional (ACC) permanece atualmente como o exame padrão-ouro para avaliação de doença arterial coronária (DAC), pois permite determinar a extensão, localização e gravidade das lesões obstrutivas coronarianas.
A angiografia coronariana por tomografia computadorizada (ACTC) de múltiplos detectores tem sido utilizada como um teste não invasivo para avaliação da presença de obstrução coronariana, porém a acurácia deste método ainda não é bem estabelecida. Recentemente, foram publicados dois estudos multicêntricos que procuraram avaliar a acurácia diagnóstica desta metodologia.
O estudo CORE 64 foi desenhado para determinar a acurácia de angiografia coronariana por TC de 64 detectores comparada à angiografia coronariana convencional em pacientes com suspeita de doença arterial coronária. Miller J.M1 et al. conduziram este estudo internacional, multicêntrico e prospectivo, envolvendo nove hospitais em sete países.
Foram incluídos pacientes acima de 40 anos, com suspeita clínica de DAC sintomática e todos com indicação de realização de angiografia coronariana convencional. Todos pacientes realizaram os exames de escore de cálcio e angiografia por TC de 64 detectores antes da angiografia convencional. Os exames de ACTC e ACC foram analisados em laboratórios independentes e as estenoses acima de 50% foram consideradas como lesões obstrutivas. Foram excluídos da análise os pacientes com escores de cálcio superiores a 600 (Agatston). Dos 291 pacientes incluídos na análise, 56% apresentaram doença coronária obstrutiva.

A acurácia diagnóstica da angiografia por TC para detectar lesões acima de 50% quando comparada à angiografia convencional obteve uma área sob curva ROC (receiver-operating-characteristic) de 0,93 (IC 95%, 0,90 a 0,96). A sensibilidade do método foi de 85% (IC 95%, 79 a 90), especificidade de 90% (IC 95%, 83 a 94), valor preditivo positivo de 91% (IC 95%, 86 a 95) e valor preditivo negativo de 83% (IC 95%, 75 a 89).
Os autores concluíram que a angiografia coronariana por TC de múltiplos detectores apresenta boa acurácia para identificar a presença e gravidade de doença arterial coronária obstrutiva, porém os valores preditivos positivos e negativos indicam que este método ainda não substitui a angiografia coronariana convencional.
Num trabalho semelhante, Meijboom W.B.2 et al. propuseram estudar a acurácia diagnóstica de angiografia coronariana por TC de 64 detectores para detectar ou excluir DAC significativa. Pacientes sintomáticos com diagnósticos estabelecidos de angina estável ou angina instável, com indicação clínica de realização de angiografia coronariana convencional, foram incluídos neste estudo multicêntrico, de forma prospectiva, envolvendo três hospitais universitários.
Foram incluídos na análise 360 pacientes entre 50 e 70 anos que realizaram as duas angiografias coronárias: a convencional e a por TC. O diagnóstico da doença arterial coronária foi baseado na presença de obstruções coronarianas > 50%. Neste estudo, todos os vasos e segmentos coronarianos foram incluídos na análise, independentemente da qualidade de imagem obtida.

A prevalência de DAC foi de 68% neste estudo. A sensibilidade de ACTC para detecção de lesões obstrutivas foi de 99% ( IC 95%, 98 a 100%), especificidade de 64% (IC 95%, 55 a 73%), valor preditivo positivo de 86% (IC 95%, 82 a 90%) e valor preditivo negativo de 97% (IC 95%, 94 a100%). Os autores ressaltam que a angiografia coronariana por TC pode excluir DAC significativa em pacientes já com indicação de angiografia coronariana convencional.
Além disso, observaram que a gravidade das lesões ateroscleróticas geralmente é superestimada por angiografia coronaria por TC e concluíram que são necessários estudos futuros para melhor definição do manejo terapêutico dos pacientes com os resultados deste exame.

Comentário
A angiografia coronariana por tomografia computadorizada de múltiplos detectores emergiu nos últimos anos como um exame promissor para substituição de angiografia coronariana convencional. Desde seu advento, este exame despertou grande interesse e entusiasmo no meio médico por ser um teste simples, elegante e não-invasivo que permite detectar a presença de obstrução coronariana. A ACTC passou a ser amplamente utilizada para avaliação cardiológica de pacientes com suspeita de doença arterial coronária, apesar da carência inicial de evidência científica acerca do método, indefinição da sua acurácia diagnóstica e da sua aplicabilidade clínica.

Os primeiros estudos publicados com ACTC obtidos por meio de tomógrafo de 4, 8 e 16 detectores mostravam limitações importantes do método devido à baixa nitidez das imagens adquiridas e dificuldades na análise dos segmentos coronarianos distais. A melhora de aquisição de imagem obtida com o advento de tomógrafo de 64 detectores possibilitou uma melhora na análise de todo território coronariano, incluindo os segmentos coronarianos médios e distais e resultou num grande crescimento na utilização deste exame na prática clínica. Revisão sistemática3 dos estudos publicados nos últimos anos mostrou uma melhora da sensibilidade e especificidade da ACTC, sobretudo no seu valor preditivo negativo elevado (próximo a 100%), tornando este um exame interessante para exclusão de doença arterial coronária e tem sido advogado como o exame que veio para substituir a angiografia coronariana convencional. Entretanto, devemos lembrar que os estudos apresentados até então eram estudos pequenos, de um único centro, envolvendo pacientes selecionados e, frequentemente, os segmentos com baixa nitidez da imagem eram excluídos da análise.

Estes dois estudos multicêntricos publicados recentemente mostram que a angiografia coronariana por TC de múltiplos detectores apresenta uma acurácia diagnóstica relativamente boa para detecção ou exclusão das lesões obstrutivas acima de 50% em pacientes com risco intermediário a alto de DAC. Pórem, diferentemente do que vem sendo mostrado nos estudos prévios, apresenta um valor preditivo negativo longe do ideal (83%) quando comparado com o exame padrão-ouro que continua sendo a angiografia coronariana convencional. A baixa especificidade do método e o número de exames falso-positivos observados no estudo de Meijboom, quando faz a análise de todos segmentos estudados, é bastante preocupante e nos mostra a necessidade de cautela. A positividade da ACTC geralmente acarreta uma série de outros testes complementares ou procedimentos adicionais, e consequente elevação de custos sem exato conhecimento do seu benefício e sua implicação no acompanhamento clínico dos pacientes.

A angiografia coronariana por TC ainda apresenta limitações técnicas que precisam ser aprimoradas, tais como a dificuldade na análise de placas muito calcificadas e de segmentos muito distais, além do impacto que a dose de radiação poderia causar nos pacientes ser desconhecido. O seu uso indiscriminado não está justificado e acarreta o aumento de custo no sistema de saúde, sem evidências científicas claras do seu benefício. Ainda faltam estudos que demonstrem o custo-efetividade relacionado a esta nova tecnologia, a determinação do perfil dos pacientes que poderiam se beneficiar do método e principalmente o efeito prognóstico na evolução dos pacientes. A sua utilização como método para avaliação de doença arterial coronária ainda precisa ser melhor definida com estudos futuros.

Por – Ching Yu*; Bruno Caramelli; Daniela Calderaro
fonte –
http://www.radiology.com.br/cardiology/2010/09/performance-diagnostica-de-angiografia-coronariana-por-tomografia-computadorizada-de-64-detectores-estudo-core-64/

Agora veja abaixo o parecer da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular de setembro de 2.008

Angiografia por tomografia computadorizada multi-slice pode evitar investigação invasiva da doença arterial coronária.

 







Henneman et al. Multi-slice computed tomography coronary angiography for ruling out suspected coronary artery disease: what is the prevalence of a normal study in a general clinical population? Eur Heart J 2008; 29: 2006-2013

Este estudo objetivou avaliar a prevalência de achado de uma angiotomografia computadorizada multi-slice (ATCMS) coronária normal em pacientes com suspeita de doença arterial coronariana (DAC) e relacionar estas observações à apresentação clínica e probabilidade de DAC.
No total, 340 pacientes consecutivos (182 homens, 55 ± 12 anos) sem história de DAC e que foram encaminhados para a ATCMS foram incluídos no estudo. Com base nas características dos pacientes, eles foram classificados como tendo baixa, média ou alta probabilidade de DAC. Os pacientes foram avaliados quanto à presença de cálcio nas artérias coronárias, bem como a presença de aterosclerose. No total, 157 (46%) pacientes não tinham cálcio nas artérias coronárias e 133 (40%) dos pacientes tiveram uma ATCMS completamente normal. Em 58% dos pacientes com baixa probabilidade pré-teste, não foi observada aterosclerose coronariana, quando comparada com 33% e 17% dos pacientes com média e alta probabilidade pré-teste, respectivamente.
Os autores concluem que a ATCMS pode excluir aterosclerose coronariana em 40-46% dos pacientes sem conhecimento prévio da DAC e que foram encaminhados para a ATCMS. Assim, em pacientes com baixa/média probabilidade pré-teste, ATCMS pode ser uma modalidade atraente para excluir aterosclerose coronariana e pode evitar exames desnecessários adicionais de função ou angiografia invasiva.



Fonte – Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular –
Boletim Científico – Número 9 – Setembro de 2008

COMENTEM E DIVULGUEM ESTA MATÉRIA ELA PODE AJUDAR MUITAS PESSOAS A SABEREM O QUE UM MÉDICO ESTA FALANDO SE UM DIA VIEREM A NECESSITAR DE UMA INVESTIGAÇÃO DIAGNÓSTICA EM SUA CORONÁRIA.

AUSSESP

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O Plano de saúde SAÚDE CLASS (Campinas SP), esta sob fiscalização da ANS. O que isso significa e como pode afetar sua vida

novembro 4th, 2010

untitledA OPERADORA SAÚDE CLASS COMO É CONHECIDA EM CAMPINAS/SP,ESTÁ SOB REGIME DE DIREÇÃO FISCAL DECRETADO PELA ANS DESDE 21 DE OUTUBRO DESTE ANO.

Isso significa que a ANS irá nomear um diretor fiscal para apurar a realidade administrativa e financeira desta operadora. O Regime Especial de Direção Fiscal ocorre quando uma operadora de convênios médicos fica sob acompanhamento especial da ANS, em decorrência de anormalidades geralmente graves, podendo ser de natureza administrativa e/ou econômico-financeira, que ponham em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento a seus usuários.
Após as averiguações e os pareceres dos fiscais, serão enviadas todas as informações pré-estabelecidas à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que dará seu parecer final sobre o seu destino. Podendo inclusive ser decretada a liquidação extra-judical da operadora e se não houver nenhuma outra operadora interessada em adiquirir sua carteira de clientes, decreta-se a liquidação judicial. Neste momento quem ainda estiver dentro do barco vai afundar junto com ele.
Embora, não exista nada de concluso sobre a operadora em questão e a fiscalização ainda nem deva estar ocorrendo. O próprio tamanho desta operadora, considerada de pequeno porte pela classificação da própria agência reguladora,( menor que 10.000 usuários), a grosso modo diríamos que seria prudente e seguro para seus 1.795 usuários ficarem bem atentos e acompanhando de perto os resultados que serão divulgados nesta investigação. Atualmente um número tão pequeno de beneficiários x os custos dos serviços médico/hospitalares pode rapidamente gerar problemas, segundo os riscos que compõe o negócio das operadoras. Orientamos nossos associados a pesquisarem  antes de tomar qualquer tipo de atitude; quantidade de beneficiários também não quer dizer que a operadora esteja segura, atendendo com qualidade seus usuários e pagando seus prestadores de serviços corretamente. Para que não sejam supreendidos por falsas propagandas e operadoras que aparentemente inspiram segurança, aqui vai uma dica. Perguntem aos seus médicos sobre os convênios que atendem e o que dizem sobre os mesmos ou busquem em sites especializados em reclamações, www.reclameaqui.com.br ou na própria ANS, www.ans.gov.br  informações que os ajudem a tomar uma decisão mais acertada.



DIVULGEM ESTA NOTÍCIA ELA PODE DEIXAR OS BENEFICIÁRIOS DESTA OPERADORA DE SOBREAVISO,  E DESTA FORMA NINGUÉM SER PEGO DE SURPRESA.

 


 

 

Veja abaixo as informações publicadas no site da ANS

Código Operadora 350095
CNPJ 86.422.342/0001-15
Razão Social CDE – CENTRO DE DIAGNOSTICO ESPECIALIZADO LTDA.
Logradouro AVENIDA BARAO DE ITAPURA
Número 467
Complemento _
Bairro BOTAFOGO
Cidade CAMPINAS
UF SP
CEP 13.020-430
Situação Ativa
Total de Beneficiários 1.795 – Competência : Setembro/2010

RESOLUÇÃO OPERACIONAL – RO Nº 918, DE 21 DE OUTUBRO DE 2010.

Dispõe sobre a instauração do Regime de 
Direção Fiscal na operadora CDE Centro de 
Diagnóstico Especializado Ltda.

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, no uso das atribuições que lhe confere o art. 86, inciso II, alínea “c” do Regimento Interno, aprovado pela Resolução Normativa RN nº 197, de 16 de julho de 2009, na forma do disposto no art. 24 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, alterada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 24 de agosto de 2001, em reunião ordinária de 29 de setembro de 2010, considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde, de acordo com os elementos constantes do processo administrativo n.º 33902.213234/2008-76, adotou a seguinte Resolução Operacional e eu, Diretor-Presidente, na forma do disposto nos incisos I e III, do art. 82, da RN 197 de 16 de julho de 2009, determino a sua publicação:

Art. 1º Fica instaurado o Regime de Direção Fiscal na operadora CDE Centro de Diagnóstico Especializado Ltda., registro  ANS nº 35009-5, inscrita no CNPJ sob o nº 86.422.342/0001-15.

Art. 2º Esta Resolução Operacional – RO entra em vigor na data de sua publicação.

 

MAURICIO CESCHIN
Diretor-P
residente

FONTE – ANS.GOV.BR

 


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Pesquisa na USP revelaque o Lítio tem efeito protetor contra doença de Alzheimer

novembro 3rd, 2010

Pesquisa do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FMUSP) da USP comprova o efeito protetor do lítio para prevenir o aparecimento da doença de Alzheimer. A ação protetora foi verificada em idosos com transtorno cognitivo leve, que têm maiores riscos de desenvolver a doença. O trabalho deverá ser publicado em uma das próximas edições da revista científica British Journal of Psychiatry.

Lítio é possível antagonista contra a doença de Alzheimer

Entre pacientes com transtorno cognitivo leve, cerca de 10% desenvolvem o Alzheimer, um ano após manifestarem sinais de perda de memória. “Um grupo de idosos recebeu uma dose diária de 300 miligramas de lítio, menor do que a utilizada em casos de transtorno bipolar, e outro um grupo controle que recebeu apenas um placebo”, conta o médico Wagner Gattaz, do IPq,  que coordena a pesquisa junto com Orestes Forlenza, também do IPq. “Um ano depois, o percentual de pessoas que tomaram lítio e  desenvolveram a doença era significativamente menor do que no grupo controle, o que demonstra um efeito protetor.”

A doença de Alzheimer é caracterizada por dois processos biológicos, o aumento da produção de betaamiloide, proteína que se deposita em placas no cérebro (placas senis) e a hiperfosforilação da proteína TAU, um processo que destrói o esqueleto das células.  Ambos os processos levam a morte dos neurônios. “O lítio inibe a atividade da enzima GSK 3-Beta, que fosforila a TAU e também participa na produção de beta-mieloide.  Portanto o litio seria, potencialmente, o antagonista ideal contra os dois processos”, destaca o médico.

De acordo com Gattaz, os tratamentos existentes apenas retardam a progressão da doença, sem impedir todavia a sua progressão. “Embora os sintomas da doença de Alzheimer, geralmente surjam após  a sexta decada de vida, o processo biológico da perda de neurônios começa algumas decadas mais cedo”, observa. “Por isso há a necessidade de desenvolver uma medicação que possa prevenir precocemente o surgimento da a doença.”

Prevenção
Um novo projeto temático, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), realizará experimentos em animais geneticamente modificados para verificar se o lítio, ingerido em doses baixas durante toda a vida, pode prevenir o surgimento da doença de Alzheimer. “Esses animais possuem uma modificação genética que os leva a produzir o betaamilóide”, aponta Gattaz. “Eles receberão lítio desde o nascimento e serão acompanhados por toda a vida para saber se haverá o desenvolvimento da doença.”

O professor ressalta que se os testes com animais e os ensaios clínicos com seres humanos forem bem-sucedidos, seria possível usar o litio na prevenção da doença. “O Brasil é um dos maiores produtores de lítio do mundo”, afirma. “Talvez um dia possa ser possível prevenir a doença de Alzheimer com a ingestão diária de doses minimas de lítio durante toda a vida, por exemplo na água potável, da mesma forma que a adição de flúor na água diminui a incidência de cáries, ou a adição de iodo no sal de cozinha previne doenças da tireóide.”

O médico lembra que dois estudos antecederam os experimentos com os portadores de transtorno cognitivo leve. No primeiro, idosos com transtorno bipolar, doença em que o lítio é utilizado para estabilizar o humor, foram comparados com outros que não receberam a medicação. “Entre os pacientes que tomaram lítio, a incidência de Alzheimer foi cinco vezes menor do que entre os que não tomaram”, conta.  O trabalho foi publicado em 2007 no British Journal of Psychiatry.

No estudo seguinte, foi investigado o mecanismo pelo qual o lítio diminui a atividade da GSK 3-Beta. “O mais provável é que o lítio inibe a expressão do gene da enzima”, diz o pesquisador do IPq. O trabalho é descrito em um artigo no European Archives of Psychiatry and Clinical Neuroscience, publicado em 2008.

Fonte – Agência USP de Notícias

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DENÚNCIA GRAVÍSSIMA CONTRA A ODONTOPREV POR USUÁRIA DO PLANO .

novembro 3rd, 2010

 

imagescao8p8sv1AUSSESP –  Optamos por preservar a identidade da Denunciante e se necessário, faremos junto com a denúncia ao Ministério Público  para as devidas providências e constatações.



Nome: ANA DE FÁTIMA  xxxxxxxxxxxxx 
Telefone: 0xx-30xxxx159
Email: <fatimaxxxxxxxx@hotmail.com>

Mensagem

Boa tarde sou usuária do plano odontológico ODONTOPREV, (XXXXXXXX).
Todavia, estou protestanto/denunciando contra uma prática que entendo muito PREJUDICIAL a sáude dos usuários, qual seja:
Para todo e qualquer procedimento odontológico os odontólogos/dentistas, exigem/obrigam que nós (usuários) nos submetamos a RX antes de realizar o procedimento e depois de realizar o procedimento, para mandar estes RXs para o plano ODONTOPREV, pois, segundo os dentistas, este procedimento é exigido pela ODONTOPREV, para que eles provem os procedimentos feitos e possam receber os valores correspondentes.
Prezados Senhores este plano está submetendo todos os usuários a CARGA RADIOATIVA simplesmes por motivos econômicos, para obter lucro, sucesso em seu negócio, está transferindo o ônus do serviços adminsitrativo de provar os procedimentos, “em cima” da saúde do usuário, e convenhamos todos sabemos que carga radiativa gera o temível CANCER, dentre outros malefícios. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX).
Então pergunto onde está os direitos coletivos, difusos, crime contra a saúde.
Gostaria de saber se estou enviando e-mail para um órgão que pode fazer algo, tomar alguma providência, ou se vocês me indicam algum ministério público competente, se é federal, se tem um específico ou se tem outro órgão que eu possa pedir alguma providência.
Desde já agradeço a atenção, e espero obter alguma resposta em atenção a isto.
Contudo, peço, por favor, se puder ser preservado meu nome, e a empregadora do meu marido, para que ele não tenha problemas com a empregadora ou com seu trabalho.
Mas caso Vossa Senhorias resolvam apurar os fatos, com certeza verificarão que é assim que são os procedimentos que a ODONTOPREV usa para pagar os dentistas que prestam serviços a ela.

Sem mais, obrigada.
Atenciosamente
Ana de Fátima X>X>X

 À
ODONTOPREV, se julgarem conveniente se pronunciar a respeito ou se esta prática já tiver sido cancelada, nos informe, publicaremos a resposta e considerações que nos forem enviadas.
Enviamos e-mail para http://www.odontoprev.com.br/inst/fale.jsp,  Comitê de Ética nesta data. Aguardamos a resposta o mais breve possível.

AUSSESP : A denunciante foi checada, mora no estado do Paraná. Autorizou inclusive a divulgação de seu nome, porém pela gravidade da denúncia preservaremos sua identidade.

 

No entanto consideramos abominável e desumana esta prática , vinda da maior operadora de planos odontológicos da América Latina, onde possui como controladores, a Bradesco Saúde S.A., ZNT Emp.Com. e Particip. Ltda e Randal Luiz Zanetti, além de acionista a BB Seguros do Banco do Brasil, deviam zelar e cuidar da saúde bucal de seus usuários e se possível sem os expor aos ricos desnecessários como o CÂNCER.
O motivo principal da exigência e obrigatoriedade da realização deste  procedimento ao término dos tramamentos, se dá para ser verificado os serviços realizados pelos dentistas.Certamente o RAIO X  tem um custo menor que uma “PERÍCIA” ,e coibir possíveis fraudes se faz necessário.Mas desta forma?

Vejam parte do texto extraído da matéria publicada pela USP .

Para divulgarmos esta denúncia e nosso parecer, fomos pesquisar sobre o assunto,e  para nossa surpresa constatamos:

O uso do raio-X na odontologia, mesmo em baixa intensidade, pode provocar danos ao DNA das células que revestem internamente a boca. Em pesquisas realizadas no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, o grupo da professora Gláucia Maria Machado-Santelli colheu amostras da mucosa oral de pessoas que passaram por radiografias panorâmicas (de toda a arcada dentária) e periapicais (focando alguns poucos dentes), por determinação de dentistas, e observou que parte das células teve seu núcleo atingido por alguma espécie de alteração – relacionadas à morte celular e, de algum modo, ao câncer.” Fonte : www.odontologia.com.br”

Veja esta matéria na íntegra em www.odontologia.com.br/noticias.asp?id=741&idesp=20&ler=s ,desejando ir mais a fundo, visite uma tese de MESTRADO publicada no site http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/7314/000498056.pdf?sequence=1.

1) que tais práticas são verdadeiras; e
2) para piorar, os dentistas que prestam serviços a esta operadora não concordam com tal obrigatoriedade, no entanto, tem receio de se pronunciarem e depois sofrer algum tipo de retaliação, como por exemplo o DESCREDENCIAMENTO.

Deste momento em diante e até que este problema seja solucionado, toda as informações solicitadas sobre a ODONTOPREV, sejam de pessoa Fisica e/ou Jurídica, por nossos associados ou não, iremos sugerir tomarem conhecimento desta matéria.

cfo2Veja abaixo a RESOLUÇÃO CFO-102/2010 de 12 de maio de 2010 que Proíbe o uso indiscriminado de Raio X.

O Presidente do Conselho Federal de Odontologia, no exercício de suas atribuições regimentais, cumprindo deliberação do Plenário, em reunião realizada no dia 04 de fevereiro de 2010, e CONSIDERANDO as prerrogativas do cirurgião-dentista previstas na Lei Federal nº 5081/66 que regula o exercício da Odontologia:

Diz esta resolução editada pelo Conselho Federal de Odontologia:

CONSIDERANDO o disposto na Resolução CFO nº 020/2001 que normaliza perícias e auditorias odontológicas em sede administrativa;

CONSIDERANDO os termos da Lei Federal nº 9656/98 que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde;

CONSIDERANDO o previsto no Código de Ética Odontológica, Capítulo II, artigo 5º, incisos V e IX;

CONSIDERANDO o disposto no artigo 7º, Capítulo V, do Código de Ética Odontológica;

CONSIDERANDO os termos da Portaria ANVISA 453/98, Capítulo II, itens 2.2, 2.3 e 2.5;

CONSIDERANDO o inciso I, do artigo 4º, Capítulo II – Da Política Nacional de Relações de Consumo, do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº 8.078/1990);

CONSIDERANDO o inciso I, artigo 6º, Capítulo III – Dos Direitos Básicos do Consumidor, do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº 8.078/1990);

CONSIDERANDO o artigo 8º, da Seção I – Da Proteção à Saúde e Segurança, do Capítulo IV – Da qualidade de Produtos e Serviços, da Prevenção e da Reparação de Danos, do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº 8.078/1990); e,

CONSIDERANDO a Resolução CONSU 08, de 04.11.1998,


RESOLVE:

Art. 1º. Fica vedado o uso indiscriminado de Raio X com finalidade, exclusivamente, administrativa em substituição à perícia/auditoria e aos serviços odontológicos.

Art. 2º. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação na Imprensa Oficial, revogadas as disposições em contrário.


Rio de Janeiro, 12 de maio de 2010.

JOSÉ MÁRIO MORAIS MATEUS, CD
SECRETÁRIO-GERAL

AILTON DIOGO MORILHAS RODRIGUES, CD
PRESIDENTE

Fontes :

www.cfo.org.br – Conselho Federal de Odontolia
www.bb.com.br – Banco do Brasil
www.odontologia.com.br
Agência USP de Notícias


AUSSESP

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PROCON QUESTIONA A NORMATIZAÇÃO REALIZADA PELA ANS.

novembro 1st, 2010

imagesca95quomLeia e entenda porque a ANS esta deixando os usuários de planos de saúde em situações constantes de desvantagens, confira abaixo o ponto de vista colocado pelo diretor do PROCON de Campinas.


 

” Diretor do PROCON, Diego Juliani, põe norma  anunciada pela ANS  em dúvida.
O diretor do Procon de Campinas, Anderson Gianetti, não acredita que a nova norma da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) irá beneficiar completamente os usuários. “De onde vem o mérito do número de dias para cada atendimento? Tudo depende de cada situação, às vezes a consulta para uma especialidade que era atendida em quatro dias pelo convênio, vai passar a ter um prazo de até sete, dado pela ANS, e nesse caso já não seria bom para o consumidor, talvez os tempos sejam muito elásticos, vão dar mais flexibilidade aos planos”, esclarece.
Entretanto, Gianetti ressalta que as pessoas podem acionar os planos de saúde independente da nova instrução normativa. “O artigo 39 do código do consumidor, que fala sobre as práticas abusivas, em seu inciso 12, proíbe que as empresas deixem de estipular um prazo para cumprir sua obrigação


No ano passado, o Procon campineiro recebeu cerca de 35 mil reclamações relacionadas a todos os setores, mas desse número, apenas 1% estava ligado aos planos de saúde. “As pessoas não nos procuram, e quando isso acontece a questão é resolvida rapidamente. Esse ano também tivemos poucos casos”, completa o diretor.

O mesmo foi constatado pelo diretor do órgão em Americana, Luis Fernando Feltrin. “Mandamos os casos para a ouvidoria e o problema termina, também tivemos poucas reclamações esse ano”.

Vitória
Contudo, no mês passado, um dos casos chamou a atenção da população, já que juntamente com algumas ONG´s (Organizações Sociais), o Procon de Campinas venceu uma ação contra a filial da Unimed no município, referente à aplicação de reajustes em planos anteriores a Lei 9656, de 3 de junho de 1998, que estabeleceu inúmeros requisitos para que os convênios pudessem operar, definindo novas diretrizes contra os abusos praticados pelas empresas.

“Em 2004 eles reajustaram em 50% o valor dos planos individuais anteriores a lei, o que não é permitido, pois os mesmos devem ser feitos levando em consideração os índices estabelecidos pela ANS ou INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor); havia contratos que eram omissos a isso”.

A justiça determinou em duas instâncias que os contratos antigos deveriam ser reajustados pelo INPC, que é considerado o melhor para o consumidor, enquanto os novos seguiriam o valor estabelecido pela ANS. Ainda cabe recurso, porém Gianetti acredita que o fato é uma vitória. “Para nós foi muito importante, é uma das primeiras decisões do país que considera na justiça a aplicação do INPC para os contratos anteriores a Lei”, finaliza.”

fonte – O LIBERAL

AUSSESP

 


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ANS É CRITICADA PELO JORNAL CORREIO BRAZILIENSE. AUSSESP ASSINA EMBAIXO.

novembro 1st, 2010

imagesca4kggzg2O jornal Correio Braziliense publicou nesta segunda-feira 01 de novembro, sua matéria citando vários assuntos já divulgados pela AUSSESP como, falta de atuação da ANS para solucionar  problemas rotineiros que se estendem sem solução, sua diretoria estar composto por ex-diretores de operadoras de planos de saúde e falta de atuação na intermediação entre operadoras e prestadores de serviços em especial a classe médica.

VEJA O CONTEÚDO COMPLETO DA MATÉRIA DO JORNAL CORREIO BRAZILIENSE

por- Gustavo Henrique Braga

 

“A legislação ineficaz, agravada pela leniência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tem levado o sistema privado de saúde a um patamar tão caótico quanto aquele em que se encontra o sistema público. A farra das operadoras e seguradoras é generalizada: negativa de cobertura injustificada, rede credenciada aquém do necessário, demora de meses para a marcação de consultas, reajustes abusivos, além de descredenciamento constante de médicos por motivo de baixa remuneração figuram na lista dos problemas mais comuns enfrentados pelos usuários. O resultado é que o atendimento de qualidade se transformou em um privilégio para poucos, a custo de quantias astronômicas, sob pena de o paciente ficar com sequelas ou até morrer.





Maria da Conceição Freitas da Silva, 39 anos, moradora de Ceilândia, relata que luta há cerca de oito meses para conseguir autorização do plano para fazer o procedimento de ureterotomia, necessário para dar continuidade ao tratamento que ela realiza desde que removeu um dos rins. Apesar de gastar quase R$ 600 por mês, com dois planos de saúde, sem contar os impostos que deveriam ser revertidos em atendimento pelo sistema público, ela corre o risco de perder o único que rim que tem devido à burocracia do sistema.



Maria da Conceição luta há oito meses pela autorização para uma ureterotomia - (Adauto Cruz/CB/D.A Press)
Maria da Conceição luta há oito meses pela autorização para uma ureterotomia

 


“O médico que fazia o meu tratamento, há sete anos, pela Geap, não aceita mais o plano, sob alegação de baixa remuneração. Com isso, em fevereiro, contratei a Sul América, seguradora pela qual o médico que quero atende, mas eles não autorizam o procedimento sem qualquer justificativa plausível”, desabafou. Fora do plano o gasto para o tratamento de Maria supera os R$ 10 mil. “Já tentei reclamar com a ANS, mas a agência cobrava tantos detalhes, como os códigos do médico, do hospital e do plano, que desisti diante da burocracia. A data de troca do cateter venceu há dois meses e não sei mais o que fazer para não perder o rim”, emendou.





Procurada pelo Correio, a Sul América afirmou que recebeu o pedido de autorização do procedimento em 13 de agosto e que todo o processo ocorreu dentro das normas e prazos estabelecidos pela ANS. A companhia disse ainda que o pedido foi atendido em 18 de outubro. Maria, entretanto, contesta a resposta da Sul América. “Quando eu ligo, eles dizem que está tudo certo, mas na hora de marcar o procedimento, a equipe do hospital afirma que o plano não autorizou”, afirmou.

A advogada Juliana Ferreira, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), disse que, para aumentar a garantia contra os planos, o usuário deve exigir uma cópia e a lista atualizada dos prestadores credenciados antes de assinar o contrato: médicos, hospitais e laboratórios, já que esta relação faz parte do acordo. “As informações e ‘promessas’ do corretor obrigam a operadora a cumpri-las, por isso o vendedor deve escrever os benefícios prometidos que não constam no documento”, orientou. Feito isso, o consumidor terá melhores condições de vencer uma ação na Justiça contra a operadora em caso de eventuais abusos.

Gritaria geral
A insatisfação com os planos e com a agência reguladora também é evidente entre os profissionais de saúde. A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) cobra da ANS uma intermediação no relacionamento entre a categoria e as operadoras para evitar os abusos que têm
levado a um descredenciamento generalizado seja qual for a empresa ou a região do país, a exemplo do que ocorreu com o médico de Maria da Conceição, que se recusou a atender pela Geap. “Não há condições de um médico receber cerca de R$ 25 por consulta, como ocorre na maioria dos casos. Isso é pagar para trabalhar”, criticou Cid Carvalhaes, presidente da entidade.

Os médicos acusam ainda o fato de as diretorias da agência serem ocupadas por ex-executivos das operadoras. “Não é ilegal, mas é, no mínimo, inadequado que alguém com uma relação tão próxima das empresas tenha o papel de fiscalizá-las”, emendou Carvalhaes. A ANS contrapõe que não tem atribuição legal para regular diretamente os prestadores de serviços de saúde (médicos, hospitais, clínicas) que atendem os beneficiários de planos.

“A agência atua na regulação da relação entre esses dois atores (planos e prestadores) do setor. Além de exigir a assinatura de contrato entre as partes e de definir alguns de seus termos indispensáveis, a ANS criou, no início do ano, dois importantes grupos de trabalho: um para tratar da remuneração de hospitais e outro para discutir a questão dos honorários médicos”, disse a ANS, em nota.

Com relação à proximidade da diretora com os planos, a reguladora explica que todos possuem experiência em suas áreas de atuação. “É importante salientar que a nomeação dos diretores é feita pelo Presidente da República, após sabatina na comissão de assuntos especiais e aprovação na plenária do Senado”, complementa a ANS. Já a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) limitou-se a dizer que a relação entre médico e operadora é de livre negociação para cada empresa.

PROTESTOS
O problema é tão disseminado que diversas associações de especialidades médicas espalhadas pelo Brasil planejam ou já fizeram protestos contra os planos nos últimos dias. O movimento é tamanho que a Fenam não duvida que, em breve, seja possível negociar uma mobilização nacional. Na terça-feira passada, por exemplo, as entidades médicas fizeram um protesto, em Brasília, para chamar a atenção de parlamentares, gestores e da opinião pública para os problemas na saúde. Já no último dia 21, os anestesiologistas de São Paulo cruzaram os braços por 24 horas, cobrando melhores salários.

Fique esperto
Sempre que o atendimento é mais complexo ou mais caro, ou sempre que o usuário é idoso ou portador de alguma patologia ou deficiência, existem muitas barreiras para o atendimento. Por consequência, quando o tratamento é negado ao paciente, esse precisa recorrer ao SUS. No entanto, todos os usuários, de qualquer tipo de plano de saúde, estão respaldados pela lei e têm direito a:

» Informações claras e adequadas sobre os serviços, com especificação correta a respeito da qualidade e do preço, bem como todos os direitos e obrigações;

» Redação dos contratos com clareza e destaque para as cláusulas que possam limitar direitos;

» Proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, contra métodos comerciais coercitivos ou desleais bem como práticas e cláusulas abusivas (um exemplo é o aumento da mensalidade sem justificativa);

» Modificação das cláusulas contratuais que levem a prestações excessivamente onerosas;

» Prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais.

OBS: mesmo após a Lei dos Planos de Saúde e a criação da ANS, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) continua sendo a principal legislação usada pelo Poder Judiciário nos julgamentos de ações movidas contra planos de saúde.

Fonte: Idec



 

 

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PLANO DE SAÚDE É OBRIGADO PELA JUSTIÇA A COBRIR REMÉDIO IMPORTADO

novembro 1st, 2010

imagesA justiça paulista concedeu liminar em favor de um segurado do Bradesco Saúde, portador de esclerose múltipla lateral, que teve negado pelo plano de saúde o fornecimento do medicamento importado Ampyra, ainda não registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A 16º Vara Cível de São Paulo entendeu não ser admissível o plano impor limites no modo de tratamento dos pacientes, e estipulou que a empresa fornecesse ao consumidor o medicamento, última opção para o tratamento da doença.
A falta de registro na Anvisa, que muitas vezes ocorre por falta de tempo ou burocracias, impede que o medicamento seja comercializado no País.
Responsável pelo caso, o advogado Otávio Albrecht, associado ao escritório Palópoli Advogados Associados, afirma que a decisão, de julho deste ano, é a primeira sobre o tema de que tem notícia e deve abrir precedentes de vitória para os consumidores em casos semelhantes. “A decisão, uma novidade, é boa para os médicos, que, mesmo tendo ciência de remédios inovadores, ficam frustrados por não ser possível o melhor tratamento”, diz.
Segundo o advogado, também são frequentes os pedidos de remédios não registrados na Anvisa em casos de tratamento de câncer – uma quimioterapia via oral. “Estamos entrando com ação nos mesmos moldes para o consumidor conseguir esse medicamento”, diz Albrecht.
No caso analisado, o paciente gastaria R$ 5.000 por mês para importar o remédio, o que poderia ser feito por intermédio de uma empresa, a qual importaria o medicamento já no nome do consumidor. “A justiça geralmente concede pedidos dos pacientes por entender que o que é necessário para a saúde os planos são obrigados a cumprir”, afirma Albrecht.
E foi o que aconteceu. A liminar garantiu o fornecimento do remédio em 48 horas, pelo tempo em que o médico achar necessário o tratamento, sob pena de multa diária de R$ 5.000. “A decisão abre possibilidade de tratamento com medicamentos vendidos no mundo. O Ampyra já é inclusive registrado em toda a Europa, que tem um padrão maior para liberação”, diz. Para ele, o interesse do consumidor prevaleceu sobre o interesse econômico do plano.
O advogado José Luiz Toro, do Toro e Advogados Associados, discorda que a decisão abra precedentes porque ela é contrária à recomendação 31 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
No item I-b.2 da norma, editada em março de 2010, pede-se que os Tribunais de Justiça dos estados e os Tribunais Regionais Federais orientem os magistrados a evitar “autorizar o fornecimento de medicamentos ainda não registrados pela Anvisa, ou em fase experimental, ressalvadas as exceções expressamente previstas em lei”. “Essa decisão vem de encontro à recomendação do próprio CNJ, criada após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesse sentido”, diz.
Toro destaca que a recomendação se aplica não só ao poder público, mas a todo o sistema de saúde. O advogado prevê que a decisão, ainda passível de recurso pela operadora, possa ser reformada. “Ela não é um precedente porque há grande chance de que seja modificada”.
O especialista afirma não ter conhecimento de outras decisões semelhantes para planos de saúde privados, mas que a discussão é comum na esfera pública, quando o SUS é compelido a arcar com custos de medicamentos ainda sem registro.
Segundo Albrecht, ainda não foi protocolado recurso contra a decisão. O advogado reconhece a possibilidade de que o Judiciário resguarde a legitimidade da Anvisa e negue outros recursos.

Fonte: DCI

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Seguro Saúde, inexistência de oferta dos contratos Individuais e Familiares.

novembro 1st, 2010

noticia03_03_2009Você já tentou contratar um SEGURO SAÚDE Individual ou familiar?

Estamos novamente denunciando às autoridades competentes, ou seja, à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que o “Fenômeno Estratégico Comercial” que vem acontecendo há anos está totalmente fora de controle e prejudicando os usuários de planos.

 

  A extinção da oferta dos contratos Individuais e Familiares.
Nosso foco será inicialmente  nas Seguradoras Especializadas em Seguro Saúde, elas simplesmente não comercializam planos de saúde na modalidade pessoa física, como se isto fosse de sua livre competência e não tivesse normatização sobre o assunto.

Pelo que sabemos uma das obrigatoriedades para uma operadora obter o registro junto a ANS é a oferta do “PLANO REFERÊNCIA”, e ofertá-lo primeiramente, segundo a Lei. Sendo assim como é que ficam estas práticas abusivas e ilegais segundo a visão do órgão fiscalizador?

 

Dentre as operadoras que há tempos não comercializam os planos individuais estão : Bradesco Saúde, Sul América Saúde, Marítima Saúde, Seguros Unimed, Porto Saúde, Unibanco Saúde e outras de menor expressão.

 

O problema é bem simples: estas seguradoras buscam fugir da regulação da ANS, ofertando sòmente Planos Empresariais, uma vez que os aumentos, nesse segmento, não sofrem interferência da agência, segundo a  Lei . Ficam livres para serem discutidos entre as operadoras e as empresas contratantes e doa a quem doer, se a empresa não aceitar os reajustes, a renovação do contrato não acontece. Parece simples e democrático, mas não funciona bem assim. Este ano tem seguradora aplicando aumentos que chegam a 50% sobre as faturas e respectivamente aos funcionários que participam com parte do pagamento.São os chamados de Contrato CONTRIBUTÁRIO.

 

Com a diminuição da quantidade de operadoras que atuam no mercado, as Gigantes estão nadando de braçadas e as empresas contratantes cada vez mais reféns de práticas abusivas, começando com imposições de mecanismos de regulação, passando por altos índices de reajustes e chegando ao próprio cancelamento do contrato.

E só por curiosidade: e as pessoas que estão em tratamento, com é que ficam?  

Efetuaremos um levantamento das operadoras, sejam elas Seguradoras, Medicina de Grupo, Filantropia ou Cooperativas, que de alguma forma estão discriminando e prejudicando os usuários de planos de saúde e respectivamente o mercado de saúde suplementar e no inicio de 2.011, publicaremos seus nomes visando orientar os usuários a não firmarem contratos com as mesmas.

 

Em 22 de junho passado a justiça baiana concedeu liminar que obrigou a Bradesco Saúde a ofertar Planos Individuais e/ou Familiares veja o resumo desta notícia.

Órgãos de defesa do consumidor e o Ministério Público da Bahia pressionam as operadoras de planos saúde a voltarem a comercializar coberturas individuais e familiares. O juiz Benício Mascarenhas Neto, da 26ª Vara dos Feitos das Relações Cíveis, de Consumo e Comerciais da Comarca de Salvador, concedeu liminar, segunda-feira, 22, obrigando o Bradesco Saúde a incluir estes planos entre os serviços prestados pela empresa em Salvador. A decisão não é inédita e cabe recurso.A Justiça baiana acatou ação civil pública do MP-BA, que considerou inconstitucional a oferta exclusiva de planos coletivos associados a pessoas jurídicas. Isto porque, para o MP-BA, os serviços privados de saúde suplementam a atuação do poder público, e as empresas devem respeitar os princípios de universalidade, igualdade e ontinuidade.

Fonte- Iracema Chequer/Agência A TARDE

 

Está na hora desta matéria ser tratada com mais objetividade ou só nos restará, também, recorrer ao Ministério Público para algo ser definitivamente resolvido.

 

AUSSESP

 

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CONHEÇA AS PRINCIPAIS RECLAÇÕES SOBRE OS PLANOS DE SAÚDE OCORRIDAS JUNTO A AUSSESP

outubro 29th, 2010

imagescarw2x4cOs índices das principais reclamações ocorridas nos últimos doze meses pelos usuários de planos de saúde. Estes números incluem todas as reclamações efetuadas por usuários e associados das mais variadas regiões e Estado do Brasil. Foram denúnciadas centenas de operdoras atuantes nos segmentos Médico e Odontológico, dentre as elas, confiram abaixo as três mais citadas.

 

  

Foram 6.004 reclamações, entre out 2.009 a set 2.010
Qtd. Reclamação
1.886 Demora em conseguir marcar consulta.
1368 Negativa de autorização de procedimentos (Exames e Internações)
663 Falta de  médicos por especialidades.
442 Sobre o atendimento no SAC da operadora.
379 Aumentos abusivos.
337 Demora prolongada na liberação de cirurgias.
304 Descredenciamento de médico conveniado sem aviso prévio.
247 Mau atendimento pelo médico credenciado.
186 Mau atendimento pelo  hospital credenciado.
85 Cancelamentos indevidos de contratos.
63 Inexistência de especialista na rede credenciada do convênio.
38 Falta de atualização da lista credenciada pela operadora.
6 Descredenciamento de hospitais credenciados sem aviso prévio.
   
As três operadoras que mais geraram reclamações dentre todas as citadas pelos usuários/associados:
Posição Operadora

SAMCIL Planos de Saúde

Unimed Paulistana

Medial Saúde
   

 

Repasse esta matéria a seus amigos e conhecidos.

AUSSESP


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MÉDICOS SÃO PROÍBIDOS DE INDICAR AOS SEUS PACIENTES A MARCA DA PRÓTESES OU ÓRTESES DE SUA PREFERËNCIA.

outubro 26th, 2010

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Este assunto é polêmico só de pensar. Visando principalmente evitar conflitos de interesses entre médicos, operadoras de Planos de Saúde e fabricantes (fornecedores) de próteses e/ou órteses, que por sua vez alguns chegam ao cúmulo de pagarem comissões por indicações de seus produtos, o Conselho Federal de Medicina atendeu às solicitações da ANS que há anos discutia os métodos e práticas aplicadas nestes procedimentos.Embora já editada a Norma Regulamentando a matéria, o resultado só será conhecido na prática, infelizmente. O seu médico-cirurgião não pode mais indicar a MARCA do produto/material que ele tem preferência , de certa forma faz sentido se não fosse tão complexo, porém sabemos que existe muito mais a se acrescentar nesta discussão, as coisas não são tão simples como parecem. Somente as características do produto devem ser incadas. Isso parece à história dos medicamentos Genéricos (idêntico ao da MARCA famosa), porém a diferença é que os médicos foram  orientados a receitarem somente o princípio ativo e será que não seremos atendidos por Similares (parecido com a MARCA famosa, mas não igual), o remédio você compra na farmácia de sua preferência e a próteses e/ou órteses quem irá comprar do fornecedor, o usuário, a operadora ou o hospital. É lógico que existem industrias no Brasil que para determinados tipos de próteses ou órteses são tão seguras quanto as “ditas” importadas de alta qualidade, mas será que estas terão seus custos mais em conta, a ponto de serem cobertas pelos nossos convênios?

Desde os primórdios em 1.998 da Lei 9656, médicos e convênios sempre discordaram sobre esta questão, as operadoras buscavam e continuarão  em busca de formas para reduzirem suas despesas, visto se tratar de produtos com valores vultosos. Exemplo, em função do tipo de material e tecnologia empregada   uma próteses ou órteses pode ter seu custo multiplicado várias vezes em função das mais “baratas”. Algumas condutas já foram adotadas por operadoras de médio e grande porte, como comprar médicas/hospitalares de um determinado hospital credenciado ou referenciado, descredenciando os demais para aquele tipo de procedimento, visando unicamente conseguirem descontos juntos de a seus prestadores de serviços que se dispuseram  a aceitarem a proposta sugerida.  Inclusive direcionando de forma abusiva seus beneficários para um determinado hospital, tirando-lhe o direito de escolha dentro de sua rede credenciada de outro de sua preferência. Exemplo, A operadora elege o hospital X para realizar todas as cirurgias referentes a cirurgia de coluna, por esta exclusividade o hospital lhe concede um valor menor que cobraria. O detalhe é que quando compramos o plano de saúde, a operadora apresenta um livro com cinco hospitais credenciados na condição de Atendimento GERAL e depois age como exeplicado acima. Referente ao assunto em questão algumas operadoras é que compram do distribuidor as próteses ou órteses solicitadas pelos médicos. Muitas vezes, os planos de saúde chegam a se entrometerem até no método que o médico cirurgião pretende adotar em seu paciente, inclusive questionando uma série de ítens solicitados, até na quantidade de parafusos que deverão ser utilizados no procedimento para fixação. Não sabiam disto, pois é a dura realidade e comum de acontecerem. O médico precisa ficar explicando e justificando seu pedido até durante a cirurgia. Um absurdo que acontece quase sistematicamente.

Cansamos de receber reclamações de associados que alegaram que o plano de saúde informou que só arcaria com uma parte dos materiais solicitados pelo cirurgião,  o restante teria que desembolsar, isto é corriqueiro e um ato abusivo que vive gerando ações judiciais. Detalhe, dificilmente o usuário perde este tipo de ação, por sinal nunca tivemos um caso onde a operadora na posição de réu tenha conseguido ganhar parcilamente uma causa.

A Lei determina a cobertura pelas operadoras de Planos de Saúde Suplementar de próteses e órteses, ligadas a ato cirúrgico, sejam, Nacionais ou Importadas Nacionalizadas, não as que são mais convenientes aos demais protagonistas do setor, exceto o paciente. A questão não se trata de ser ou não mais barata se uma é melhor que a outra  e sim a mais segura e que proporcionará melhores condições para a vida da PESSOA  que irá recebe-la, só isto.

Já escutamos dezenas de vezes que em muitos casos as próteses Importadas e de determinados fabricantes possuem qualidade bem superior as Nacionais, será que isto é mito ou realidade? Será que as empresas NACIONAIS se equiparam as renomadas empresas INTERNACIONAIS no segmento de fabricação destes produtos, com investimentos a altura no campo da pesquisa, desenvolvimento, tecnologia e períodos de testes, será isto fato ou preconceito criado pelos médicos cirurgiões para ganharem comissões por indicação? Será que as próteses e órtese utilizadas atualmente em nós que temos um plano de saúde que bancará nossas despesas  sejam  elas as nacionais ou importadas nacionalizadas estão acompanhando o que têm de mais moderno e eficaz no mundo.

Fazemos estas perguntas, por sabermos que os valores referentes aos processos de responsabilidade civil ou de erros médicos, sejam por culpa ou dolo que ocorrem em países onde as Leis são duras e implacáveis, geram indenizações milionárias, inclusive sob o risco de pena de reclusão aos envolvidos, aqui impera a impunidade . Nem as multas que são aplicadas pela ANS às operadoras, único meio de disciplinar as operadoras infratoras sem precisar de atitudes extremas são pagas. Somente 2% das  multas que foram aplicadas na ultima década pela Agência responsável pela fiscalização foram pagas, valor destas multas somados 750 milhões de reais, onde somente 15 milhões foi pago.

A pergunta que não quer calar?

Será que as orientações dadas aos médicos e as regras do jogo que a ANS estabeleceu serão seguras para nós simples mortais, ou poderemos vir a nos tornar vítimas novamente de atitudes que visam equilíbrios e interesses exclusivamente  econômicos.

Conhecemos as preocupações das operadoras, realmente alguns médicos se permitem fazer parte da ciranda financeira que gira em torno desta órbita de comissões, má conduta profissional e desonestidade. Existem fraudes e que as operadoras precisam se proteger deste círculo vicioso, mas repudiamos acreditar que  a grande maioria dos médicos se prestem a estas práticas, seria como viver em um mundo sem acreditar em mais ninguém, nem no próprio médico. No fundo as Operadoras, o CFM e a ANS sabem que existe fundamento no que muitos médicos dizem com referência a este assunto de próteses e órteses . A preocupação se fundamenta quando temos conhecimento e desconfiança de como e com que finalidade certos procedimentos não são incluídos  rol de cobertura dos respectivos segmentos que a ANS elenca. Aí perguntamos e ninguém explica:  Porque será que muitas cirurgias que poderiam ser realizadas por vídeolaparoscopia não são cobertas, submentendo os menos abastados a se arriscarem em cirurgias abertas. Porque os transplantes de coração, fígado e pulmão não são cobertos. Porque ainda existem limites para cessões de terapia, se a própria Lei fala sobre a proibição de imposição de mecanismos de regulação, como nos casos e condições para se conseguir ir a um psicólogo, a uma nutricionista e outras. É difícil entender de que lado a ANS realmente árbitra e protege. Dizer que faz  tudo de forma legal, ninguém está dizendo nada contrário, que  submete as mudanças atravez da Camâra Suplementar, que realiza consultas públicas e assim cumpre seus protocolos, inquestionável. Mas querer nos fazer acreditar ou passar a imagem que cumpri seu objetivo principal com nós usuários é uma história bem diferente, aqui ninguém é troxa.  É só verificar quem define os participantes que podem ou não particpar da composição da Câmara Suplementar, quem vai definir e dar a palavra final sobre os temas e sugestões que são por ela sugeridos e veremos o processo democrático que estamos submetidos.

Diante do cenário que se formou, mais uma vez a impressão é que os médicos  perderam mais uma batalha para as operadoras, mas ainda não perderam a guerra, nós usuários estamos nos juntando, organizando e fiscalizando o que vem ocorrendo e um dia quem sabe em breve, veremos se nossa união não mudará este quadro. Sem nosso dinheiro, operadora de planos de saúde alguma se sustentará, bastará pedir para que todos os usuários de uma determinada operadora que não respeita seus usuários, realizem uma só consulta dentro do mesmo mês e veremos onde vai parar suas despesas que tanto as preocupam. O abuso e humilhação a que somos submetidos precisa acabar. Estamos a favor de todos os médicos cirurgiões ou não e das operadoras sérias e éticas que cumprem a Lei,  desde de que busquem o melhor para a nossa prevenção, manutenção e à reabilitação. No contraditório contra todos os que de alguma forma ou interesse tentam impedir esta conduta profissional, ética e moral e que só visem o lucro.

A justiça será acionada inclusive atravez do Ministério Público toda vez que as coisas saírem dos límites aceitáveis, não existe nenhuma pessoa, entidade seja pública ou privada que possa estar acima dos direitos constitucionais de um cidadão.Os brasileiros evoluíram quanto ao conhecimento de seus direitos e agora não aceitam mais  serem iludibriados. Acreditamosos no Poder Judiciário deste país, nos Procon’s, no CFM, e nos CRM, já na ANS tá difícil enxergar algo que realmente demonstre que nossa desconfiança está infundada. Desde da saída do ex- presidente Januário Montone quase nada aconteceu, só perfumarias, uma coisinha aqui e outra alí. ANS demostrem trabalho, resultados concretos e deixem de enrolação, cada vez que vocês pensam por aí, aumenta a mensalidade para os usuários aqui. Vocês desobrigaram as operadoras a cobrirem o segundo implante auditivo que o SUS já não fazia, prejudicaram os deficiêntes auditivos. Incluiram algumas coberturas no rol de procedimentos e deixaram outras importantíssimas de fora, não conseguem receber as multas que aplicam, o PAC ( PAC – Plano de Incentivo à Adaptação Contratual RN 64) foi um fracasso, Criaram a Portabilidade somente para os planos Individuais sendo que 75% dos usuários fazem partes de contratos coletivos e mesmo assim não resultou em nada, agora vem a segunda versão deste projeto. Criaram uma tal de Administratora de Benefícios que nem vocês entendiam, quer dizer só vocês sabem o porque foi criada, pergunta: Quantas existem registradas e quem são, nós sabemos, o ressarciamento ao SUS também é um fracasso, precisamos continuar. O dia que conseguirem ter a credibilidade de o Procon tem, será o dia que realmente terão conseguido atingir o objetivo para que foi criada.Lembrem-se disto antes de ficarem achando que não tem ninguém observando e acompanhando o que vem acontecendo no setor da Saúde Suplementar.

Fechamos o assunto relacionado as próteses e/ou órteses sem sabermos por enquanto sobre o que foi estabelecido e nos impultado se irá ou não ser prejudicial, se realmente estamos seguros, mas algumas  coisas estão claras, os médicos novamente foram submetidos, não por serem orientados a não mencionar a MARCA, isto tem fundamento e esta correto, mas ao poder econômico de grandes operadoras lhes demonstrando o poder e força atravez de forma subjetiva. A ANS conseguiu um objetivo antigo e esperamos que o CFM tenha nos protegido. Não somente com as ferramentas para resolver os possíveis conflitos que surgirão como o tal do ÁRBITRO, pois na pratica poderá não funcionar. A maioria dos contratos de planos de saúde possuem cláusula que permitem a criação de Junta médica, formada por três médicos, o do usuário, outro da operadora e um desempatador para os casos de divergência,  não funciona.  O árbitro deverá funcionar da mesma forma que o direito a portabilidade que os usuários foram agraciados no ano passado pela ANS, com muita propaganda e quase nada de resultado prático e que novamente esta em consulta pública até 20 de novembro, pois alega que as medidas tomadas anteriormente não foram suficiêntes.A quantidade de problemas que por ventura começarem a aparecer, serão nosso balizador do que aqui estamos demonstrando nossa preocupação.

Lembramos aos nossos associados que o Código de Defesa do Consumidor e a própria Constituição Federal nos tranquilizam quanto a possíveis perdas e riscos. Estamos prontos a defende-los em todos os tribunais deste país, quando o diagnóstico de seu médico  estiver fundamentado e a operadora se negar a cobrir suas despesas, independente das alegações e normatizações. Toda pessoa tem o direito de tentar se curar ou até sobreviver quando possui uma doença ou lesão que ponha em risco sua saúde.

AUSSESP

 

Comentem em nosso site sobre esta matéria e repassem a seus amigos, familiares e todos que conhecerem, o assunto é muito sério. Estamos sendo vistos por milhares de pessoas, orgãos de Imprensa e inclusive por operadoras que se cadastraram em nosso site e passaram a  nos seguir pelo twitter.com/aussesp10 , demonstre seu interesse e atitude para que possamos continuar acreditando que nosso trabalho esta valendo a pena, que esta ASSOCIAÇÃO  tem motivos e aliados para continuar importunando quem fere nossos direitos.


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ANS busca regulamentar e expandir o Mecanismo de Portabilidade de Planos de Saùde CONSULTA PÙBLICA 34

outubro 26th, 2010

imagesca9sck5cQuem quiser participar da audiência pública, poderá encaminhar suas propostas e sugestões para ANS no site http://www.ans.gov.br ou por meio de carta para o endereço: rua Augusto Severo, nº 84, 12º andar, Glória, Rio de Janeiro (RJ), com indicação do assunto Consulta Pública n° 341 – Extensão da Portabilidade.

cosulta-publica7O que é uma Consulta Pública e para que serve?

Resposta: Através da Consulta Pública, a ANS apresenta à sociedade uma minuta ou  versão inicial de uma norma legal, acompanhada de exposição de motivos para  sugestões e críticas, que serão avaliadas pela ANS e poderão ser  consideradas no texto final da norma.

Somente aqui temos como realizar sugestões e críticas, quem se omiti ou não participa depois não adianta reclamar.

CONSULTA PÚBLICA NÚMERO 34

DATA DA ABERTURA 21/10/ 2.010

ENCERRAMENTO 20/11/ 2.010

Exposição de Motivos para a publicação da Resolução Normativa sobre a extensão e a flexibilização das regras para a mobilidade com portabilidade de carências

De acordo com o inciso XXXII do artigo 4º da Lei n.º 9.961 de 2000, a Agência Nacional e Saúde Suplementar (ANS) tem, dentre suas atribuições, a de adotar as medidas necessárias para estimular a competição no setor de planos privados de assistência à saúde.

Nesse contexto, merece destaque a questão da carência, disciplinada pelo inciso V do art. 12 da Lei n.º 9.656 de 1998 que prevê os seus períodos máximos.

A ausência de um mecanismo de portabilidade tornava o mercado pouco dinâmico e inibia a concorrência no setor. Dessa necessidade nasceu a regulamentação da Mobilidade com Portabilidade de Carências, através da Resolução Normativa – RN n.º 186, de 14 de janeiro de 2009.

O referido normativo reúne um conjunto de diretrizes com vistas à redução dos custos de transação pertinentes ao cumprimento de novo período de carência por parte dos beneficiários que já possuem um plano de saúde individual ou familiar novo ou adaptado, desde que sejam atendidos certos requisitos capazes de evitar eventuais comportamentos oportunistas dos diversos agentes do mercado, com o objetivo estimular a concorrência no setor de saúde suplementar.

Após um ano da regulamentação da Portabilidade de Carências, verificou-se a necessidade de ampliar as regras existentes, a fim de permitir que um maior número de beneficiários tenha acesso a esse importante instrumento de estímulo à competição no setor.

Considerando esse cenário, a ANS realizou estudo para a ampliação e flexibilização das regras da portabilidade, culminando com a apresentação em Câmara Técnica das seguintes propostas de alteração na norma vigente:

- Deixar de exigir a “Abrangência Geográfica” como critério para a compatibilidade entre produtos;

- Ampliação do período para o exercício da portabilidade de 2 para 4 meses;

- Redução do prazo de permanência de 2 para 1 ano a partir da segunda portabilidade;

- Extensão da Portabilidade de Carência aos Planos Coletivos por Adesão;

- Criação da Portabilidade Especial;

- Ampliação das Informações sobre o Plano.

Em paralelo, a ANS identificou a necessidade de aperfeiçoamento de aspectos operacionais da RN n.º 186, , de 14 de janeiro de 2009, com o objetivo de conferir celeridade ao processo, garantindo a segurança jurídica das partes envolvidas. Essas medidas também estão previstas na minuta de Resolução Normativa que ora se apresenta.

Diante disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar coloca em Consulta Pública a proposta de alteração da Resolução Normativa, que dispõe sobre a ampliação 2 e flexibilização da regulamentação da mobilidade com portabilidade das carências previstas no inciso V do art. 12 da Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998, excluindo a possibilidade da imposição de cobertura parcial temporária. A minuta de Resolução Normativa fica disponível para contribuições por parte da sociedade civil no período entre 21 de outubro de 2010 e 20 de novembro de 2010.

Para melhor compreensão do tema, além da presente Exposição de Motivos, foram disponibilizados dois arquivos, um com as propostas de alteração na RN n.º 186, de 2009 e outro com a citada Resolução Normativa já consolidada com as sugestões de alteração.

AUSSESP ESTAREMOS ENVIANDO NOSSA CONTRIBIÇÃO E SUGESTÕES NO DIA 18 DE NOVEMBRO, SE QUISER NOS ENVIAR A SUA, FAÇA ATÉ O DIA 17 DO PRÓXIMO MÊS.

Nós Fazemos nossa parte, faça você a sua PARTICIPANDO!

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Planos de Saúde tem 7 DIAS para marcar sua Consulta – Só vendo pra Crer- Denúncie ANS 0800 7019656.

outubro 8th, 2010

untitled1Depois de várias denúncias e reclamações que fizemos através de emissoras de rádio, televisão e fortemente neste site, sendo a última em seis de junho deste ano com o título: CONSEGUIR UMA CONSULTA POR CONVÊNIO ESTA SENDO UMA TRAGÉDIA (leiam), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou através de seu diretor Alfredo Luiz de Almeida Cardoso
Diretor Interino de Normas e Habilitação de Produtos ,que as condições de atendimentos que se referem às
marcações de consultas, autorizações para realização de exames e liberações de cirurgias eletivas estarão regulamentadas assim que publicadas no diário oficial, veja quais são estes prazos:


Consulta em : pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, cardiologia e ortopedia e traumatologia até 7 DIAS.
Demais Especialidades Médicas até 14 DIAS.
Consulta de fonoaudiologia,10 dias – Consulta de nutrição,10 dias – Consulta de psicologia,10 dias – Sessão de terapia ocupacional,10 dias – Sessão de fisioterapia,10 dias – Serviços de diagnóstico por laboratório clínico, 3 dias – Serviços de diagnóstico por imagem,10 dias – Procedimentos de alta complexidade,21 dias – Internações eletivas, 21 dias – Urgência e emergência 24h,  Imediato – Consulta de odontologia,  7 dias.

Certamente as operadoras não estão preparadas para cumprir estes prazos de forma imediata, sendo assim a ANS estará fazendo “vista grossa” até o final de fevereiro do ano que vem, é o que parece. Acreditamos que esta norma seja publicada no D.O.U até o final deste mês, mas vamos aguardar.
Esta medida já é uma grande conquista para nós consumidores, esperamos que a ANS faça cumprir sua determinação sem precisar ficar dando muita “colher de chá” para as operadoras, pois se  a maioria das multas que são aplicadas pela ANS não são pagas pelas operadoras, dizer que vai se necessário suspender o Registro, Só vendo pra Crer. Mas esperamos que tudo dê certo e a população consiga cuidar de sua saúde.

Ficaremos atentos e informando sobre este assunto.

AUSSESP

AUSSESP



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IMBRA PEDIU AUTOFALÊNCIA E O SONHO DE UM SORRISO FELIZ e NOVO ACABOU.

outubro 7th, 2010

untitled-1IMBRA PEDIU AUTOFALÊNCIA E AGORA COMO PROCEDER?  Se você é cliente ou funcionário, leia esta matéria.
Vamos criar um abaixo assinado para encaminhar as autoridades competentes, isso não pode ficar sem resposta!

Se você desejar participar se cadastre em nosso site no campo DÚVIDAS E RECLAMAÇÕES ou no campo ABAIXO ASSINADO, no final da matéria, entraremos em contato via e-mail, ou envie para: aussesp10@aussesp10.org.br .

Até quando o Estado vai permitir que coisas como essas continuem acontecendo?

Isso é brincadeira, novamente se repete há história, agora com um modelo comercial diferente, mas já vivenciado por milhares de consumidores prejudicados por empresas de saúde no passado.
A IMBRA criou um modelo de atuação comercial, vendendo implantes ortodônticos a serem pagos a perder de vista,  o sonho de viver sem as “Dentaduras” esta prestes a virar um pesadelo, principalmente para quem já esta em tratamento, detalhe sem os dentes. Sorrir novamente sem medo, esta fazendo muita gente chorar de desespero.

Conseguiu ficar fora do alcance da a lei 9656/98 e de suas normas e  se aventurar ao um projeto de sonhos, porém com o dinheiro dos outros.

Se quer podemos dizer que agiu de forma ilegal, o estado lhe permite tudo isto. Está seguindo corretamente o que à legislação e as vias legais lhe permitem.

Não se trata de uma operadora de saúde suplementar Odontológica, pois não cobra mensalidade, assumindo o risco futuro, cobra por serviços a serem realizados.

Não se trata de um consórcio, embora as pessoas estejam comprando um produto comum de forma bem parcelada, senão teria que estar submetida as normas do Banco Central e Mistério da Fazenda.

Porém podemos afirmar que este modelo comercial-financeiro tem como base, uma arrecadação baseada no sistema de mutualismo. Alguém pode negar?

Desta forma, o Estado e por conseqüência o CONSU (Conselho de Saúde Suplementar) e a própria ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) também são culpados por permitirem que modelos como estes existam sem serem devidamente fiscalizados e avaliados.

Embora a IMBRA não seja considerada uma operadora de saúde suplementar Odontológica, esta submetida ao Código de Defesa do Consumidor e demais legislações pertinentes.

Daremos apoio técnico e se preciso jurídico a quem nos procurar, sejam seus clientes ou funcionários.
Lembramos que sua autofalência ainda não foi decretada pelo juiz Caio Marcelo Mendes de Oliveira da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo, desta forma esta empresa tem por obrigação continuar atendendo normalmente os termos regidos pelo seu contrato.
Aguardem até quarta-feira dia 13 de outubro, onde fixaremos neste site novas orientações.
Também nos colocamos a disposição para orientar todos os funcionários desta empresa como procederem para garantir seus direitos, caso a IMBRA tenha seu pedido acatado.

 

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PLANOS DE SAÚDE RECEBEM NOTA 4,7 DOS MÉDICOS

setembro 27th, 2010

avaliacao4Na matéria publicada em 24 de setembro deste ano, o jornal “FOLHA DE SÃO PAULO utilizou uma página inteira”PLANOS DE SAÚDE” para relatar sua pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 18 de junho e 23 de agosto, onde foram realizadas 403 entrevistas pelo telefone, o resultado não foi surpresa, se constatou o que já havíamos denunciado no início deste ano, os médicos reprovaram os Planos de Saúde que eles mesmos atendem pelo Brasil a fora, atribuindo a nota 4,7 de zero a dez como referência.
Mais de 93% dos médicos afirmaram que as operadoras de Planos de Saúde de alguma forma interferem em sua autonomia, desta forma na relação médico /paciente, isso é muito perigoso.
Entre as interferências mais comuns relatadas, uma delas é na restrição na autorização de exames e no retardamento em casos de internação e cirurgias necessárias.
A AUSSESP foi procurada pelo jornal FOLHA DE SÃO PAULO para fornecer alguns usuários de Planos de Saúde (ASSOCIADOS) que pudessem contribuir com o teor da matéria que seria publicada e assim o fizemos a jornalista Samia Mazzucco.
Foi bom o trabalho realizado e o teor da denúncia, somente um assunto nos chamou a atenção, o tópico que retrata os PIORES PLANOS POR QUESITO, segundo os médicos:
Também possuímos estatísticas que retratam este assunto e ficamos surpresos quando notamos a operadora AMIL em três dos cinco quesitos publicados e não vimos algumas outras operadoras que estão sempre em nossos dia a dia causando problemas a seus beneficiários, a UNIMED PAULISTANA por exemplo é uma destas, que sem sombra de dúvidas é a operadora que mais tem produzido reclamações em nosso site. Além de retardar de forma desumana autorizações de procedimentos, fica fritando seus beneficiários para liberar cirurgias de extrema necessidade só alegando que ainda não tem posição e para o usuário ficar aguardando, neste ponto descordamos deste destaque com referência a operadora AMIL SAÚDE INTERNACIONAL, não que ela também não gere reclamações, mas está longe de ser a PIOR.
Quanto a Medial Saúde, comprada pelo Grupo AMIL há um ano, também causa problemas de atendimento, mas também, bem menos que a GEAP SAÚDE ( AUTO GESTÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS FEDERAIS).
A GEAP SAÚDE esta sendo mencionada pelo fato da CASSI ter aparecido nesta pesquisa, ambas são operadoras de AUTO GESTÃO, ou seja, não comercializam planos e atendem respectivamente os funcionários públicos ativos e inativos Federais e os do Banco do Brasil. A GEAP SAÚDE gera muito mais problema de atendimento se comparada a CASSI do Banco do Brasil, assim quanto às cinco operadoras mencionadas se você faz parte de uma delas não fique alarmado, existem outras em condições muito piores que a sua.
Quanto a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) não ter se pronunciado sobre o assunto, também não é novidade, estamos chegando a conclusão que a ANS precisa ser reinventada e seus objetivos com agência reguladora relembrados, parece ser um órgão do governo que trabalha para as operadoras privadas. Visto que já mencionamos inclusive no debate que participamos na TV FUTURA em agosto passado que, se ela tem como ferramenta principal a aplicação de multas pecuniárias para disciplinar as operadoras que não respeitam a lei e não consegue, para que ela existe então. Aplicou cerca de 750 milhões em multas e só recebeu algo em torno de 15 milhões, ou seja, 2% do valor principal em 10 anos. Seu papel de fiscalizadora e reguladora deste setor diante de nossas necessidades e realidades estão ineficazes, senão inexistente.
Já os médicos de uma forma geral, precisam urgentemente sentir maior seriedade, segurança e reconhecimento do trabalho que prestam as operadoras, sabemos que tem muito médico na contra mão da ética, do profissionalismo e da honestidade, mas não se pode colocar a grande maioria na mesma vala comum. É preciso que haja bom senso e um trabalho ético de parceria e investimento das operadoras junto a estes profissionais, do contrário a classe médica que se dispões a prestar seus serviços às operadoras, estará sempre mal remunerada e assim, sem condições de fornecer o conforto e segurança que nós usuários precisamos e pagamos para ter.
Quanto ao quesito da glosa sobre os pagamentos de procedimentos e honorários não podemos nos pronunciar, pois não temos dados e informações, embora tenhamos conhecimento deste mecanismo e prática que possa ser publicado ainda.

FIQUE DE OLHO.
Art. 196 /88 Constituição Federal
” A saúde é Direito de todos e DEVER do estado…”

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ESTÁ PROÍBIDO AUMENTAR O VALOR DE PLANO DE SAÚDE PARA USUÁRIOS A PARTIR DE 60 ANOS.

agosto 26th, 2010


Decisão da Justiça Federal de Belo Horizonte (BH),  preibe liminarmente o reajuste por faixa etária em plano de saúdejustia11 de idoso que completou 60 anos, beneficiando mais de 4,5  milhões de usuários no País.

O juiz da 20ª Vara Federal de Belo Horizonte, Dr. Lincoln Pinheiro Costa, determinou que a  ANS ( Agência Nacional de Saúde Suplementar) altere suas resoluções para que “nenhum idoso, em todo o País, tenha sua contra prestação nos planos de saúde aumentada apenas em razão de atingir a idade de 60 anos”.

Sustentação Jurídica –  Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03), que impede os reajustes por faixa etária.

Orientamos a todos nossos associados que sofreram reajustes a partir de 2004, sejam os planos regulamentados ou não, estamos a disposição para orientar e se for o caso tomarmos medidas  juduciais cabíveis. 

 Idosos estão enfrentando resistência de alguns planos, que argumentam que contratos assinados antes de 2004, ou seja, antes do Estatuto do Idoso, podem ter o aumento. Mas a informação não tem amparo legal.

No entendimento do Ministério Público Federal , o Estatuto do Idoso é uma norma de ordem pública e deve ser retroativo, sendo soberano em qualquer contrato, não importando a data da assinatura.

AUSSESP



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DEBATE NA TV FUTURA USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE X OPERADORAS

agosto 26th, 2010

logo_top2No último dia 24 de agosto, a AUSSESP participou do debate ao vivo na emissora de televisão FUTURA, no programa Sala de Notícias em DEBATE, mediado pela jornalista e apresentadora Amanda Pinheiros. Fizeram parte o diretor da AUSSESP (Associação dos Usuários de Planos de Saúde do Estado de São Paulo), Sr. Flávio de Ávila, diretor executivo do PROCON – Sr. Roberto Pfeiffer, diretor adjunto da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) – Sr. Fábio Fascini e o diretor-presidente da ABRAMGE (Associação Brasileira de Medicina de Grupo) RJ/ES – Dr. Sérgio Vieira.

 A AUSSESP aproveita para agradecer em nome dos milhões de usuários e associados deste setor a TV FUTURA por esta oportunidade e parabeniza a jornalista e apresentadora AMANDA PINHEIRO pela forma imparcial e produtiva com que conduziu os temas do debate.

 Destacamos a participação e postura do PROCON SP, através de seu diretor executivo Roberto Pfeiffer que deixou claro a posição do órgão que representa e nos representa também, é bom saber que podemos contar com os PROCON’S, postura firme e objetiva.

 Já a ANS se fez representar de forma inteligente se mostrando tecnicamente capacitada nos assuntos abordados, porém sem demonstrar que nós usuários podemos nos sentir realmente seguros com sua existência ou atual gestão.

 Quanto a ABRAMGE ( Associação Brasileira das Medicinas de Grupo), representante das empresas de planos de saúde, devem se preparar melhor e compreenderem que críticas construtivas e reclamações podem nos fazer melhores e mais eficazes, visto que ultimamente assumem publicamente uma postura um tanto quanto arrogante, prepotente e pensam serem donos de uma verdade que não condiz com nossos tempos e com seus resultados alcançados. Isso se comprova com o péssimo desempenho obtido por mais 75 % das operadoras avaliadas pelo IDSS ( Índice de Desenpenho da Saúde Suplementar) aplicado pela ANS no ano 2.009 e com a quantidade de reclamações que acontecem diariamente. Precisamos falar mais alguma coisa?

Aproveitamos para agradecer a todos os telespectadores que estão nos enviando e-mail’s e aproveitamos para informar que estaremos dentro de até 5 dias úteis respondendo a todas as dúvidas encaminhadas. Devido a quantidade de respostas que precisamos formular,  caso necessite da sua com urgência  entre em contato pelo telefone existente em nosso site.

” Algumas vezes o silêncio pode nos fazer parecer frágil e até ignorante, mas em certos casos evita o prolongar de um diálogo medíocre e fútil, chegando ao ponto de frustar um objetivo maldoso e violento de seu oponente “.  Flávio de Ávila 

 FIQUE DE OLHO!


AUSSESP

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ANS é condena pela justiça por apoiar operadoras a aumentar o valor das mensalidades dos IDOSOS

agosto 20th, 2010





imagescao8p8svAs operadoras, segundo publicado pela Procuradoria da República em Minas Gerais, amparadas pela ANS, alegavam que a regra somente se aplicaria aos contratos firmados depois de 2004.

Fonte – Infomoney- 18/08/2.010

 

 

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) terá de alterar suas resoluções para que idosos de todo o País com contratos de planos de saúde firmados antes de janeiro de 2004 não sejam prejudicados pelo reajuste por faixa etária.

A decisão é da Justiça Federal em Belo Horizonte e tem como base o Estatuto do Idoso, que, desde a entrada em vigor em 2004, proíbe a discriminação por meio da cobrança de valores diferenciados em razão da idade.





As operadoras, segundo publicado pela Procuradoria da República em Minas Gerais, amparadas pela Agência, alegavam que a regra somente se aplicaria aos contratos firmados depois de 2004.

Estaríamos nos omitindo diante de uma flagrante ofensa ao princípio constitucional da isonomia, permitindo que idosos, em igualdade de condições, sejam tratados desigualmente, disse o juiz que proferiu a sentença, Lincoln Pinheiro Costa.




ANS

Além da alteração das resoluções, o juiz determinou que a ANS faça ampla divulgação da sentença e que exija de todas as operadoras de planos de saúde no Brasil o cumprimento do Estatuto do Idoso. 
Procurada, por meio de sua assessoria de imprensa, a ANS informa que vai recorrer da decisão e ressalta que,  até o término do processo, fica valendo o entendimento da Agência, ou seja, apenas os contratos firmados após a entrada em vigor do Estatuto do Idoso não sofrem reajuste por faixa etária, depois que o usuário completa 60 anos.


AUSSESP

Comentem esta matéria e envie para seus conhecidos, estará contribuindo para dilvulgar nossos protestos.


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ANS DIVULGOU AS NOTAS DADAS AOS PLANOS DE SAÚDE.

agosto 16th, 2010

A agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou no último dia 13 de agosto as notas atingidasimagesca9ixhv2 pelos PLANOS DE SAÚDE, ano base 2.009.

 

Chamado de Índice de Desempenho da Saúde Suplementar – IDSS,  segundo informa o site do órgão, esta ferramenta busca qualificar os atores deste setor.

Em nossa opinião, a forma que é divulgada a avaliação não é objetiva, CLARA ou tão pouco direta, pois seus índices (0,00 – 0,19), (0,20 – 0,39) etc… camuflam o verdadeiro impacto que seria ver  (0,01, 0,02, 0,03 até 1) ou se é para amenizar um pouco serviria: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 até 10.

 

Simples não!

 

Mas vamos aos dados que interessam, já que quase ninguém irá ler e tentar entender os padrões e critérios que são utilizados e divulgados no documento informativo apresentado, iremos tentar simplificar um pouco as informações.

 

Depois de avaliadas em 30 indicadores, distribuídos em quatro dimensões, 25,2% das operadoras do segmento médico-hospitalar foram classificadas nas faixas mais altas do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (“0,60 a 0,79″; e “0,80 a 1,00″). Elas respondiam por 59,5% do total de beneficiários vinculados às operadoras ativas em 2010 e avaliados pelo IDSS 2009. Com relação às operadoras exclusivamente odontológicas, 26,6% delas foram bem classificadas nas faixas “0,60 a 0,79″; e “0,80 a 1,00″, isto é, obtiveram melhor pontuação e respondiam por 70,8% dos beneficiários.Distribuição das operadoras ativas em 2010  e de beneficiários, por segmento e faixas do IDSS na avaliação de desempenho do ano de 2009


tabela_qualif20091

 

 Podemos concluir com base nos dados acima, que aproximadamente 75% de todas as operadoras avaliadas estão com nota RUIM (VERMELHA). 

Destacando apenas 23 operadoras que foram avaliadas entre os índices (0,80 – 1,00), para você usuário entender melhor, entre a nota 8 e a 10. Agora não nos pergunte a nota exata, pois não podemos responder.

Com notas entre 0,60 e 0,79, ou seja entre a nota 6 e a nota 7,99 foram 226 operadoras, o restante abaixo de 6,00. Isto é o Caos, representa 22,90% do total de usuários da saúde suplemetar no Brasil ou ainda 18 milhões de pessoas.

Agora aqueles usuários que pertencem as operadoras que estão abaixo da nota 6,00, seria melhor tentar migrar seu plano e a segurança de sua família para outra operadora, pois mesmo com esta forma de apresentação de avaliação não conseguiram uma boa nota imagine como as coisas devem ser administradas por estas.

FIQUE DE OLHO!

Se quiser saber qual a nota da sua operadora, acesse:

http://www.ans.gov.br/portal/site/_qualificacao/f_materia_15254.htm 

 


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PLANOS DE SAÚDE PENSAM EM CORTAR COBERTURA PARA DOENTES TERMINAIS

agosto 11th, 2010

O presidente da ABRAMGE ( Associação Brasileira de Medicina de Grupo) Arlindo de Almeida entrevistadoimagescaofole8 ontem pelo Jornal Nacional  da emissora  Rede Globo  sobre os altos índices aplicados sobre os reajustes dos planos de saúde , deixou escapar  a idéia que uma das formas de reduzir os custos dos convênios, seria conseguir  que as operadoras não mais fossem obrigadas a cobrir as despesas com PACIENTES EM ESTADO DE SAÚDE TERMINAL.

Infelizes as pessoas que hoje conseguem sequer pensarem em um absurdo deste, será que se esquecem que também são humanos.

Não seria mais coerrente investir em prevenção junto a seus beneficiários e tratarem suas carteiras de forma intelingente e planejada, lógico que não, e o lucro onde fica, e os acionistas quem conseguiria explicar despesas que só aumentariam o lucro FUTURAMENTE. O imediatismo é um tumor malígno que a cada ano se torna mais forte e enraizado neste segmento.

Acreditamos como disse na entrevista que estava filosofando e supondo situações, tomará que realmente esta idéia maquiavélica pare por aí, pois vamos lutar com todas as nossas forças para que isto não ocorra.


FIQUE DE OLHO.

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ANS DIGULGA ÍNDICE DE REAJUSTE DIFERENTES PARA OS CONTRATOS INDIVIDUAIS

agosto 1st, 2010

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Na última sexta-feira (30), a  agência de saúde suplentar (ANS)  autorizou reajuste de 10,91%

 para  a Bradesco Saúde, Itaúseg, Sul América e Porto Seguro; e de 7,3% para a Amil e a Golden Cross.

A ANS precisa entender que se continuar autorizando reajustes acima da inflação como vem fazendo nos últimos dez anos, vai colocar os usuários de planos de saúde na lista de espécie em extinção.

Será que sua atual diretoria  desta agência está disposta a frear a prática de apresentar valores sem dar as devidas explicações à população, a transparência precisa ser adotada e cobrada desta agência, caso contrário nós usuários estaremos pagando dentre outras despesas para o funcionamento deste órgão,  os salários daqueles que nos tornarão mais reféns do que já somos das operadoras de planos de saúde.

Estes reajustes autorizados estão quase que o dobro da inflação, quanto ao reajuste de salários que vem ocorrendo, nem se fala.  Se a ANS não fizer seu papel nos defendendo, para que continuar existindo.

FIQUE DE OLHO





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CONSEGUIR UMA CONSULTA POR CONVÊNIO ESTA SENDO UMA TRAGÉDIA

julho 6th, 2010

imagescaofole8Voltamos ao problema das marcações de consultas, esta dificuldade no dia a dia dos usuários de planos de saúde esta cada vez mais assumindo o papel de protagonista desta novela.

 Estamos recebendo tantas reclamações diariamente sobre a falta de especialistas e médicos que deixam suas secretárias instruídas a rejeitarem novos pacientes dando prioridade aos em tratamento que estamos estundando o caso para agirmos judicialmente.  Além do tempo de espera para conseguir ser atendido. Este problema tem várias explicações, as três mais pertinentes e graves são:

              1) Poucos médicos credenciados pelas operadoras e respectivamente por especialidades. Isto acontece como uma forma de fator de moderação das operadoras buscando reduzir suas despesas mensais, deixando seus usuários esperando as vezes mais que trinta dias. Uma vez que não se consegue uma consulta, também não se gasta com exames, não podendo haver um diagnóstico também não se realiza internações e prováveis cirurgias, isso é uma ciranda de horrores.

             2) Algumas operadoras limitam o número de consultas mensais aos seus médicos credenciados, se o médico ultrapassar não recebe seus honorários, desta forma o plano consegue criar uma estimativa de gasto neste procedimento, como se isso resolvesse o problema. Quem não sabe que a prevenção é muito mais eficaz que a remediação.

            3) Médicos que atendem vários convênios e discriminam aqueles que pagam menos por seus honorários e por conseqüência seus usuários é que sofrem.

 No mundo de executivos imediatistas e de operadorados de saúde suplementar sem ética o que importa é gerar um relatório no final do ano com resultados financeiros positivos, quando a bomba estoura fica para o próximo executivo que assumir a função de resolver o problema e gerar novamente resultados satisfatórios. Atitudes e mentalidades deste tipo estão criando um cenário onde dezenas de operadoras sejam de pequeno, médio ou grande porte se tornam um risco para seus usuários e acabam sofrendo algum tipo de intervenção por parte da ANS.  

Orientamos que você usuário ao buscar por uma consulta e não conseguir por um dos motivos acima, ligue para a ANS ( Agência Nacional de Saúde Suplementar) e denuncie o problema. Divulguem na Internet e para todos os outros meios de comunicação.

 Alguns locais para reclamar:

 

ANS – 0800 701 9656

AUSSESP – www.aussesp10.org.br

Reclame aqui – www.reclameaqui.com.br

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PESQUISA DO PRÓ TESTE CONSTATOU QUE 35 % DOS USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE POSSUEM ALGUM TIPO DE QUEIXA CONTRA SUA OPERADORA.

junho 18th, 2010

imagesca03z4m7“Uma pesquisa realizada pela Associação Pro Teste de Defesa dos Consumidores contatou que 35% dos usuários de plano de saúde têm algum tipo de queixa contra sua operadora. Os motivos mais frequentes são as negativas de cobertura, aumentos abusivos e descredenciamentos sem prévio aviso de médicos, hospitais e laboratórios.

Em uma releitura de conceitos e idéias de acordo com as interpretações hoje fornecidas principalmente pelo direito do consumidor, o livro “Direito à saúde no âmbito privado”, do autor Fernando Campos Scaff, procura estabelecer os contornos de certos institutos jurídicos e avaliar as peculiaridades do direito à saúde como disciplina jurídica dotada de especialidade, por meio da análise de cariados institutos e conceitos clássicos do direito civil.

A Obra discorre ainda sobre a relação de consumo que caracteriza tal disciplina jurídica, traçando o conteúdo das obrigações médicas e enfrentando assuntos prosaicos da mídia, em especial o atendimento médico ineficaz, a responsabilidade civil, as cláusulas abusivas e o erro médico.

Trata-se de assunto de grande interesse para a comunidade jurídica e para o público em geral, que encontrará neste estudo abordagem direta e efetiva, com posições fundamentadas, aptas a instituir todos aqueles que estejam de alguma forma envolvidos com a matéria.”

FONTE – AGÊNCIA BRASIL

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PLANOS INDIVIDUAIS / FAMILIARES SERÃO REAJUSTADOS EM ATÉ 6,73 % EM 2.010.

junho 18th, 2010

imagesca9sck5cA ANS autorizou as operadoras de planos de saúde que possuem carteiras de planos de saúde INDIVIDUAIS FAMILIARES  a aumentarem as mensalidades de seus beneficiários até o limite de 6,73 %  ( junho de 2.010).

Este aumento não abrange beneficiários que possuem planos empresarias sejam coletivos ou coletivos por adesão. Somente planos feitos por pessoas físicas.

WEBSITE- AUSSESP




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A PORTABILIDADE ENTRE PLANOS DE SAÚDE FAZ ANIVERSÁRIO DE 1 ANO. MAIS UM FRACASSO TOTAL DA ANS.

maio 17th, 2010

imagescao8p8svEmbora a intenção tenha sido das melhores para “Inglês ver” , a criação da possibilidade  de um usuário de planos de saúde realizar a PORTABILIDADE de seu convênio saúde para outra operadora sem perder as condições já conquistadas no plano de origem se transformou em um grande fracasso para seus idealizadores ( ANS), ou não, quem sabe conseguiram o que realmete desejavam.

Dentre os 6,5 milhões de usuários que poderiam usufruir deste mecanismo, dizem por aí que só houve algo em torno de 1000 contratos em todo Brasil que conseguiram tal façanha. Isso deve ser verdade em função das condições que foram impostas e as condições que este processo exige, mas mesmo que tenham ocoridas mais de  100.000  ainda seria um fiasco. Sem dizer que a prórpria ANS ficou bem “quietinha” com relação ao assunto neste primeiro  aniversário, isto que chamaram de ganho ao consumidor na época de seu lançamento e com tanhama publicidade envolvida pode ser comparado a obrigatoriedade de ressarcimento ao SUS e ao Programa de Adaptação Contratual de 2.004, outros dois fracassos.

Em primeiro lugar se excluiu todas as pessoas que possuem algum tipo de plano empresarial, estes planos são os que cotemplam a maioria esmagadora de usuários do sistema de saúde suplementar no país. Depois a portabilidade só é permitida no mês que o contrato do beneficiário do plano faz aniversário. Além da exigência de similaridade de coberturas e planos entre as operadoras. Sem dizer que só podem se beneficiar da PORTABILIDADE pessoas com contratos em vigência no mínimo há 24 meses.

Esperamos mais seriedade nesta nova gestão dos diretores desta Agência e ações menos publicitárias e mais eficazes, que realmente atendam as necessidades aos usuários de planos de saúde e não

Cabe enfatizar que este “Benefício” criado e regulamentado pela ANS em 15 de abril de 2.009, nunca passou de medida sem de profundidade sobre o tema e com alguma chance de ser realmente uma defesa para o consumidor  que estivesse descontente com sua operadora.


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BRADESCO SAÚDE SE PERDE EM ATENDIMENTO, NEM O SAC OU A OUVIDORIA RESOLVEM O PROBLEMA DO SEGURADO QUE NECESSITA DE UM EXAME MAIS SOFISTICADO- EEF+ABLAÇÃO (ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO) – SIMPLESMENTE VERGONHOSO

maio 14th, 2010

noticia03_03_20091Assunto: Assunto: Reclamações
Nome completo: Ivani Macedo
Telefone: 11 72XXXX01
E-mail: ivnmacedo@gmail.com


Mensagem: FALTA DE RESPEITO E COMPROMETIMENTO COM O CLIENTE – PROCEDIMENTO EEF+ABLAÇÃO (ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO)

Temos o plano Saúde Bradesco NACIONAL TOP EMPRESARIAl o qual meu marido paga R$ XX0,00 (XXXXXXXXX reais) mensais. Meu marido tem problemas de arritimia e necessita de um procedimento Eletrofisiológico EEF + Ablação. Desde o dia 03 de maio venho fazendo contato com o Bradesco para localizar um prestador que realiza esse procedimento (procedimento via hospitalar) e tenho sido muito mal atendida pela Central de Atendimento, resolvi então ligar para a Ouvidoria do Bradesco e registrar a reclamção do mal atendimento e pedir ajuda…Afinal alguem precisa me atender com respeito e me ajudar a localizar um prestador para a realização do procedimento (processo esse que vinha sido negado pela central de atendimento, pois a mesma dizia que eu deveria acessar o site do Bradesco e ligar nos hospitais indicados por eles no site e posterioremente ligar na central de atendimento e pedir autorização) eu é que devo fazer o trabalho para eles srsrsrsr só rindo mesmo para não chorar!!! Alem claro do site não localizar o procedimento o mesmo informa somente INCOR como hospital cardiológico, Mesmo assim, eu liguei ao Hospital INCOR e fui informada que o agendamento esta para o dia 03 de agosto…uma espera de 90 dias???? Inviável. Enfim, liguei para a ouvidoria em 05 de maio e registrei uma reclamção sobre o protocolo 908622…solicitando um prestador que realizasse o tal procedimento com urgencia, pois seria inviável aguardar o prazo dado pelo INCOR. Aguardei o prazo de 5 dias solicitado pela ouvidora, no dia 12 de maio obtive um retorno da reclamação informando que o Hospital HCOR teria um pré agendamento do meu procedimento para o dia 24 de maio,( pre agendamento feito pelo Bradesco) que eu deveria entrar em contato pelo telefone 30536611 setor de Hemodinamica e falar com Isabella (a mesma estaria ciente do meu caso) ou para o Hospital São Camilo (hospital esse excluido pelo meu médico para o tal procedimento), para minha surpresa ao ligar para o Hcor não havia nenhum procedimento pré agendado ao meu marido e ninguem como o nome de Isabella (conforme orientada pela ouvidoria do Bradesco). Novamente fiz contato no dia 12 de maio com a ouvidoria e expliquei o que havia acontecido, novamente abriram uma reclamação com o mesmo protocolo e me informaram que eu deveria aguradar mais 5 dias….Isso é um absurdo!!!!!!!!!!!!!! Solicitei a operadora da ouvidoria que pedisse urgencia no meu caso, afinal estou desde o dia 03 de maio tentando agendar o procedimento do meu marido, quem tem sofrido com as arritimias constantes…(poxa, se eles ja teriam feito esse pré agendamento para o dia 24/05 conforme orientação da ouvidoria , qual a dificuldade de fallar novamente com o HCOR e resolver o mal entendido? ) Hoje dia 14 de maio fiz contato novamente com a ouvidoria e fui informada que eles ainda estao no prazo para o retorno a minha reclamação, que eu deveria aguardar os 5 DIAS UTEIS, após a minha insistência para a urgencia da minha reclamação, fui muito mal atendida (grosseria) operador, como se ele estivesse fazendo um FAVOR a mim, como seu os meus R$560,00 reais mensais fossem somente para favores!!!! Estou indignada com tanta indiferença… E o pior que sou obrigada a ficar esperando a boa vontade deles para resolver meu problema, já que para realizar esse procedimento particular, teria que dispor do valor de R$12.000,00 (doze mil reais), dinheiro que infelizmente não tenho no momento.____Eu e meu marido estamos indignados com a falta de respeito desse seguro saúde. Onde estão nossos direitos de cidadão e de consumidor. É a saúde dele que está em jogo. Até parece que estamos pedindo um favor! É um absurdo. O Bradescompleta Vergonha. Nunca houve atraso no pagamento do seguro saúde que apesar de ser empresarial, o valor é descontado da folha de pagamento dele.____Segurado: LUCIANO NUNES DOS SANTOS – 771 876 003182 000
IVANI MACEDO – 771 876 003182 018

Fico no aguardo de um retorno, pois o minimo que espero é que alguem tenha a dignidade de me ligar com a solução real para o problema.

Ivani Macedo

AUSSESP-  Problema ainda não resolvido……….Bradesco Saúde isso esta sendo muito comum entre seus segurados, reclamarem de mal atendimento e falta de rede referenciada. Quando voltará a ser lider em bom atendimento, pois de faturamento entre as seguradoras sempre foi.

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AUSSESP VAI CRIAR UMA JUNTA COMPOSTA POR ADVOGADOS QUE POSSAM ACOMPANHAR DE PERTO O QUE TEM ACONTECIDO COM AS MULTAS QUE SÃO APLICADAS AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE.

maio 10th, 2010

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Em abril deste ano a AUSSESP finalizou sobre o assunto referente aos processos que foram instaurados pela ANS desde 2.006 e  que foram arbitradas multas pecuniárias as respectivas operadoras infratoras. 

Percebemos após o levantamento no próprio site do orgão fiscalizador, que são dezenas de milhões de reais  em multas, mas a demora para se julgar o mérito das infrações e gerar as respectivas punições que deveriam servir para que a operadora não continuasse  realizando a prática condenável e se tornando reincidente é muito grande. Se estes processos administrativos não forem rápidos e eficazes, os usuários dos planos continuaram sem a mínima segurança que suas queixas foram fiscalizadas e as medidas cabíveis aplicadas. Que os prazos entre a denúncia, a constatação dos fiscais, a autuação e os recursos sejam no mínimo revistos se existem. Também iremos encaminhar carta a Agência Nacional de Saúde Suplementar para que torne público cada denúncia  e o status das ocorrências administrativas até o final do processo. 

Decidimos criar esta junta composta por advogados para examinar os processos que estão instaurados em 1a e 2a. instância dentro da Agência  e seus respectivos desfechos. Além da quantidade de novos que estão sendo publicados e o tempo que as coisas estarão acontecendo.O acompanhamento será feito de perto, visto ser as punições cabíveis pela lei a única forma de se coibir e diminuir as barbáries que são cometidas neste segmento por operadoras de pequeno, médio e grande porte.

Acreditamos em um Brasil melhor e mais transparente, onde haja equilibri

AUSSESP

 

 



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AUSSESP QUESTIONA A FALTA DE REDE CREDENCIADA DOS PLANOS DE SAÚDE E AUTORIDADES RESOLVEM SE MEXER.

maio 10th, 2010

imagescahia7olEm 16 de março deste ano, a AUSSESP publicou a matéria abaixo  e logo em seguida a imprensa  se interessou pelo assunto, sendo publicada uma excelente matéria por um dos maiores jornais de São Paulo  e agora a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplentar) dá sinais que vai ser mais rígida com as operadoras, criando uma RN ( Resolução Normativa) que as obrigue a cumprir o que já é lei.

Lei manda planos substituírem hospitais e clínicas descredenciados por outros equivalentes e informar no mínimo com 30 dias de antecedência seus usuários sobre as alterações sofridas.


Leia esta em planos de saúde : AUSSESP É AMEAÇADA POR DIRETOR DE OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE SE PUBLICAR MATÉRIA SOBRE REDE CREDENCIADA E  VALOR  PAGO POR UMA CONSULTA MÉDICA.  ( terça-feira, março 16, 2010 – 16:28)  



A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) prepara nova resolução para regulamentar a quantidade de profissionais disponibilizados na carteira dos planos de saúde. Trata-se de um cálculo que dirá se o número de médicos de cada especialidade é suficiente para atender a demanda de usuários das operadoras. A resolução ainda não tem prazo para ser divulgada. Para o Procon-SP, a medida é o que falta para que haja uma melhora na manutenção da qualidade da rede assistencial. “É importante a criação de parâmetros que respondam questões como quantas clínicas de dermatologia são necessárias para 2 mil pessoas, e como que devem estar distribuídas”, afirma Selma do Amaral, assistente de direção da Fundação.
Ela acrescenta que problemas relacionados à rede assistencial dos planos lideram as reclamações da área registradas no Procon, principalmente no que se refere a descredenciamento de hospitais e clínicas. “O que temos percebido com o crescente número de queixas é que, ao longo do tempo, a rede oferecida pelos planos diminui e perde qualidade”.

Fonte – http://diariodonordeste.globo.com

 

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ASSOCIADOS DA AUSSESP QUE POSSUEM O PLANO DE SAÚDE DO HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA.

maio 7th, 2010

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O TJ/SP(Trubunal de Justiça de São Paulo) MANTÉM A LIMINAR  CONCEDIDA              A FAVOR DA AUSSESP

 Caros Associados,

Após o aviso de cancelamento do contrato  do plano de saúde por parte do  Hospital Real Beneficência Portuguesa em 14 de Janeiro deste ano, onde o fato gerador foi não aceitarmos o reajuste de 17,5% sobre o contrato para  nova vigência de 12 meses e uma mudança nas condições contratuais firmadas em 2.007,  impostas pela  operadora.

Ainda de forma amigável tentamos por duas vezes evitar este processo, até para não gerar mais prejuízo aos cofres deste hospital que é um patrimônio da cidade de Campinas.  Fomos simplesmente ignorados, tamanha foi o descaso . A  atitude  arbitrária  do HOSPITAL REAL SOCIEDADE BENEFICÊNCIA PORTUGUESA  com esta associação e respectivamente seus beneficiários que possuem este plano de saúde  nos deixaram perplexos e  geraram o litígio em questão. 

 Após o aceite de nossa liminar por parte  do Juíz da 6a. vara de Campinas, o Hospital Beneficência Portuguesa recorreu da sentença, tentando suspender o seu efeito junto ao  TJ/SP através do AGRAVO e novamente não conseguiu. 

Desta forma as coisas continuarão como estavam em janeiro, os nossos associados ativos e que estavam anciosos quanto a questão, podem se acalmar até o julgamento da ação que deverá levar alguns meses.

Cuidado, se não receberem o boleto de pagamento como de costume, solicitem segunda  via e não deixem de pagar, pois isto pode gerar o cancelamento do seu contrato.

Se tiverem algum problema quanto a necessidade de utilização ou dificuldades de atendimento junto ao plano, entrem em contato com a AUSSESP e tentaremos resolver a questão. Casos sérios devem também ser registrados junto a ANS ( 0800 701 9656).

Estamos realizando um levantamento sobre a rede credenciada deste convênio e verificando o número de médicos por especialidade X o número de beneficiários, bem como o tempo para marcação das consultas e os tipos de negativas que estão sendo aplicadas quando solicitado exames complementares pelo médico assistente, em breve publicaremos o resultado.

leia abaixo a descisão do TJ/SP 

“TJ-SP
Disponibilização: quinta-feira, 06 de maio de 2010

Arquivo: 57      Publicação: 45

SEÇÃO III Subseção V – Intimações de Despachos Seção de Direito Privado Processamento 2º Grupo – 3ª Câmara Direito Privado – Pateo do Colégio – sala 315

 

Nº 990.10.186041-4 – Agravo de Instrumento – Campinas – Agravante: Real Sociedade Portuguesa de Beneficencia – Agravado: AUSSESP ASSOCIAÇAO DOS USUARIOS DE PLANOS DE SAUDE DO ESTADO DE SAO PAULO – Vistos. 1. Ausentes os requisitos legais, principalmente o risco iminente de danos irreparáveis ou de difícil reparação, processe-se o recurso sem o efeito suspensivo. No caso dos autos, o dano que eventualmente possa ser causado à agravante é meramente patrimonial e, em princípio, reparável. 2. Desnecessárias as informações a que alude o inciso IV do artigo 527 do Código de Processo Civil. 3. Intime-se a agravada para, em querendo, oferecer resposta ao recurso, no prazo legal. 4. Int. São Paulo, 30 de abril de 2010. EGIDIO GIACOIA Relator Fica(m) intimados (a)(s) (o)(a)(s) agravado (a)(s) para resposta – Magistrado(a) Egidio Giacoia .

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Novo diretor-presidente da ANS é o médico e ex-diretor da Medial Saúde e foi presidente executivo da Qualicorp ( empresa que vende planos de saúde).

abril 30th, 2010

mauricioOntem (29) o médico Maurício Ceshin, assumiu o cargo de diretor-presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), em seu primeiro dia de trabalho começou a enfrentar a resistência a sua nomeação por parte dos órgãos de defesa dos consumidores. O motivo desta resistência passa inclusive por uma questão ética, é o fato de Ceshin ter atuado como diretor e superintendente da Medial Saúde, que atualmente percente a maior operadora do pais, a Amil Assistência Médica Internacional e também como diretor executivo da Qualicorp corretora de planos de saúde,  forte e atuante no mercado de vendas de planos de saúde empresariais, além de ser uma das maiores empresas  de consultoria neste segmento, prestando serviços a grandes empresas que oferecem a seus funcionários este tipo de benefício e desta forma ligada as maiores operadoras de planos de saúde do Brasil.  

Ao checarmos seu curriculo, podemos certamente afirmar que é um profissional com experiência e conhecimento nesta área, só desejamos que não use isso contra nós  ou a favor de interesses de poucos.

Em sua entrevista  ao jornal O GLOBO do Rio de Janeiro, o atual presidente respondeu as críticas dizendo que esta havendo um certo preconceito contra ele e que nada resiste a um trabalho sério e perseverante.

Esperaremos por este trabalho sério , pois em nossa opinião não será nada fácil sua tarefa de intermediar os interesses dos usuários dos planos de saúde, a missão da ANS e os interesses das operadoras de planos de saúde.

Bom, quando foi indicado para o cargo de diretor da agência no final do ano passado pelo presindente da república “LULA”  e após seu nome aprovado pelo Senado Federal debaixo de tanto protesto, percebemos que o “homem” não era fraco. Agora que assumiu em seguida a presidência, não temos mais nenhuma dúvida sobre o tamanho de sua influência e de sua costa larga. 

Rezaremos e acompanharemos de perto se o médico é voltado aos interesses da população que contratam planos de saúde ou as operadoras que os comercializam, não que um seja adversário do outro, pelo contrário, mas quando o assunto é dinheiro, na maioria das vezes a saúde dos usuários perde  longe .

Desejamos boa sorte e sucesso ao Dr. Maurício Ceshin, já que não teve outro jeito, quando voltarmos a tocar em seu nome que seja para elogiar e agradecer por novas conquistas que garantam a estabilidade e equilíbrio de todos os envolvidos no mercado de saúde suplementar.

AUSSESP – ASSOCIAÇÃO DE USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

 

 



Classifique 3.00 de 5

PARA QUEM NÃO TEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS DE COMPRAR OS REMÉDIOS QUE PRECISA PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE A AUSSESP PODE TE AJUDAR . SOMENTE PARA ASSOCIADOS.

abril 28th, 2010

imagescax5xpcaAos nossos associados que estejam sem condições financeiras e precisem comprovadamente tomar remédios para controle e manutenção de doenças, entrem em contato para podermos avaliar seu caso e verificarmos se podemos te ajudar.

Enfatizamos que somente auxiliaremos pessoas que comprovem através de laudo médico a necessidade do medicamento e a falta de condições financeira. Leia abaixo o entendimento do STF sobre a matéria. 

O Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu em (17/03/2010) que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve garantir o fornecimento de remédios ou arcar com procedimentos médicos nos casos em que o paciente em tratamento não tiver condições de fazê-lo.

A decisão, que abre precedente para outras ações, foi tomada no julgamento de nove recursos movidos pela União, estados e municípios para suspender determinações judiciais que mantinham a cobertura do SUS para tratamentos, procedimentos cirúrgicos, realização de exames e fornecimento de medicamentos.

Em uma delas, o Estado de Alagoas contestava decisão do Tribunal de Justiça do estado que determinou o fornecimento de um remédio usado no tratamento da leucemia. O paciente alegou não dispor de condições financeiras para arcar com os custos do tratamento calculado em R$ 162 mil. Em outra ação, o Estado do Ceará recorreu ao Supremo contra decisão da Justiça que garantiu a cinco pacientes o recebimento de medicamentos de alto custo empregados contra o Mal de Alzheimer, câncer e artrite reumatóide.

A decisão tomada hoje sinaliza o entendimento que o Supremo deverá adotar no julgamento do recurso sobre o fornecimento de remédios de alto custo. Neste caso, a decisão da Corte repercutirá em todas as ações sobre o tema no Judiciário.

Segundo o ministro Ricardo Lewandowski, para evitar uma enxurrada de ações contra o SUS, o Supremo deverá estabelecer requisitos para que procedimentos, exames e remédios sejam assegurados aos pacientes sem condições de custear seu tratamento. Lewandowski manifestou preocupação com tentativas de fraudes e comércio clandestino.

“É possível que o Supremo Tribunal Federal estabeleça condições ou requisitos para o fornecimento de remédios pelo SUS”, opinou o ministro.

fonte – Agência Brasil


Classifique 3.50 de 5

ANS DIVULGA PESQUISA REALIZADA EM 2009 E CONSTATA O QUE JÁ ERA DE SE ESPERAR. MAIS 70 % DAS OPERADORAS PESQUISADAS POSSUEM UMA REDE DE ATENDIMENTO PRECÁRIA.

abril 27th, 2010

imagescafzh20eA ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), órgão do governo que regula e fiscaliza os planos de saúde no país, divulgou o resultado de sua pesquisa realizada em 2009. Objetivou medir a eficiência das redes credenciadas das 35 maiores operadoras do Brasil. Para nós não há surpresa alguma que 71% delas foi constatado deficiência MÉDIA ou GRAVE de atendimento. Agora imaginem como são os serviços das operadoras de médio e pequeno porte, com raras exceções.

A matéria  publicada em 25 de abril pelo Jornal  O ESTADO DE SÃO PAULO que conseguiu os índices mencionados junto a ANS, demonstra de forma evidente os problemas vivenciados em nosso dia-dia, mas  o problema é muito mais sério que aparenta, só quem vive sabe dizer o que é.

A própria ANS ainda não possui um programa  que lhe permita ter um panorama real sobre extensão destes problemas levantados. Em sua pesquisa a respeito da rede de atendimento das operadoras existem situações que são particulares em muitos município onde se comercializam planos de saúde . Há exemplos de cidades onde médicos cooperados são proibidos de se credenciarem ou referenciarem em operadoras concorrentes de forma a não se permitir que outros planos possam se tornar concorrentes. Também existem cidades onde a própria estrutura médica e hospitalar é precária não existe por exemplo, Equipamento que realize uma Tomografia Computadorizada, Mamografia e outros. São muitas particularidades que envolvem este assunto, mas na maioria deles, a operadora não aumenta sua rede para tentar reduzir suas despesas, afinal se for fácil conseguir se consultar, também haverá a possibilidade de aumentar o número de cirurgias, exames e terapias e dinheiro é sempre dinheiro, mesmo quando o assunto é a saúde de uma pessoa.

Em 16 de março deste ano publicamos neste site uma matéria sobre o tema deste assunto, onde a AUSSESP foi ameaçada de ser processada por certa operadora se publicasse algo que envolvesse seu nome. Leia a matéria na íntegra. http://www.aussesp10.com.br/aussesp10-e-ameacada-por-diretor-de-uma-operdora-de-planos-de-saude-se-publicar-materia-sobre-sua-rede-credenciada-e-o-valor-que-esta-operadora-paga-por-uma-consulta/

Parabenizamos o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO  que conseguiu esta matéria junto a ANS e levantou o assunto, bem como os demais  sites que estão replicando o assunto, desta forma estão ajudando a divulgar o problema que nos assola desde sempre e até agora não foi se dado à devida atenção.

Aproveitamos para convidar todos que estão lendo esta matéria a sempre buscarem registrar suas reclamações junto a ANS – 0800 7019656 ( Ligação Gratuíta). Somente assim a ANS poderá ter conhecimento dos problemas que estão ocorrendo com seu convênio médico.

Tire suas dúvidas e também reclame em nosso site, já alcançamos mais de 150.000 acessos nos últimos 12 meses. Faça sua parte ou não se queixe depois, quem se omite também está tomando um partido, geralmente o errado.

Associe -se a AUSSESP , seremos uma só voz, uma só força em busca de mais saúde,  segurança e respeito.

 

 




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O MEDICO FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS, PRESIDENTE DA ANS DEIXARÁ A PRESIDENCIA DA AGÊNCIA NESTA SEXTA FEIRA.

abril 23rd, 2010

O médico Fausto Pereira dos Santos, segundo presidente nomeado para comandar a Agência Nacional de Saúde Suplementar desde sua criação no ano de 2000, sucessor de Januario Montone,  esta hoje em seu último dia a frente da ANS, agência que regula e fiscaliza o setor de saúde suplementar em nosso pais.

A função de estar na  presidência da ANS é no mínimo ingrata e exaustiva, ser responsável por              50 milhões de pessoas que confiam sua saúde física e financeira em operadoras de planos de saúde é um verdadeiro “PARTO”.

Saber conciliar as necessidades dos usuários de planos de saúde, o desejo do Estado e a vontade das operadoras é uma missão das mais dificeis a serem realizadas, uma vez que as resistências são “medonhas” por parte das operadoras  que também precisam ser preservadas para que não encerrem suas atividades  e com elas nosso bem estar .

Sua trajetoria a frente da ANS foi marcada positivamente durante seu mandato, principalmente no aspecto de procurar conseguir aumentar as coberturas obrigatórias que compõe o rol de procedimentos de cada segmento, notamos que este assunto sempre vinha em pauta durante seu mandato.

Também podemos elogiar o trabalho desenvolvido no tocante a gerar sistemas que produzem índices que nos ajudam a ter uma visão mais apurada e segura das operadoras existentes no mercado.

Parabéns Dr. Fauto Pereira dos Santos, a AUSSESP agradece em nome de todos os associados sua contribuição para a melhoria de qualidade e aumento de nossa segurança.

Desejamos muito sucesso em sua nova missão.

AUSSESP

 

 




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A ANS REGISTROU EM 2.009 CERCA 13.000 RECLAMAÇÃO CONTRA AS OPERADORAS.

abril 15th, 2010

il_logo_ansA ANS ( Agência Nacional de Saúde Suplementar), orgão fiscalizador dos planos de saúde anunciou os números relativos aos serviços prestados aos consumidores de planos de saúde no ano de 2.009.

A agência informou que recebeu aproximadamente 156.000 demandas de usuários de planos de saúde e somente 12% registraram queixas contra suas operadoras, cerca de 13.000 reclamações. Em 2.008  foram cerca de 102.000 atendimentos.

A quantidade de benefíciarios que vem consultando a ANS vem aumentando a cada ano, somente no primeiro bimestre  de 2.010 já foram registradas cerca de 1.800 reclamações de usúarios contra suas operadoras  e algo em torno de 26.000 consultas prestadas pelo orgão.

Aproveitamos para reforçar a necessidade de nossos associados e a todos que nos acessam, que após consultarem e terem a confirmação que seus direitos de alguma forma estão sendo lesados, contatem a ANS e registrem a ocorrência junto a agência. Somente desta forma poderemos contribuir para que exista uma melhoria no segmento.

A AUSSESP acompanha diariamente a rotina, ações  e informações  deste orgão a fim de tomar conhecimento e prestar um serviço de qualidade aos que nos procuram por alguma razão.

Sabemos que a grande maioria dos usuários de planos de saúde não buscam realmente exercer seus direitos e amargam situações que são impostas por seu convênio sem reclamar. Só procuram por auxílio quando o problema criado pela operadora é de maior porte e principalmente vai arder no seu bolso.

Uma simples dificuldade de atendimento em sua rede credenciada já precisaria ser registrada, como pode uma consulta em determinado convênios e respectivamente em uma especilidade médica ter que esperar no mínimo 20 dias para ser atendido. Isso significa insulficiência de profissionais e o plano de saúde  tem a obrigação de  não permitir este tipo de acontecimento.

Sem atitude e bom senso, nós usuários estaremos sempre a mercê da própria sorte e isto pode mudar se passarmos a fazer as coisas certas, nos lugares certos.

O telefone da ANS é 0800 701 9656, guarde este número junto com sua carteirinha do seu plano de saúde.

Se torne um associado da AUSSESP e fortaleça esta união.





Classifique 3.00 de 5

PLANO DE SAÚDE É OBRIGADO A COBRIR TRATAMENTO RELATIVO A CANCÊR MESMO NÃO ESTANDO NO ROL DE PROCEDIMENTOS COBERTOS PELA LEI 9656/98. Terapia Fotodinâmica

abril 14th, 2010

Clóvis Pedroso, que sofre de uma neoplasia – doença que se caracteriza pelo crescimento desordenado de células provocando câncer no indivíduo-, já havia garantido o seu direito enquanto usuário do plano de saúde, quando o juiz de primeiro grau determinou que o Hapvida se responsabilizasse pelo tratamento do paciente.

Inconformado, o plano de saúde entrou com pedido de suspensão da sentença, alegando que o tratamento não possui cobertura legal, isto é, não constava na lista de procedimentos médicos obrigatórios estabelecida pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Disse ainda que a decisão era taxativa e causaria desequilíbrio econômico sobre o contrato do usuário, contrato este que seria irreversível.

Contudo, o desembargador-relator Washington Luiz Damasceno Freitas considerou todos os argumentos irrelevantes. “Examinando o contrato do plano de saúde firmado entre as partes litigantes tenho por presente uma circusnstância que obriga a agravante a custear todas as despesas de Clóvis Pedrosa com o procedimento cirúrgico denominado Terapia Fotodinâmica, a saber a inexistência de mensão expressa ao procedimento realizado pelo plano de saúde na lista daqueles excluídos da cobertura”, afirmou.

O magistrado disse ainda que a interpretação do contrato deve beneficiar o usuário. “A cobertura contratual deve ser interpretada de maneira mais favorável ao consumidor. Tal posição, aliás, não sofre restrição por parte da ANS, inclusive quanto ao rol de procedimentos médicos obrigatórios por ela estabelecido, pois este nada mais é do que a referência básica da cobertura obrigatéria“, confirmou.

Fonte TJ /AL

Classifique 3.00 de 5

ASSOCIE-SE A AUSSESP – Não adianta só pagar a mensalidade do seu convênio médico e ter fé, precisa ajudar a cobrar por mais qualidade e respeito, reclamar nos lugares certos e contribuir com sua opinião. Você sozinho, será só mais um que poderá descobrir na hora errada que seu plano de saúde pode não funcionar. Se unindo a nós, ajudará e será ajudado coletivamente , essa é a nossa idéia, a união faz a força.

abril 13th, 2010


logo-aussesp10- Tornando-se um associado da AUSSESP você e sua família saberão de forma preventiva se a carteirina que carrega em sua bolsa acreditando que em momentos de necessidade ou dificuldade lhe garantirá o que deseja .

- Se a modalidade do plano que escolheu ao contratar seu convênio médico é a ideal para você e/ou seus familiares ou se o vendedor te ofereceu o que ele acha que seja o melhor.

- Terá informações períodocas sobre novas coberturas e procedimentos que são obrigatórios.

- Poderá se inscrever em nosso programa preventivo de saúde – Pró Saúde Olho Clínico.

- Poderá usufruir da cobertura de Segunda Opinião Médica para doença diagnosticada como Grave.

- Contruirá como um usuário do sistema de saúde suplementar para podermos estar nos UNINDO  para melhorar nossas condições de atendimento recebidos por nossos planos de saúde.

- Terá amparo jurídico se seus direitos estiverem sendo negados.

- E o mais importante, terá a sua disposição além de muitas informações sobre o que acontece no mercado de planos de saúde,  uma equipe de profissionais trabalhando diariamente para evitar que um associado tenha que dispor de mais dinheiro para se tratar além da mensalidade que já paga mensalmente para sua operadora.

JUNTE-SE A NÓS E ESTARÁ SE AJUDANDO A REALMENTE PODER DORMIR TRANQUI-LO.

Diariamente recebemos em média:

 18, 7  e-mail’s de dúvidas.

4,13 e-mail’s de reclamações

1,29 e-mail’s de atendimentos ou cirurgias negadas.

Não espere ser tornar mais uma vítima, ter que gastar mais do que já gasta com seu convênio para não ter que submeter-se ao SUS.  Associe-se  aos milhares de usuários que já fazem parte desta luta com gigantes.

PRIMEIRA ASSOCIAÇÃO  DO ESTADO DE SÃO PAULO QUE VEM BUSCANDO O EQUILÍBRIO ENTRES NÓS USUÁRIOS E OS PLANOS DE SAÚDE .



Classifique 3.00 de 5

VEJA SE O SEU PLANO ESTÁ NO RANKING DOS PLANOS COM MAIS RECLAMAÇÕES – OPERODORAS DE GRANDE PORTE (+ 100.000 Usuários)- JAN 2010. SUL AMÉRICA SAÚDE LIDERA A LISTA. fonte ANS

abril 12th, 2010

Índice de Reclamações – Janeiro/2010

Operadoras de grande porte

Razão Social (Registro ANS) Classificação
Mês
Média do Setor  
SUL AMERICA COMPANHIA DE SEGURO SAÚDE (006246)
1
PRÓ-SAÚDE PLANOS DE SAÚDE LTDA. (379697)
2
SAMETRADE OPERADORA DE SAÚDE LTDA (302147)
3
EXCELSIOR MED LTDA. (411051)
4
UNIMED PAULISTANA – SOCIEDADE COOPERATIVA TRABALHO MÉDICO (301337)
5
MEDIAL SAÚDE S/A. (302872)
6
GREEN LINE SISTEMA DE SAÚDE LTDA. (325074)
7
AMEPLAN ASSISTÊNCIA MÉDICA PLANEJADA S/C LTDA (394734)
8
GOLDEN CROSS ASSISTENCIA INTERNACIONAL DE SAÚDE LTDA (403911)
9
SEISA SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE LTDA. (338362)
10
UNIMED DE BELÉM COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (303976)
11
CASA DE SAÚDE SÃO BERNARDO LTDA. (363766)
12
AMIL ASSISTÊNCIA MÉDICA INTERNACIONAL LTDA. (326305)
13
AMICO SAÚDE LTDA (306622)
14
UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO (393321)
15
UNIMED MACEIO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (327689)
16
UNIMED DE FORTALEZA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (317144)
17
BRASILSAUDE COMPANHIA DE SEGUROS (005622)
18
MARÍTIMA SAÚDE SEGUROS S/A (000477)
19
UNIMED VITORIA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (357391)
20
SEMEG SAÚDE LTDA (414280)
21
UNIMED DIVINOPOLIS – COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (319121)
22
UNIMED PORTO ALEGRE SOCIEDADE COOP.DE TRAB.MÉDICO LTDA (352501)
23
SANTA HELENA ASSISTÊNCIA MÉDICA S/A. (355097)
24
UNIMED DE SAO JOSE DOS CAMPOS-COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (331872)
25
FUNDAÇÃO WALDEMAR BARNSLEY PESSOA (319147)
26
UNIMED DO ESTADO DE SP – FEDERAÇÃO ESTADUAL DAS COOP. MÉDICAS (319996)
27
UNIMED DE LONDRINA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (343269)
28
INTERMÉDICA SISTEMA DE SAÚDE S/A (359017)
29
HAPVIDA ASSISTENCIA MEDICA LTDA (368253)
30
UNIMED NATAL SOC. COOP. DE TRAB. MÉDICO (335592)
31
UNIBANCO SAÚDE SEGURADORA S/A (000361)
32
UNIMED-SÃO GONÇALO – NITERÓI – SOC.COOP.SERV.MED E HOSP LTDA (343731)
33
GEAP FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL (323080)
34
NOTRE DAME SEGURADORA S/A (006980)
35
BRADESCO SAÚDE S/A (005711)
36
UNIMED RECIFE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (344885)
37
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL (346659)
38
CENTRAL NACIONAL UNIMED – COOPERATIVA CENTRAL (339679)
39
UNIMED CUIABA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (342084)
40
SUL AMÉRICA SEGURO SAÚDE S/A (000043)
41
UNIMED DE MANAUS COOP. DO TRABALHO MÉDICO LTDA (311961)
42
UNIMED JUIZ DE FORA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (306886)
43
UNIMED JOAO PESSOA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (321044)
44
GRUPO HOSPITALAR DO RIO DE JANEIRO LTDA (309222)
45
UNIMED JUNDIAI – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (303267)
46
SANTAMALIA SAÚDE S/A (339245)
47
CAIXA DE ASSISTENCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (413534)
48
CENTRO CLÍNICO GAÚCHO LTDA (392804)
49
CAIXA DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – CAPESESP (324477)
50
PRODENT – ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (380041)
51
UNIMED REGIONAL MARINGÁ COOP.DE TRABALHO MÉDICO (371254)
52
UNIMED CAMPINAS – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (335690)
53
UNIMED UBERLÂNDIA COOPERATIVA REGIONAL TRABALHO MÉDICO LTDA (384577)
54
UNIMED DE ARARAQUARA – COOP. DE TRAB. MÉDICO (364312)
55
UNIMED SEGUROS SAÚDE S/A (000701)
56
FUNDAÇÃO CESP (315478)
57
UNIMED SAO JOSÉ DO RIO PRETO – COOP. DE TRABALHO MÉDICO (335100)
58
PLANO DE SAÚDE ANA COSTA LTDA. (360244)
59
UNIMED DE SANTOS COOP DE TRAB MEDICO (355721)
60
UNIMED BH COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (343889)
61
PROMED ASSISTENCIA MEDICA LTDA (348805)
62
UNIMED DO ABC – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (345270)
63
SÃO FRANCISCO SISTEMAS DE SAUDE SOCIEDADE EMPRESÁRIA LTDA (302091)
64
COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO (368555)
65
MEDISERVICE ADMINISTRADORA DE PLANOS DE SAÚDE S/A (333689)
66
PORTO SEGURO – SEGURO SAÚDE S/A (000582)
67
ALLIANZ SAÚDE S/A (000515)
68
UNIMED CURITIBA – SOCIEDADE COOPERATIVA DE MÉDICOS (304701)
69
GAMA ODONTO S/A. (409197)
70
UNIMED FLORIANÓPOLIS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (360449)
71
METLIFE PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (406481)
72
UNIMED GOIANIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (382876)
73
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A.-PETROBRAS (366871)
74
ODONTO SYSTEM PLANOS ODONTOLOGICOS LTDA (334588)
75
SUL AMÉRICA SERVIÇOS DE SAÚDE S.A. (416428)
76
ODONTO EMPRESA CONVENIOS DENTARIOS LTDA. (310981)
77
UNIMED NORDESTE RS SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA. (325571)
78
ODONTOPREV S/A (301949)
79
INTERODONTO – SISTEMA DE SAÚDE ODONTOLÓGICA S/C LTDA. (317501)
80
ASSOC. BENEF. PROFESSORES PUB. AT. E INAT. RJ – APPAI (382540)
81
BRADESCO DENTAL S.A. (000051)
81
CIA. VALE DO RIO DOCE S/A (345695)
81
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (312924)
81
DENTAL PLAN SOCIEDADE SIMPLES LTDA. (321991)
81
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS (353761)
81
FUNDAÇÃO SAÚDE ITAÚ (312126)
81
FUNDAÇÃO SÃO FRANCISCO XAVIER (339954)
81
INSTIT DE PREVIDENCIA E ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA (389358)
81
PLANO DE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA UNIDONTO LTDA (357294)
81
SAMP ESPIRITO SANTO ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. (342033)
81
SAUDE MED ODONTOLOGIA LTDA (351563)
81
SOBAM CENTRO MÉDICO HOSPITALAR LTDA (326500)
81
UNIMED DE RIBEIRAO PRETO – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (351202)
81
UNIMED DO ESTADO DE SANTA CATARINA FED. EST. DAS COOP. MÉD. (355691)
81
UNIMED REGIONAL DA BAIXA MOGIANA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (311847)
81
UNIODONTO DE CAMPINAS COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (350494)
81
UNIODONTO DE CURITIBA – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (304484)
81
VITALLIS SAÚDE S/A (413038)
81
Classifique 4.33 de 5

Ranking de Reclamações de Operadoras de Pequeno Porte até 10.000 Usuários. Confira se seu convênio está aqui. fonte ANS

abril 12th, 2010
Razão Social (Registro ANS) Classificação Mês
Média do Setor  
ALL LIFE ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. – ME (412899) 1
FEDERAÇÃO DAS SOCIEDADES COOPERATIVAS DE TRABALHO MÉDICO DO ACRE, AMAPÁ, AMAZONAS, PARÁ, RONDONIA E RORAIMA (313971) 2
OPEN SAÚDE LTDA (376604) 3
POLICLÍNICA GRAMACHO LTDA (408581) 4
POLLEN – GRUPO ASSISTENCIAL POLIVALENTE (327000) 5
CSN – ASSIST. E PREST.SERV.ODONTOLÓGICOS LTDA (401587) 6
UNIMED CENTRO OESTE PAULISTA – FEDERAÇÃO INTRAFEDERATIVA DAS COOPERATIVAS MÉDICAS (357138) 7
HEALTH ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR S/C LTDA. (402362) 8
CONSTRUDENTE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA (405931) 9
IGUAMED ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (320790) 10
SOCIEDADE ITALIANA DE BENEFICÊNCIA E MUTUO SOCORRO (351679) 11
CDE – CENTRO DE DIAGNOSTICO ESPECIALIZADO LTDA. (350095) 12
PLANO DE AUTOGESTÃO EM SAÚDE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO (406201) 13
VITAMED – ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA LTDA. (331309) 14
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BENEFICENTE VASCO DA GAMA (346292) 15
UNIMED VALE DO AÇU – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (309877) 16
SANTA RITA SISTEMA DE SAUDE S/C LTDA (413194) 17
VIVA PLANOS DE SAÚDE LTDA (412791) 18
ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA REAL LTDA. (404918) 19
VECTRA ASSISTENCIA MEDICA E ODONTOLÓGICA LTDA. (401773) 20
ASSIMEDE ASSISTENCIA MEDICA ESPECIALIZADA DE UBÁ LTDA (301906) 21
SFS – SAO FRANCISCO SAUDE LTDA (344443) 22
VIVER SIS-SISTEMA INTEGRADO DE SAÚDE LTDA. (403334) 23
FILOSANITAS SAUDE LTDA (410888) 24
QUALIMED LTDA. (409847) 25
AMED – ADMINISTRADORA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA – ME (364916) 26
UNIAO ASSISTENCIA MEDICA LTDA (411302) 27
UNIMED BRASILIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (353574) 28
REALMED ASSISTÊNCIA A SAÚDE LTDA (406350) 29
PLAN ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (322393) 30
MICROMED ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (303364) 31
SANTA MARINA SAÚDE S/C LTDA (413798) 32
UNIMED ALEM PARAIBA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (313955) 33
SISTEMA DE SAUDE PROCLIN LTDA (311677) 34
NOSSA SAÚDE – OPERADORA PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE LTDA. (372609) 35
UNIMED DE JALES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (351032) 36
ASSOCIAÇÃO ASSIT E EM DEFESA DOS DIREITOS DOS COM., IND. AUT. E TRAB EM GERAL (416304) 37
SERVIÇO SOCIAL DAS ESTRADAS DE FERRO – SESEF (312304) 38
BRB SAUDE – CAIXA DE ASSISTENCIA (414310) 39
COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO-UNIMED AQUIDAUANA (319597) 40
MAYER SISTEMAS DE SAÚDE LTDA (412244) 41
COOPERATIVA MÉDICA CAMPINAS – COOPERMECA (336432) 42
UNIMED SANTOS DUMONT SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA. (362620) 43
SERMEDE SERVIÇO MÉDICO E DENTÁRIO LTDA. (342505) 44
COOPTASIM-ES - COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS TÉCNICOS NA ADMINISTRAÇÃO DE SERV EVANGELICOS DO EST DO ESPIRITO SANTO (310581) 45
CAIXA DE ASSISTENCIA MÉDICA E BENEFÍCIOS DA POLICIA CIVÍL (343340) 46
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ARARAQUARA (320269) 47
CANP SAUDE S/S LTDA (344877) 48
SOCIEDADE LITERÁRIA E CARITATIVA SANTO AGOSTINHO (409839) 49
UNIMED DE LORENA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (385620) 50
PAME – ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA PLENA EM SAÚDE (342408) 51
MASTER CLEAN ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (340561) 52
SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA AO SERVIDOR PÚBLICO S/C LTDA (357685) 53
UNIMED VIÇOSA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (314587) 54
ADMEDICO ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS A EMPRESA LTDA (384003) 55
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS EMPREGADOS DO BANEB (315583) 56
RECIFE MERIDIONAL ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. (410985) 57
UNIMED DE BATATAIS – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (313149) 58
SÃO LUIZ PLANOS DE SAÚDE LTDA (335657) 59
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES FAZENDÁRIOS ESTADUAIS (359122) 60
SULMED ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (338346) 61
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PIRASSUNUGA (312762) 62
COOPUS – COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS (384356) 63
UNIÃO MÉDICA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO DE FEIRA DE SANTANA (414581) 64
PARANA ASSISTENCIA MEDICA LTDA (315265) 65
SBH SANTA CASA DE MISERICORDIA DE RIBEIRAO PRETO (310344) 66
UNIODONTO SUL CAPIXABA COOPERATIVA ODONTOLOGICA (370711) 67
FUNDAÇÃO DE SAÚDE ITAIGUAPY (311359) 68
CEMIL CENTRO MEDICO DE ITU LTDA. (300012) 69
UNIMED NORTE PIONEIRO – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (366064) 70
SANTA LUZIA ASSISTENCIA MEDICA (358509) 71
MEDICAL HEALTH OPERADORA DE PLANOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA LTDA (337781) 72
UNIMED COSTA VERDE RJ (311146) 73
UNIMED FRANCISCO BELTRAO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (336858) 74
DENTAL PLUS CONVÊNIO ODONTOLÓGICO LTDA. (314366) 75
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS EMPREGADOS DO SISTEMA FINANCEIRO BANESTES (343331) 76
UNIMED DE IBITINGA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (365238) 77
SAMOC S.A. – SOCIEDADE ASSISTÊNCIAL MÉDICA E ODONTO CIRURGICA (343676) 78
UNIMED RESENDE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (330566) 79
UNIMED IMPERATRIZ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (352543) 80
OPERADORA UNIESTE DE PLANOS DE SAÚDE LTDA (354511) 81
PLAMER PLANO MEDICO DE RESENDE LTDA (324299) 82
UNIMED DO VALE DO SEPOTUBA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (314099) 83
SANAMED – SAÚDE SANTO ANTONIO LTDA (384585) 84
GAMEC – GRUPO DE ASS MEDICA EMP DO CEARA (347591) 85
UNIMED FOZ DO IGUACU COOPERATIVA TRABALHO MEDICO (351792) 86
SANTA CASA DE MISERICORDIA DONA CAROLINA MALHEIROS (355950) 87
UNIMED ARARUAMA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (335215) 88
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BASA – CASF (358754) 89
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS ARCELOR BRASIL (314668) 90
UNIMED PARAIBA – FEDERAÇAO DAS SOCIEDADES COOPERATIVAS DE TRABALHO MEDICO (324523) 91
AGUANAMBI SAUDE S/C LTDA (300080) 92
UNIMED NOROESTE DO PARANÁ COOP DE TRABALHO MÉDICO . (365777) 93
UNIMED VERA CRUZ COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (324345) 94
NOVACLINICA SERVICOS MEDICOS LTDA (330353) 95
IRMANDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS (310891) 96
A I S ASSISTENCIA ODONTOLOGICA REUNIDA S/C LTDA (344818) 97
A.P.S ASSISTÊNCIA PERSONALIZADA À SAÚDE LTDA (406708) 97
AASSOP – ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE SUPLEMENTAR DO OESTE PAULISTA (416738) 97
AAUG DO BRASIL OPERADORA DE SAUDE LTDA (402753) 97
ABS-ASSISTÊNCIA BUCAL SERVIÇOS S/C LTDA. (306347) 97
ACCESS ODONTOLOGIA BASEADA EM EVIDENCIA S/C LTDA. (414654) 97
ADCON – ADMINISTRADORA DE CONVENIOS ODONTOLÓGICOS LTDA (400386) 97
ADEM ASSISTENCIA DENTÁRIA EMPRESARIAL LTDA (403300) 97
AERGO PLANDENTAL S/C LTDA (301850) 97
AESP ODONTO ASSISTENCIA EM SAO PAULO DE ODONTOLOGIA S/C LTDA (413283) 97
AGROS – INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL (368920) 97
AGTEC COMERCIAL E SERVIÇOS LTDA. (413879) 97
AHOL – ATENDIMENTO HOSPITALAR E ODONTOLÓGICO LTDA. (363782) 97
ALFAMED ASSISTÊNCIA MÉDICA HOSPITALAR LTDA (404381) 97
ALVORECER – ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS (344800) 97
AMARAL E RAYMUNDINI S/C LTDA. (413593) 97
AMAZONAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/A (416894) 97
AME – ASSISTÊNCIA MÉDICA EVANGÉLICA LTDA. (401978) 97
AMENO ASSISTÊNCIA MÉDICA S/S LTDA. (409464) 97
AMEP FREGUESIA OPERADORA DE PLANO DE SAUDE LTDA (413330) 97
AMERICLÍNICAS ASSISTÊNCIA MÉDICA HOSPITALAR LTDA. (375268) 97
AMI – ASSISTÊNCIA MÉDICA INFANTIL (328332) 97
AMPARA ASSISTÊNCIA MÉDICA PARAÍSO LTDA (325465) 97
APAS ASS POLICIAL DE ASSISTENCIA A SAUDE SAO JOAO B. VISTA (408263) 97
APO-ASSISTÊNCIA PERSONALIZADA ODONTOLÓGICA LTDA. (411124) 97
APOMAS – ASSOCIAÇÃO POLICIAL MILITAR DE ASSISTËNCIA A SAÚDE (407097) 97
APUB-SSIND- ASSOCIACAO DOS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DA BAH (343129) 97
ARCADA ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (415677) 97
ARCELORMITTAL BRASIL S/A (416070) 97
ARM ODONTOLÓGICA LTDA. (352152) 97
ASSIMÉDICA SISTEMA DE SAÚDE LTDA. (401846) 97
ASSISTÊNCIA MÉDICA NOVE DE JULHO LTDA (413267) 97
ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR LTDA (415847) 97
ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA ESPECIALIZADA LTDA (365297) 97
ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA PREV SAÚDE LTDA. (414557) 97
ASSOC.DOS AGENTES FISCAIS DE RENDAS DO ESTADO DE SP (317632) 97
ASSOCIACAO CIVIL PRÓ-SAÚDE DOS SERVIDORES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA (409634) 97
ASSOCIACAO DE SAUDE HOLAMBRA (360783) 97
ASSOCIACAO DOS FUNCIONARIOS DA FAZENDA DO ESTADO DE MATO GROSSO (334685) 97
ASSOCIACAO HOSPITALAR SANTA ROSALIA (408506) 97
ASSOCIACAO PARANAENSE DO MINISTERIO PUBLICO (412872) 97
ASSOCIACAO POLICIAL DE ASSISTENCIA A SAUDE DE ITAPETININGA (406635) 97
ASSOCIACAO POLICIAL DE ASSISTENCIA A SAUDE DE PRESIDENTE PRUDENTE (410608) 97
ASSOCIAÇAO BENEFICIENTE DOS SERVIDORES DA PREFEITURA M. CONT (369934) 97
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE BENTO CAVALHEIRO (321826) 97
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTENCIA A SAUDE (ABAS 15) (304131) 97
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE CAMPO GRANDE (306428) 97
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE FNV (415049) 97
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA ODONTOLOGICA DE GRUPO – DENTAL MED CENTER (413941) 97
ASSOCIAÇÃO CASA DO VIAJANTE (412457) 97
ASSOCIAÇÃO CASA FONTE DA VIDA (402923) 97
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL INDUSTRIAL SERVIÇO E AGROPECUÁRIA DE MARAU (333867) 97
ASSOCIAÇÃO DAS PIONEIRAS SOCIAIS (355071) 97
ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA AOS SERVIDORES DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DISTRITO FEDERAL (332682) 97
ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DA AMAGIS (416690) 97
ASSOCIAÇÃO DE SAUDE DOS POL. E BOMBEIRO MILIT. ESP.SANTO (357910) 97
ASSOCIAÇÃO DO FISCO DE ALAGOAS (393533) 97
ASSOCIAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO RIO GRANDE DO SUL (336441) 97
ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DA COMPANHIA ESTADUAL DE HABITAÇÃO E OBRAS PÚBLICAS – ASSEC (384704) 97
ASSOCIAÇÃO DOS FISCAIS DE RENDAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (387185) 97
ASSOCIAÇÃO DOS FISCAIS DE RENDAS E AGENTES FISCAIS DO ESTADO DA PARAÍBA (330281) 97
ASSOCIAÇÃO DOS FISCAIS DE TRIBUTOS ESTADUAIS DO RS – AFISVEC (382639) 97
ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO FISCO DO ESTADO DE GOIÁS (306754) 97
ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS FISCAIS DO ESTADO DO AMAZONAS – AFFEAM (388092) 97
ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO ESPÍRITO SANTO (394271) 97
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO FISCO ESTADUAL DO PARÁ – ASFEPA (411434) 97
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES FISCAIS DO ESTADO DA BAHIA (335754) 97
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE (414913) 97
ASSOCIAÇÃO FUNDO DE PROTEÇÃO À SAÚDE (416584) 97
ASSOCIAÇÃO GOIANA DO MINISTÉRIO PÚBLICO (402206) 97
ASSOCIAÇÃO HOSPITAL DE CARIDADE IJUI (414743) 97
ASSOCIAÇÃO MINEIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO (345164) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTENCIA A SAUDE DE BOTUCATU (408093) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE (409413) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DA BAIXADA SANTIS (410110) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DE RIB.PRETO APAS (408794) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (406937) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (406813) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (414212) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE – APAS SOROCABA (410128) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE – APAS/PV (411248) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE – VALE DO RIBEIRA (409405) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DE BARRETOS (407569) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DE BAURU (406945) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DE DRACENA (408026) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DE JAÚ (408034) 97
ASSOCIAÇÃO POLICIAL MILITAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (410616) 97
ASSOCIAÇÃO PRÓ-SAÚDE (333328) 97
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA DOS FUNCIONÁRIOS DA COAMO (340103) 97
ASSOCIAÇÃO SINPACEL (307220) 97
ASSOCIAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DO MINISTÉRIO PÚBLICO (412724) 97
ASSOCIAÇÃO VALEPARAIBANA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA POLICIAL (412635) 97
ASTRA S/A INDUSTRIA E COMERCIO (358410) 97
ASTTTER – ASSOC. DOS SERV. DO TRIB. DO TRAB. DA 3ª REGIÃO. (310280) 97
ATEMDE ODONTO SAÚDE CLUBE DE BENEFÍCIOS (336874) 97
ATENDIMENTO MÉDICO DE EMPRESAS LTDA. (387495) 97
ATM DIAGNOSTICO E SAUDE DENTAL LTDA (407682) 97
BAHIAODONTO PLANO ODONTOLOGICO DA BAHIA LTDA (356301) 97
BARDELLA S/A INDÚSTRIAS MECÂNICAS (346403) 97
BENEFICENCIA NIPO-BRASILEIRA DA AMAZONIA (384054) 97
BIO SAÚDE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA (402966) 97
BIODENS ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (409081) 97
BIODENTE CLÍNICA ODONTOLÓGICA LTDA. (409758) 97
BLESSMED CONVENIOS MEDICOS E HOSPITALARES LTDA (402583) 97
BLUE CROSS ASSISTENCIA MEDICA LTDA (342467) 97
BUCAL LIGHT – PLANOS E SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA (416274) 97
C.A.M.- OPERADORA DE PLANOS DE SAUDE LTDA. (406589) 97
CABERJ INTEGRAL SAÚDE S.A (415774) 97
CAEME – CAIXA DE ASSISTENCIA DOS EMPREGADOS DO SETOR PÚBLICO AGRÍCOLA DO EST. DE GOIÁS (344184) 97
CAIXA ASSISTENCIAL E BENEFICENTE DOS FUNC. DA ACARESC (327557) 97
CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITARIA DO RIO DE JANEIRO (347825) 97
CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITARIA DO RIO GRANDE DO NORTE (314251) 97
CAIXA BENEFICENTE DOS AUXILIARES DO COM. CAFEEIRO DE SANTOS (410225) 97
CAIXA BENEFICENTE DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO IGUAÇU (414026) 97
CAIXA DE ASSIST. DOS FUNC. DA EMP. ENERGÉTICA DE SERGIPE S/A (370321) 97
CAIXA DE ASSISTENCIA DOS ADVOGADOS DE GOIAS (356590) 97
CAIXA DE ASSISTENCIA DOS ADVOGADOS DE MINAS GERAIS (346390) 97
CAIXA DE ASSISTENCIA MEDICA DOS EX-EMPREGADOS DO BEMAT (331856) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DA UNIVERSIDADE (330027) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DO SINDFISCO – CASSIND (413518) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DO DISTRITO FEDERAL (363413) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS EMPREGADOS DA SANEAGO (363855) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS EMPREGADOS DO BANESE (335789) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS EMPREGADOS DOS SISTEMAS BESC E CODESC, DO BADESC E DA FUSESC (356476) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS MAGISTRADOS DE PERNAMBUCO (302627) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA À SAUDE DOS EMPREGADOS DA CODEVASF – CASEC (412295) 97
CAIXA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA CELG (361461) 97
CAIXA DE PREV. E ASSIST. AOS FUNCIONÁRIOS DO BANPARÁ S.A. (336220) 97
CAMBORIÚ SAÚDE LTDA. (360147) 97
CARIOCA – OPERADORA INTEGRADA DE SAÚDE S/S (402893) 97
CASA DE PORTUGAL (333981) 97
CASA DE SAÚDE E MAT. NOSSA SENHORA DAS GRACAS LTDA (309401) 97
CASA DE SAÚDE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA S/C LTDA (327328) 97
CDA – ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA – EPP (415952) 97
CEFEM – OPERADORA DE PLANO DE SAUDE LTDA. (414735) 97
CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S/A – CENIBRA (339270) 97
CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S/A – ELETROBRAS (359521) 97
CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A – CERON (304697) 97
CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL (401960) 97
CENTRAL MÉDICA DE PREVENÇÃO LTDA. (315516) 97
CENTRAL ODONTOLÓGICA DE BETIM LTDA (388742) 97
CENTRO BARBACENENSE DE ASSISTÊNCIA MEDICA E SOCIAL (310361) 97
CENTRO CLINICO NH LTDA. (304212) 97
CENTRO CLÍNICO CANOAS LTDA (348457) 97
CENTRO DE DIAGNOSTICO E TRATAMENTO ODONTOLOGICO LTDA (411426) 97
CENTRO DE ENDOCRINOLOGIA DE JUNDIAÍ S/S LTDA (415910) 97
CENTRO DE ESTUDOS E DIAGNÓSTICO ODONTOLÓGICO LTDA – CEDOM (349291) 97
CENTRO DE PESQUISAS DE ENERGIA ELETRICA – CEPEL (374300) 97
CENTRO MEDICO DO CARMO LTDA (411515) 97
CENTRO MEDICO SAO LEOPOLDO LTDA (355241) 97
CENTRO MEDICO SAPIRANGA LTDA (309699) 97
CENTRO MÉDICO ESTÂNCIA VELHA LTDA (403130) 97
CENTRO MÉDICO FÁTIMA LTDA (408883) 97
CENTRO ODONTOLOGICO INTEGRADO (314757) 97
CENTRO POPULAR PRO-MELHORAMENTOS DE BOM JESUS (329207) 97
CENÁCULO PROTETOR DOS CEGOS (408638) 97
CEORP – CENTRO ODONTOLOGICO S/C LTDA (401871) 97
CETESB – COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL (324892) 97
CGO CLINICA DE GINECOLOGIA E OBSTETRICIA LTDA (413291) 97
CHEQUE SAÚDE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE S/S LTDA (402991) 97
CIA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DE SÃO PAULO – PRODESP (330183) 97
CIME CIRURGIA E MEDICINA S/C LTDA (323349) 97
CIMMAL OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. (405051) 97
CISOPAR – CENTRO INTEGRADO DE SAUDE ORAL PARAISENSE S/C LTDA (332950) 97
CLICK AUTOMOTIVA INDUSTRIAL LTDA (414999) 97
CLIDECEME CLÍNICA DENTÁRIA LTDA (416410) 97
CLIM SERV ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. (402346) 97
CLIMED LTDA. ASSISTÊNCIA MÉDICA A EMPRESAS (402141) 97
CLIMEP OPERADORA DE PLANOS PRIVADOS DE ASSITÊNCIA À SAÚDE LTDA (312908) 97
CLIMESA CLÍNICA MÉDICA SANTANA LTDA (342955) 97
CLIMESQ – CLÍNICA MÉDICO ODONTOLÓGICA MESQUITA LTDA. (407607) 97
CLIMOL CLINICA MÉDICA E ODONTOLÓGICA SÃO FRANCISCO DE ASSIS LTDA. (402770) 97
CLINICA ALVORADA DE SERVICOS MÉDICOS LTDA (329266) 97
CLINICA DE ASSISTENCIA MEDICA ODONTOLOGICA DIAMANTES LTDA (361836) 97
CLINICA DE ASSISTENCIA MEDICA PERMANENTE (374903) 97
CLINICA E ASSISTENCIA ODONTOLOGICA GREEN CARD SC LTDA (413810) 97
CLINICA MARECHAL RONDON LTDA (407968) 97
CLINICA MÉDICA E DIAGNOSTICO LTDA (350842) 97
CLINICA ODONTO LTDA (401757) 97
CLINICA ODONTOLOGICA BUCKER S/C. LTDA. (413739) 97
CLINICA ODONTOLOGICA LUIZ LIMA LTDA. (404039) 97
CLINICA ODONTOLOGICA ODONTOPLAN LTDA (410071) 97
CLINICA ODONTOLOGICA SÃO JOSÉ LTDA (407496) 97
CLINICA SAO LUCAS LTDA (408867) 97
CLINICARD ASSISTENCIA MEDICA S/A (317306) 97
CLINIPREV SAUDE LTDA (415413) 97
CLISMED CLÍNICA DE SOCORRO MÉDICO DENTÁRIA LTDA (408905) 97
CLOC-CLÍNICA ODONTOLÓGICA CONCHAL LTDA (402117) 97
CLÍNICA DR. MIGUEL MORONE LTDA (407551) 97
CLÍNICA MÉDICA MADUREIRA LTDA (409189) 97
CLÍNICA ODONTOLÓGICA MAXIDENTE LTDA. (414182) 97
CLÍNICA ODONTOLÓGICA SASSO SOCIEDADE SIMPLES LTDA (416797) 97
CLÍNICA SÃO JOÃO LTDA (407623) 97
CMI CLINICA DE MEDICINA INTEGRADA LTDA. (310239) 97
COJUN CENTRO ODONTOLOGICO JUNDIAI LTDA. (415812) 97
COMPANHIA BRASILEIRA DE PETRÓLEO IPIRANGA (414549) 97
COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRAFEGO – CET (330051) 97
COMPANHIA ENERGETICA DO MARANHÃO CEMAR (368202) 97
COMPANHIA ESPIRITO SANTENSE DE SANEAMENTO (392405) 97
COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO – CONAB (334189) 97
COMPANHIA SIDERURGICA DE TUBARAO (342637) 97
COMSEDER – COOP. MÉD. DOS SERV. DA SUPLAN E DO DER LTDA (390259) 97
CONFERÊNCIA SÃO JOSÉ DO AVAÍ (321931) 97
CONFIANCA ASSISTENCIA MEDICO HOSPITALAR. LTDA (410624) 97
COOP-ODONTOCLASSIC – COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (407241) 97
COOP.DE TRABALHO ODONT. DE F. DE SANTANA RESP. LTDA (400556) 97
COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DO ALEGRETE LTDA (355135) 97
COOPERATIVA DE CONSUMO E BENEFÍCIOS SOCIAIS E ECONÔMICOS “C.S. ASSISTANCE” (350362) 97
COOPERATIVA DE SERVIÇOS MEDICOS DE ARAGUAINA (313084) 97
COOPERATIVA DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS DE FARROUPILHA LTDA (362735) 97
COOPERATIVA DE TRABALHO DOS PROFISSIONAIS EM ODONTOLOGIA DO VALE DOS SINOS E PARANHANA LTDA (404128) 97
COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO DO PLANALTO NORTE DE SC LTDA (317012) 97
COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO DE RORAIMA (340049) 97
COOPERATIVA DE USUARIOS DO SISTEMA DE SAUDE DE MARILIA (407879) 97
COOPERATIVA DE USUÁRIOS ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR DO SICOOB LTDA – VIVAMED (314170) 97
COOPERATIVA DOS CIRURGIÕES DENTISTAS DO ESTADO DE SERGIPE (359459) 97
COOPERATIVA DOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DO VALE DO RIO DOS SINOS (404241) 97
COOPERATIVA DOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE LTDA. (406805) 97
COOPERATIVA EVIDENTE COOP TRAB ODONTOL BOTUCATU (400572) 97
COOPERATIVA ODONTOLOGICA DE ILHEUS RESP. LTDA (383929) 97
COOPERATIVA ODONTOLOGICA LTDA. (410951) 97
COOPERATIVA ODONTOLÓGICA DE GARANHUNS E AGRESTE MERIDIONAL. (342335) 97
COOPERATIVA ODONTOLÓGICA DE RIO BRANCO (403997) 97
COOPERATIVA ODONTOLÓGICA POÇOS DE CALDAS (409791) 97
COOPERATIVA ODONTOLÓGICA REGIÃO SUL DA BAHIA – UNIODONTO (402010) 97
COOPERATIVA ODONTOLÓGICA VALE DO CAÍ LTDA – DENTSUL (353477) 97
COOPERCISO CENTRO INTEGRADO DE SERVIÇO ODONTOLÓGICO LTDA. (353892) 97
COORE ASSSITÊNCIA ODONTOLÓGICA S/C LTDA – ME (416207) 97
COP-COMPANHIA ODONTOLOGICA PAULISTA S/C LTDA (408379) 97
COPAMEDH – ASSISTÊNCIA MÉDICA HOSPITALAR (415731) 97
COPESUL – COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL (332062) 97
COPI – CENTRO ODONTOLÓGICO PITANGUEIRAS S/C LTDA (335568) 97
CORN PRODUCTS BRASIL – INGREDIENTES IND. LTDA. (400971) 97
COTAR CLÍNICA ODONTOLÓGICA LTDA. (404225) 97
COTIA SAUDE ASSISTENCIA MEDICA S/C LTDA (414051) 97
CPS PLANOS DE SAÚDE LTDA (415570) 97
CROE – CENTRO DE REABILITACAO ORAL ESPECIALIZADO LTDA (368181) 97
CROWN ODONTOLOGIA DE GRUPO LTDA (397245) 97
CT PLANOS DE SAÚDE LTDA (328499) 97
DAIMLERCHRYSLER DO BRASIL LTDA (315591) 97
DENT PREV ASSISTENCIA ODONTOLÓGICA LTDA (416487) 97
DENT-SERVICE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA INTERNACIONAL LTDA (351113) 97
DENTAL CARE CLINICA ODONTOLOGICA S/C LTDA (386219) 97
DENTAL CENTER LTDA (339458) 97
DENTAL MASTER LTDA. (413747) 97
DENTAL MED ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (410713) 97
DENTAL PLAN – PLANO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. ME (415804) 97
DENTAL PREVIDÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (415383) 97
DENTAL SEGUROS LTDA (347272) 97
DENTAL-MED ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/C LTDA (333620) 97
DENTAL-PAR – ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA EMPRESARIAL S/C. LTDA. (322890) 97
DENTALMASTER COMÉRCIO DE PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA (401463) 97
DENTALPLAN PLANOS DE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA (416908) 97
DENTALSHOW ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (361038) 97
DENTICAL DENTAL COOPERATIVA ODONTOLOGICA DE LIMEIRA (415928) 97
DENTIS SANUS ODONTOLOGIA DE GRUPO LTDA. (414662) 97
DENTIÇÃO CONVÊNIOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA (327867) 97
DENTSY ODONTOLOGIA S/C LTDA. (414425) 97
DENTSÃO ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (323870) 97
DESBAN – FUNDAÇÃO BDMG DE SEGURIDADE SOCIAL (357669) 97
DESENBAHIA – AGÊNCIA DE FOMENTO DO ESTADO DA BAHIA S/A (402052) 97
DI THIENE SAUDE S/C LTDA (411230) 97
DONA SAÚDE CLINICAS LTDA (365645) 97
DOURAMED ASSIST. MÉDICO HOSPITALAR GLOBAL S/C LTDA (319368) 97
ECONLIFE SAUDE LTDA (413755) 97
ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A – ELETRONUCLEAR (344699) 97
ELETROSUL CENTRAIS ELÉTRICAS S/A (356891) 97
EMPREMED ASSISTENCIA MEDICA LTDA (367729) 97
EMPRESA DE TRANSPORTES E TRÂNSITO DE BELO HORIZONTE/BHTRANS (306525) 97
EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS (410322) 97
EMPRESARIAL PLANO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. (406210) 97
EVANGELICO SAUDE LTDA. (401480) 97
EVERCROSS PLANEJAMENTO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. (410179) 97
EXTREMAMEDIC PLANOS DE SAUDE LTDA (411868) 97
FAMIDENTE DE TERESOPOLIS PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA (412902) 97
FEDERAÇAO DAS UNIMEDS DOS ESTADOS DE GOIAS E TOCANTINS (386596) 97
FEDERAÇÃO DAS COOP ODONTOLÓGICAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (415626) 97
FEDERAÇÃO INTERFEDERATIVA DAS COOPERATIVAS DE TRABALHO MÉDICO DO EST.MG (363944) 97
FENIX – OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA (409596) 97
FIOPREV – INSTITUTO OSWALDO CRUZ DE SEGURIDADE SOCIAL (337404) 97
FREE LIFE OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA (351091) 97
FUNASA-SAÚDE – CAIXA DE ASSISTENCIA DOS EMPREGADOS DA SAELPA (370592) 97
FUNDAÇAO COMPESA DE PREVIDENCIA E ASSISTENCIA (307751) 97
FUNDAÇAO ELETROSUL DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL ELOS (315095) 97
FUNDAÇAO OTÍLIA CORREIA SARAIVA (356573) 97
FUNDAÇÃO AFFEMG ASSISTÊNCIA SAÚDE – FUNDAFFEMG (315567) 97
FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS EMPREGADOS DA CESAN (329665) 97
FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL VIÇOSENSE (302881) 97
FUNDAÇÃO BENEFICENTE RIO DOCE (311499) 97
FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL – CELOS (315044) 97
FUNDAÇÃO DE AMPARO SOCIAL DO HOSPITAL MOINHOS DE VENTO (369012) 97
FUNDAÇÃO DE ASSISTÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO BEM S/A (390372) 97
FUNDAÇÃO DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA SOCIAL DO BNDES (339636) 97
FUNDAÇÃO DE PREVIDÊNCIA DOS EMPREGADOS DA CEB (309362) 97
FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL DOS EMPREGADOS DA CST (330809) 97
FUNDAÇÃO ELETROBRÁS DE SEGURIDADE SOCIAL – ELETROS (313904) 97
FUNDAÇÃO FILANTRÓPICA E BENEFICIENTE DE SAÚDE ARNALDO GAVAZZA FILHO (323942) 97
FUNDAÇÃO PADRE ALBINO (413399) 97
FUNDAÇÃO SINTAF – SAÚDE DE ASSISTÊNCIA AOS SERVIDORES DO GRUPO TRIBUTAÇÃO, ARRECADAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA DO (411850) 97
FUNDO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS FUNCIONÁRIOS DO BEC (414689) 97
FUPRESA S/A (340065) 97
FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. (366455) 97
G & M ASSESSORIA MEDICA EMPRESARIAL LTDA. (409286) 97
GAME ASSISTENCIA MEDICA S/C LTDA (402982) 97
GARANTIA DE SAÚDE LTDA (343064) 97
GEEO QUALITY DENT GRUPO EMPRESARIAL E ODONTÓLIGOS LTDA. (408751) 97
GENTE CLUBE DE VIDA – PROMOÇÕES E SERVIÇOS LTDA (328774) 97
GEVISA S/A (309711) 97
GLOBAL UBERABA EMPREENDIMENTOS LTDA (412848) 97
GLOBO COCHRANE GRÁFICA E EDITORA LTDA. (409049) 97
GOLDEN PLUS ADMINISTRAÇÃO E CONVÊNIO LTDA. (370584) 97
GRANJAS QUATRO IRMÃOS AGROPECUÁRIA E COMÉRCIO S/A (404152) 97
GREEN LIFE SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA LTDA. (410471) 97
GREMIO BENEFICENTE DOS EMPREGADOS DE KLABIN S/A (350206) 97
GS PLANO GLOBAL DE SAÚDE S/C LTDA (413160) 97
HC SAÚDE LTDA. (335851) 97
HELPMEDICA ASSISTENCIA MEDICA LTDA. (408221) 97
HOSPITAIS E CLÍNICAS DO PIAUÍ S/C LTDA (416398) 97
HOSPITAL CÉSAR LEITE (314706) 97
HOSPITAL DE CARIDADE DE VARGEM GRANDE DO SUL (363111) 97
HOSPITAL DE CARIDADE DR. ASTROGILDO DE AZEVEDO (349917) 97
HOSPITAL DE CATAGUASES (400319) 97
HOSPITAL DE PRONTOCLINICA LTDA. (341941) 97
HOSPITAL E MATERNIDADE TALITA S/C LTDA (355623) 97
HOSPITAL EVANGELICO REGIONAL LTDA (301043) 97
HOSPITAL EVANGÉLICO DE RIO VERDE (414956) 97
HOSPITAL IMACULADA CONCEIÇÃO – AMHIC-SAÚDE (330876) 97
HOSPITAL MARECHAL CÂNDIDO RONDON LTDA (392391) 97
HOSPITAL MATERNIDADE FREI GALVAO (315681) 97
HOSPITAL OSWALDO CRUZ LTDA (406643) 97
HOSPITAL PADRE JÚLIO MARIA (406457) 97
HOSPITAL SAO PAULO (333514) 97
HOSPITAL SP LTDA. (363189) 97
IDEAL SAÚDE PLANO DE ASSIST. MÉDICA E ODONTOLÓGICA LTDA (358240) 97
IEAS – INSTITUTO DE ENSINO E ASSISTÊNCIA SOCIAL (336084) 97
IGARATIBA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA (357987) 97
ILHÉUS-MED OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE – VIDAMEDI LTDA. (415138) 97
INCREMENTAL ODONTOLOGIA S/C LTDA (339008) 97
INDUSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL S/A – INB (329282) 97
INDÚSTRIA MÊCANICA SIGRIST LTDA (343871) 97
INSISO INST. INTEGRADO DE SAUDE ODONTOLOGICA LTDA. (404772) 97
INSTITUTO ASSISTENCIAL MEDICO E ODONTOLÓGICO LTDA. (414883) 97
INSTITUTO CLINICO NOSSA SENHORA DE FATIMA LTDA (367826) 97
INSTITUTO DE ODONTOLOGIA BARBIN S/C LTDA (402427) 97
INSTITUTO DE ODONTOLOGIA DO MARANHÃO DR. LUIZ ALFREDO LTDA. (414981) 97
INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SAO PAULO SA. (325368) 97
INSTITUTO PORTUGUÊS BRASILEIRO DE ASSISTÊNCIA (408531) 97
INTEGRAL SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (359394) 97
INTERDENTAL ODONTOLOGIA INTEGRADA (312525) 97
INTERMEDICI PIRACICABA ASSISTENCIA MEDICA S/C LTDA (312282) 97
INÁCIO E SPANGHERO LTDA (415332) 97
IPIRANGA PETROQUÍMICA S/A (313122) 97
IRB BRASIL RESSEGUROS S/A (310786) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE VALENÇA (357227) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MIESERICORDIA DE IGARAPAVA (330957) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE BIRIGUI (314102) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE ILHEUS (320684) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE LIMEIRA (319422) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE VALINHOS (410365) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE VITORIA (378038) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE AGUAÍ (313378) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ARARAS (322920) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE LEME (335762) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MAUÁ (403920) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MOCOCA (308005) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MUZAMBINHO (411841) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE OSVALDO CRUZ (367486) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE RIO CLARO (347655) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE STA R. P. QUATRO (363511) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (339539) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO ROQUE (401137) 97
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA E MATERNIDADE DONA ZILDA SALVAGNI (321320) 97
IRMANDADE DE MISERICORDIA DE PORTO FERREIRA (329355) 97
IRMANDADE DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE (400742) 97
IRMANDADE DE SANTA CASA MISERICORDIA DE CACONDE (344281) 97
IRMANDADE DO HOSPITAL DE NOSSA SENHORA DAS DORES (321095) 97
IRMANDADE DO SENHOR BOM JESUS DOS PASSOS DA STA CASA DE MISERICORDIA DE BRAGANÇA PAULISTA (323977) 97
IRMANDADE NOSSA SENHORA DAS MERCES DE MONTES CLAROS (363685) 97
IRMANDADE SANTA CASA CORAÇÃO DE JESUS (305243) 97
ISOMEDIC ADMINISTRADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. – EM LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL (404535) 97
ITAGUAÍ SAÚDE LTDA. (416711) 97
ITAIPU BINACIONAL (366234) 97
ITAUSEG SAÚDE S.A. (000884) 97
J. & R. OPERADORA DE PLANOS ODONTOLOGICOS S/S LTDA. (304441) 97
J.A.R. ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (412996) 97
JLM ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (416215) 97
JOAQUIM OLIVEIRA S/A PARTICIPAÇÕES (341371) 97
L.K.L PLANO ODONTOLÓGICA LTDA (340227) 97
L.S. HIROMOTO FILHO & CIA. LTDA ME (414468) 97
LEADER ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR S/C LTDA (364592) 97
LINK ASSISTENCIAL S/C LTDA (403202) 97
LIRA E VALADARES CLÍNICA E OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. (408662) 97
LÍDER SUPERMERCADOS E MAGAZINE LTDA (412490) 97
M.C. DE CARVALHO RODRIGUES E CIA LTDA. (412481) 97
M.M.N. SAUDE LTDA (339032) 97
MAC DENTAL SERVIÇOS ODONTOLOGICOS LTDA (413011) 97
MADRE THEODORA ASSISTÊNCIA MÉDICA HOSPITALAR LTDA. (402036) 97
MAE – MEDICINA ASSISTENCIAL A EMPRESAS LTDA (302694) 97
MAHLE METAL LEVE MIBA SINTERIZADOS LTDA (308064) 97
MAISSATO E LINS LTDA (407542) 97
MAM MONTREAL ASSISTÊNCIA MÉDICA S/C LTDA (341550) 97
MARFIMDENT PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (412937) 97
MARKI ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (407941) 97
MASTER PAX SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA E ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (357014) 97
MASTER PLUS ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA. (370339) 97
MASTERMED ADM. DE PLANOS DE SAÚDE LTDA (414077) 97
MATTOS ODONTOLOGIA LTDA (329967) 97
MATÃO CLINICAS & AMHMA SAÚDE LTDA (416495) 97
MEDES CLINICA MÉDICA LTDA (328201) 97
MEDISUL ASSISTÊNCIA MÉDICA EMPRESARIAL LTDA. (349127) 97
MEDLINE ASSISTENCIA MÉDICA LTDA (413241) 97
MEDPORTO ASSISTÊNCIA MÉDICA S/C LTDA (352055) 97
METODONT – ASSISTÊNCIA ODONTOLOGICA LTDA (300365) 97
MH VIDA – OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. (412015) 97
MILMED ADMINISTRADORA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA. (382868) 97
MULTI SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA HOSPITALAR E ODONTOLÓGICA LTDA (402851) 97
MULTICLÍNICAS ASSIST.MED. CIRURG. E HOSP. LTDA. (331490) 97
MVM ODONTOLOGIA EMPRESARIAL LTDA. (415618) 97
NEOCLINIC ODONTOLOGIA LTDA (412627) 97
NEWKLIN ODONTOCLÍNICA LTDA. ME. (415057) 97
NOSAMED ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA. (305928) 97
NOVELIS DO BRASIL LTDA. (382108) 97
NUCLEBRÁS EQUIPAMENTOS PESADOS S/A – NUCLEP (352888) 97
NUCLEO ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA (359866) 97
O.S ODONTOLÓGICA LTDA. (404365) 97
ODMED SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA (408271) 97
ODONTO BONNO LTDA. (409642) 97
ODONTO CLINICA G ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA S/C LTDA. (404624) 97
ODONTO CORPUS S/S LTDA. (405973) 97
ODONTO FAMA LTDA (413666) 97
ODONTO HEALTH – ASSISTENCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (378348) 97
ODONTO JARAGUÁ LTDA (312321) 97
ODONTO MEC ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/C LTDA (404101) 97
ODONTO MÉDICA LTDA. ME (415502) 97
ODONTO PLUS CONVENIO ODONTOLOGICO LTDA (405671) 97
ODONTO QUALIT SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA (416347) 97
ODONTO SAUDE LTDA (413402) 97
ODONTO SAÚDE PLANO DE SAÚDE ODONTOLÓGICA LTDA (412465) 97
ODONTO SAÚDE SERVIÇOS DE ODONTOLOGIA LTDA. (414808) 97
ODONTO SERVICE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/S LTDA. (408816) 97
ODONTO TIME ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (414841) 97
ODONTO-SERT SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA. (316971) 97
ODONTOART PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA (414387) 97
ODONTOASSIST ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/C LTDA (414336) 97
ODONTOBASE PLANOS DE SAUDE LTDA. (344486) 97
ODONTOBET LTDA (402214) 97
ODONTOCAMP ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (330841) 97
ODONTOCAP SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA. (405060) 97
ODONTOCARD CLÍNICA DE ASSIST.E SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (401382) 97
ODONTOLOGYC SYSTEM CONVÊNIO ODONTOLOGICO LTDA (416461) 97
ODONTOLÓGICA CLINICA DENTÁRIA S/S LTDA. (407437) 97
ODONTOLÓGICA SERVIÇOS DE SAÚDE ORAL LTDA (416614) 97
ODONTONLINE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (415685) 97
ODONTOPAM ASSISTENCIA MÉDICA E ODONTOLOGICA INTEGRADA LTDA (313891) 97
ODONTOPLAN ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (416355) 97
ODONTOPLAN ODONTOLOGIA PLANEJADA S/C LTDA (404306) 97
ODONTOPLASA ADM.EM SAUDE SOCIEDADE EMPRESARIA LTDA. (406171) 97
ODONTOREAL LTDA. (412040) 97
ODONTOS UNIDADE ODONTOLOGICA LTDA (356042) 97
ODONTOSUL COOP.DOS CIRURGIÕES DENTISTAS DA REGIAO SERRANA (401293) 97
ODONTRAT ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA. (415961) 97
ODONTUS COOPERATIVA DOS ODONTOLOGOS DO DF (409219) 97
OPERADORA DE PLANOS DE SAUDE SANTA GENOVEVA S/S LTDA (324809) 97
OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE SERRA IMPERIAL LTDA. (409235) 97
OPERADORA DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTENCIA A SAUDE CONSAUDE S/S LTDA (350729) 97
OPERADORA UNICENTRAL DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. (318477) 97
OPSFELDER ASSESSORIA S/S LTDA (416142) 97
ORAL COMPANY ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (414921) 97
ORAL FLEX CONVÊNIO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/C (401595) 97
ORAL HEALTH SISTEMA INTEGRADO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (300951) 97
ORAL MAXIPREV PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (415880) 97
ORAL MED PARANÁ-CLÍNICA ODONTOLÓGICA LTDA (362352) 97
ORAL ODONTO ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (304034) 97
ORAL PREMIUM S/S LTDA (411655) 97
ORAL SAÚDE CLÍNICA ODONTOLÓGICA LTDA. (311693) 97
ORAL SAÚDE DE IBITINGA SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA (366510) 97
ORAL SAÚDE DE VOTUPORANGA SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (379557) 97
ORAL SAÚDE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA (401455) 97
ORALCLASS ASSISTENCIA MÉDICA E ODONTOLOGICA S/S LTDA. (402478) 97
ORION PLANOS E SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA (416371) 97
ORTOVIDE CLÍNICA ORTODÔNTICA LTDA (416665) 97
OUROCLIN ASSISTENCIA A SAUDE S/C LTDA (304859) 97
P.W HIDROPNEUMÁTICA LTDA (331635) 97
PARANÁ ODONTOCLÍNICA SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/C LTDA (406651) 97
PARDO PREV CONVÊNIO ODONTOLÓGICO LTDA (415464) 97
PAULIDENT ODONTOGIA S/C LTDA (401781) 97
PERSONAL DOCTOR ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/C LTDA. (415545) 97
PETROBRAS DISTRIBUIDORA S.A. (354571) 97
PETROQUÍMICA TRIUNFO S/A (352322) 97
PLAME ODONTO – PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAUDE S/C LTDA (401811) 97
PLAMEB – PLANO DE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA (411892) 97
PLAMEDH – PLANO DE ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR LTDA (413551) 97
PLAMHEG PLANO DE ASSISTÊNCIA MEDICA E HOSPITALAR DO ESTADO DE GOIAS S/C LTDA (373141) 97
PLAN MED LTDA (386898) 97
PLANAVE OPERADORA LTDA (332101) 97
PLANCOR LTDA (405141) 97
PLANO ASSISTENCIAL SÃO LUCAS LTDA (363391) 97
PLANO DE ASSISTENCIA A SAUDE NOSSA SENHORA DA PENHA S/C LTDA (414069) 97
PLANO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA MINEIRA LTDA (382281) 97
PLANO DE SAUDE SÃO LUCAS LTDA (410136) 97
PLANO DE SAUDE UNIFENAS (344010) 97
PLANO HOSPITAL SAMARITANO LTDA (411256) 97
PLANO ODONTO MINAS LTDA. (415936) 97
PLANO PLANEJAMENTO E ASSESSORIA NORDESTE ODONTO LTDA (408999) 97
PLANO SAÚDE SÃO FRANCISCO LTDA. (358053) 97
PLANO VIDA SAUDE SERVIÇOS ODONTOLOGICOS LTDA (415987) 97
PLANODENTE LTDA. (416517) 97
PLASAC PLANO DE SAÚDE LTDA (306444) 97
PLASMMET PLANO DE SAUDE LTDA. (409260) 97
PLENODONTO ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA S/C LTDA. (403458) 97
PLISMO ODONTO S/C LTDA. (309516) 97
POLI SAUDE OPERADORA DE PLANO DE SAUDE LTDA (351270) 97
POLICLINICA CENTRAL DA TAQUARA LTDA. (405281) 97
POLICLINICA RIO GRANDE LTDA (404888) 97
POLICLINICA SÃO JOSÉ LTDA. (414638) 97
POLICLÍNICA ODONTOLÓGICA DA PREVENÇÃO LTDA. (415065) 97
POLICLÍNICA PAVUNA LTDA (407631) 97
POLICON ASSISTENCIA MÉDICA LTDA – EPP (412228) 97
POLIMÉDICA SAÚDE SOCIEDADE SIMPLES LTDA (316903) 97
POLYMED – POLYCLÍNICA MÉDICA E ADMINISTRADORA DE PLANOS DE S (332291) 97
PONTESCLIN CLINICA MEDICA E ODONTOLOGICA LTDA (406741) 97
PONTUAL SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (413411) 97
PRENSAS SCHULER S/A (363138) 97
PRESDENTAL ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA EMPRESARIAL LTDA. (407071) 97
PREST ODONTO LTDA (384844) 97
PREV ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (335410) 97
PREV SAÚDE ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA PRIVADA (414948) 97
PREV SYSTEM LTDA. (401609) 97
PREV-DONT ODONTOLOGICA LTDA. (410420) 97
PREVIMINAS – FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL DE MINAS GERAIS (378216) 97
PREVINA ODONTOLOGIA LTDA (403636) 97
PREVODOCTOR OPERADORA DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (412830) 97
PRIMA VIDA ODONTOLOGIA DE GRUPO LIMITADA (416525) 97
PRISA ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR S/C LTDA (402541) 97
PRO MASTER ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/C LTDA. (356956) 97
PRO ODONTO ASSISTENCIA DENTARIA S/S LTDA. (334057) 97
PROASA – PROGRAMA ADVENTISTA DE SAÚDE (310522) 97
PROCLIN ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA (353019) 97
PRODENTE – PLANO DE SAUDE ODONTOLÓGICO LTDA. (310859) 97
PRODONTO CENTRO ODODNTOLÓGICO INTEGRADO DE MACAÉ LTDA. (404331) 97
PRODONTO ODONTOLOGIA LTDA S/C (402150) 97
PROFIDENTE LTDA (408328) 97
PROI – PLANO RACIONAL DE ODONTOLOGIA INTEGRAL LTDA. (411728) 97
PROMED ASSISTENCIA E SAUDE LTDA (412643) 97
PROMED ASSITÊNCIA MÉDICA LTDA (410632) 97
PRONTO SERVICE SERVICOS DE SAUDE LTDA. (405761) 97
PRONTO SOCORRO INFANTIL LUIS FRANÇA S/S LTDA. (407755) 97
PRONTOCLINICA E HOSPITAIS SAO LUCAS S/A (305626) 97
PRONTOMED ASSISTÊNCIA MEDICA LTDA. (403849) 97
PRONTOMED NH – PRONTO SOCORRO MÉDICO DE NOVO HAMBURGO LTDA (302490) 97
PRONTOMEDICO PLANO DE ASSISTENCIA MEDICA LTDA (362182) 97
PROTEÇÃO MÉDICA S/S LTDA (370258) 97
PROVECTO SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA. (416100) 97
PRÓ ODONTO ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA (400106) 97
PULMONAR CLINICA DE PNEUMOLOGIA E CIRURG TORACICA LTDA. (403369) 97
R R ODONTO ASSISTÊNCIA ODONTOLOGICA LTDA (415120) 97
RIBEIRO & SILVA PLANO ODONTOLÓGICO LTDA. (416363) 97
RIBEIRÃO MULTI-ODONTO LTDA (351351) 97
RODRIGUES LEIRA ODONTOLOGIA LTDA. (415243) 97
ROPE ODONTOLOGIA ESPECIALIZADA S/S LTDA. (415821) 97
S & M ODONTOLOGIA INTEGRADA LTDA (414727) 97
S.P.A SAUDE- SISTEMA DE PROMOÇÃO ASSISTENCIAL (324493) 97
S.S. – SORRISO SAÚDE LTDA. (407704) 97
SADEN SAÚDE DENTAL LTDA. (410543) 97
SADI SERVIÇO DE ASSIST. DENTARIA A INDUSTRIA LTDA (332992) 97
SALUTAR SAÚDE SEGURADORA S/A (000027) 97
SAME-SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA EMPRESARIAL LTDA. (415901) 97
SAMEC SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E CIRÚRGICA LTDA (372960) 97
SAMEDIL – SERVIÇOS DE ATENDIMENTO MÉDICO LTDA. (335614) 97
SAMIG-SERV. DE ASSISTENCIA MEDICA DA ILHA DO GOVERNADOR LTDA (340162) 97
SANATORINHOS AÇÃO COMUNITÁRIA DE SAÚDE (365351) 97
SANTA APOLÔNIA PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA (405248) 97
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SÃO JOÃO DEL REI (408522) 97
SANTA CASA DE MISERICORDIA DE BARRA MANSA (338214) 97
SANTA CASA DE MISERICORDIA DE CASA BRANCA (315893) 97
SANTA CASA DE MISERICORDIA DE ITABUNA (372404) 97
SANTA CASA DE MISERICORDIA DE JOSE BONIFACIO (350338) 97
SANTA CASA DE MISERICORDIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO – HOSPITAL SÃO VICENTE (353264) 97
SANTA CASA DE MISERICORDIA DE VITÓRIA DA CONQUISTA (357383) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ARAÇATUBA (300748) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ITAPEVA (345741) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE LORENA (331805) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PASSOS (333875) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE TUPÃ (306045) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VOTUPORANGA (330116) 97
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA E ASILO DOS POBRES DE BATATAIS (344915) 97
SANTA CASA MISERICÓRDIA IRM. SR. DOS PASSOS DE UBATUBA (403580) 97
SANTAMED SERVIÇOS MÉDICOS E HOSPITALARES LTDA. (413071) 97
SANTO ANDRÉ PLANOS DE ASSISTENCIA MÉDICA LTDA. (400190) 97
SAO MIGUEL ODONTOLOGOS ASSOCIADOS (323373) 97
SAO PAULO TRANSPORTE S.A. (381799) 97
SAUDE PAS – MEDICINA E ODONTO (409243) 97
SAUDE TOTAL LTDA (359068) 97
SAÚDE BUCAL – OPERADORA DE PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA (416941) 97
SAÚDE CEAM S/C LTDA. (311472) 97
SAÚDE GOIÂNIA LTDA (401196) 97
SAÚDE GRANDE RIO LTDA. (404527) 97
SAÚDE SANTA TEREZA LTDA. (414930) 97
SAÚDE É TUDO ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (415171) 97
SB SAÚDE LTDA (360465) 97
SBC SAÚDE LTDA. (412058) 97
SEDEG ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (408603) 97
SEDEL S/C LTDA (343641) 97
SEMECO SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICAS LTDA. (347132) 97
SEMEV SERVIÇO MÉDICO DE VITORIA DA CONQUISTA S/C LTDA. (303691) 97
SER ÚNICO – PLANOS ODONTOLÓGICOS S/S LTDA. (301213) 97
SERMED SERVIÇOS MÉDICOS UBERLÂNDIA LTDA (401153) 97
SERVIMED – SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (333735) 97
SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA SOCIAL LTDA. (324710) 97
SESI-RJ FIRJAN CIRJ SAÚDE (415359) 97
SICARD & SICARD ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (379280) 97
SILVIO SANTOS PARTICIPAÇÕES LTDA (342858) 97
SINAMED SERVIÇOS MEDICOS E HOSPITALARES LTDA (400785) 97
SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO (411639) 97
SINDICATO NACIONAL DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA FEDERAL (361011) 97
SINDICATO RURAL DE ALEGRETE (403814) 97
SISDENTE – SISTEMA INTEGRADO DE SAÚDE DENTAL LTDA. (344095) 97
SISTEMA INTEGRADO DE SAUDE ORAL LTDA-EPP. (403865) 97
SISTEMA ODONTOLOGICO DE SAUDE LTDA. (404748) 97
SISTEMA ODONTOLOGICO INTEGRADO LTDA. (403873) 97
SISTEMA TOTAL DE SAÚDE LTDA. (402001) 97
SITO – SISTEMA INTEGRADO DE TRATAMENTO ODONTOLÓGICO S/C LTDA (402095) 97
SITTO – SISTEMA INTEGRADO DE TRATAMENTO ODONTOLÓGICO (416266) 97
SMH – SOCIEDADE MÉDICO HOSPITALAR LTDA (351644) 97
SMV SERVIÇOS MÉDICOS LTDA (349194) 97
SOC. DIV. PROVIDÊNCIA – SAÚDE CONCEIÇÃO (330892) 97
SOCIAL-SOCIEDADE ASSISTENCIAL E CULTURAL (315630) 97
SOCIEDADE BENECAP DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (415898) 97
SOCIEDADE BENEFICENTE DE PAROBÉ (412139) 97
SOCIEDADE BENEFICENTE DEZOITO DE JULHO (413721) 97
SOCIEDADE BENEFICENTE DO HOSPITAL N. S. AUXILIADORA (301396) 97
SOCIEDADE BENEFICENTE UNIÃO OPERÁRIA DE ARARAQUARA (343811) 97
SOCIEDADE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA DOS EMPREGADOS DA IPIRANGA (411809) 97
SOCIEDADE ESPANHOLA DE BENEFICENCIA (306207) 97
SOCIEDADE OPERÁRIA HUMANITÁRIA (330337) 97
SOCIEDADE PORTUGUESA DE BENEFICENCIA (402796) 97
SOCIEDADE PORTUGUESA DE BENEFICÊNCIA (413372) 97
SOIP – SAÚDE ORAL DE IPAMERI LTDA (409308) 97
SOLIMEO ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA. (415871) 97
SOMED COOP. DE ASSIST.MED., ODONTOL. E ADM. DE PLANOS DE SAÚDE (304476) 97
SOMEL – SOCIEDADE PARA MEDICINA LESTE LTDA. (415111) 97
SOMEPI – SOCIEDADE MÉDICA DE PIRAPORA LTDA. (403237) 97
SOPREVI SERVIÇO ODONTOLÓGICO PREVENTIVO INTEGRADO LTDA (403245) 97
SORRI-SEMPRE – PLANOS ODONTOLÓGICOS. LTDA. (406104) 97
SORRIDONTO ODONTOLOGIA LTDA (415596) 97
SOU – ADMINISTRAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE ODONTOLÓGICOS LTDA (416801) 97
SPECIAL ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA S/C LTDA. (402125) 97
STYLLUS-MEDICLIN BENEFÍCIOS E SERVIÇOS LTDA (412414) 97
SUPERMERCADOS BIRD S/A (366366) 97
SUZANO BAHIA SUL PAPEL CELULOSE S.A. (403407) 97
SÃO DOMINGOS SAÚDE- ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (319180) 97
SÃO FRANCISCO ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (403962) 97
TAFISA BRASIL S.A (415375) 97
TAVARES BASTOS SERVIÇOS DE SAÚDE LTDA (330141) 97
TELOS – FUNDAÇÃO EMBRATEL DE SEGURIDADE SOCIAL (316849) 97
TENHA SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR S/C LIMITADA (413089) 97
TK PLANO DE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA S/C LTDA. (404594) 97
TMD FRICTION DO BRASIL S/A (349844) 97
TOP DOCTOR’S ODONTOLOGIA LTDA (416193) 97
TUIUIU ADM. DE PLANOS DE SAUDE LTDA (412252) 97
UFFE ASSISTÊNCIA À SAÚDE (413437) 97
UNIAO DE CLINICAS RIO GRANDE LTDA (361852) 97
UNICA COOPERATIVA DE ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO LTDA (408701) 97
UNICLINICAS DE ANAPOLIS LTDA.. (380563) 97
UNICLINICAS PLANO DE SAÚDE LTDA (347744) 97
UNIDASODONTO-PLANO DE ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA. (413933) 97
UNIDENT PLANO DE PREVENÇÃO E SAÚDE ODONTOLÓGICA LTDA (357146) 97
UNIDENTAL COOPERATIVA UNIAO DOS DENTISTAS DA GRANDE NATAL (401277) 97
UNIDENTAL- COOPERATIVA UNIÃO DOS DENTISTAS DO EST. DO CEARÁ (401072) 97
UNIDOCTOR ADMINISTRADORA DE CONVÊNIOS LTDA (411558) 97
UNIFICAÇÃO DOS DENTISTAS DE ITUVERAVA LTDA (404942) 97
UNIMED ( RS) ITAQUI SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICOS LTDA (316172) 97
UNIMED (RS) LITORAL SUL – SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA. (300136) 97
UNIMED (RS) REGIÃO DA PRODUÇÃO – SOCIED.COOP.DE SERVIÇOS MÉDICO LTDA. (353698) 97
UNIMED AGRESTE MERIDIONAL COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (312649) 97
UNIMED ALFENAS COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (354996) 97
UNIMED ALTO DA SERRA – SOC. COOP. DE SERVIÇO MÉDICO LTDA (343684) 97
UNIMED ALTO JACUÍ-COOP SERV MÉDICOS LTDA (352519) 97
UNIMED ALTO PARANAIBA COOP. TRAB. MEDICO LTDA (341819) 97
UNIMED ALTO SÃO FRANCISCO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (348261) 97
UNIMED ALTO URUGUAI – SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇO MÉDICO LTDA. (306959) 97
UNIMED ALTO VALE – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (372561) 97
UNIMED ANDRADAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (352861) 97
UNIMED ANGRA DOS REIS COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (322547) 97
UNIMED APUCARANA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (358096) 97
UNIMED ARAGUARI COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (354325) 97
UNIMED ARAPIRACA, COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA. (318566) 97
UNIMED ARAXÁ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (331651) 97
UNIMED BARRA DO GARÇAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (304468) 97
UNIMED BOA VISTA -COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (304158) 97
UNIMED CABO FRIO COOPERATIVA TRABALHO MÉDICO LTDA. (323357) 97
UNIMED CACERES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (350346) 97
UNIMED CAICO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (335835) 97
UNIMED CAJAZEIRAS – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (344141) 97
UNIMED CALDAS NOVAS COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (343765) 97
UNIMED CAMPO BELO- COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (367613) 97
UNIMED CAMPOS DO JORDAO COOP.TRABALHO MÉDICO (325015) 97
UNIMED CARATINGA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (347736) 97
UNIMED CATAGUASES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (315648) 97
UNIMED CAÇADOR COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO DA REGIÃO DO CONTESTADO (346951) 97
UNIMED CENTRO PAULISTA FEDERAÇÃO INTRAFED. DAS COOPER. MÉDICAS (414573) 97
UNIMED CENTRO SUL – SOCIEDADE COOP. DE TRAB. MÉDICO LTDA (310964) 97
UNIMED CENTRO SUL DO CEARÁ – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (348899) 97
UNIMED CENTRO SUL FLUMINENSE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (320897) 97
UNIMED CENTRO- RS – SOC COOP DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA (355356) 97
UNIMED DE ADAMANTINA-COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (311944) 97
UNIMED DE ANDRADINA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (303844) 97
UNIMED DE ARACATUBA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (369411) 97
UNIMED DE ARIQUEMES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (358169) 97
UNIMED DE ASSIS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (300713) 97
UNIMED DE AVARÉ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (304123) 97
UNIMED DE BARRA MANSA SOC. COOP. SERV.MED.E HOSPIT. (330264) 97
UNIMED DE BIRIGUI – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (345776) 97
UNIMED DE CAPIVARI -COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (366340) 97
UNIMED DE CIANORTE – COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (354627) 97
UNIMED DE CORUMBA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (344788) 97
UNIMED DE CURRAIS NOVOS – SOC. COOP. DE TRABALHO MÉDICO (317187) 97
UNIMED DE DOURADOS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (333662) 97
UNIMED DE DRACENA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (314781) 97
UNIMED DE FERNANDOPOLIS – COOPERATIVA DE TRAB. MÉDICO (326089) 97
UNIMED DE GUARATINGUETA-COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (355577) 97
UNIMED DE ITAPETININGA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (353027) 97
UNIMED DE ITAPEVA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (327468) 97
UNIMED DE ITATIBA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (415014) 97
UNIMED DE JATAÍ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (334847) 97
UNIMED DE JEQUIÉ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (321036) 97
UNIMED DE MINEIROS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (357715) 97
UNIMED DE MOCOCA COOPERATIVA DE TRAB. MÉDICO (328308) 97
UNIMED DE MONTE ALTO – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (309524) 97
UNIMED DE ORLANDIA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (324159) 97
UNIMED DE PARANAVAÍ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (320862) 97
UNIMED DE PAULO AFONSO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (312509) 97
UNIMED DE PENAPOLIS – COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (323004) 97
UNIMED DE PITANGUEIRAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (409995) 97
UNIMED DE REGISTRO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (351776) 97
UNIMED DE SAO JOSÉ DO RIO PARDO-COOP. DE TRAB. MÉDICO (354619) 97
UNIMED DE SERTAOZINHO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (344150) 97
UNIMED DE TATUI – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (361941) 97
UNIMED DE TRES LAGOAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (342386) 97
UNIMED DE TUPA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (365530) 97
UNIMED DE VOTUPORANGA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (328073) 97
UNIMED DO ALTO OESTE POTIGUAR – COOPERATIVA DE TRABALHOS MÉDICOS (356191) 97
UNIMED DO OESTE DA BAHIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (325082) 97
UNIMED DO OESTE DO PARANÁ – COOP. DE TRABALHO MEDICO (305227) 97
UNIMED EXTREMO OESTE CATARINENSE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (340251) 97
UNIMED EXTREMO SUL COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (346209) 97
UNIMED FRUTAL COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (371564) 97
UNIMED GUAXUPÉ COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (318035) 97
UNIMED GURUPI COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (301124) 97
UNIMED ILHEUS COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (347230) 97
UNIMED INCONFIDENTES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (304395) 97
UNIMED INTRAFEDERATIVA FEDERAÇÃO REGIONAL SUL DE MINAS (320838) 97
UNIMED ITABIRA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (335517) 97
UNIMED ITABUNA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (357065) 97
UNIMED ITAÚNA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (356581) 97
UNIMED JI PARANÁ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (347507) 97
UNIMED JOAÇABA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (301744) 97
UNIMED JOÃO MONLEVADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (352314) 97
UNIMED LEOPOLDINA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (386901) 97
UNIMED LUZIANIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (310131) 97
UNIMED MACAU COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (309427) 97
UNIMED MACHADO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (354678) 97
UNIMED MARQUES DE VALENÇA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (321087) 97
UNIMED MISSÕES SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA (311618) 97
UNIMED MONTE CARMELO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA. (343315) 97
UNIMED MONTES CLAROS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (304051) 97
UNIMED MORRINHOS COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (342157) 97
UNIMED MURIAÉ COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (368148) 97
UNIMED NORDESTE DO CEARÁ – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (339938) 97
UNIMED NORDESTE PAULISTA – FED. INTRAFEDERATIVA DAS COOP. MÉDICAS (328294) 97
UNIMED NOROESTE DE MINAS COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (315494) 97
UNIMED NOROESTE FLUMINENSE – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (360414) 97
UNIMED NOROESTE/RS – SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVICOS MEDICOS LTDA (357260) 97
UNIMED NORTE CAPIXABA- COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (371777) 97
UNIMED NORTE DO MATO GROSSO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (353663) 97
UNIMED NORTE DO PARANÁ COOPERATIVA REGIONAL DE TRABALHO MÉDICO (358282) 97
UNIMED NORTE FLUMINENSE COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (312592) 97
UNIMED NORTE PAULISTA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (323055) 97
UNIMED OESTE DO PARÁ – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (362140) 97
UNIMED PALMEIRA DOS ÍNDIOS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LT (369233) 97
UNIMED PARNAÍBA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (333719) 97
UNIMED PARÁ DE MINAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (304344) 97
UNIMED PATOS – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (336467) 97
UNIMED PATROCÍNIO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (355593) 97
UNIMED PEDRO LEOPOLDO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (303585) 97
UNIMED PENEDO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (337269) 97
UNIMED PERNAMBUCANA – FED. DAS COOP. MÉDICAS PERNAMBUCANAS (325759) 97
UNIMED PERNAMBUCO CENTRAL – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (379778) 97
UNIMED PIAUI FEDERAÇÃO DAS COOPERATIVAS DE TRABALHO MEDICO DO ESTADO DO PIAUI (416576) 97
UNIMED PIRASSUNUNGA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (314242) 97
UNIMED PLANALTO CENTRAL (RS) - SOCIEDADE COOP. DE SERVICOS MEDICOS LTDA (362832) 97
UNIMED PONTAL DO TRIÂNGULO – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (353876) 97
UNIMED PONTE NOVA – COOP. TRABALHO MEDICO (343722) 97
UNIMED REGIONAL BREJO PARAIBANO – SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (316857) 97
UNIMED REGIONAL DE ARACATI- COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO L (322717) 97
UNIMED REGIONAL DE CAMPO MOURÃO COOP TRAB MEDICO LTDA (306100) 97
UNIMED REGIONAL DE CRATEUS COOPERATIVA DE TRAB MÉDICO LTDA. (356212) 97
UNIMED REGIONAL DE FLORIANO – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (316458) 97
UNIMED REGIONAL DE PICOS – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (313475) 97
UNIMED REGIONAL SUL GOIAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTD (305472) 97
UNIMED REGIÃO DA CAMPANHA – RS -SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA (350648) 97
UNIMED REGIÃO DA FRONTEIRA – RS SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVICOS MEDICOS LTDA (328375) 97
UNIMED RN FEDERACAO DAS SOC COOP DE TRAB MEDICO LTDA (348406) 97
UNIMED RONDONOPOLIS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (359777) 97
UNIMED RS ALEGRETE – SOCIEDADE COOP. DE TRABALHO MÉDICO LTDA (349739) 97
UNIMED SANTA ROSA SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇO MÉDICO LIMITADA (352179) 97
UNIMED SANTO ANTONIO DE JESUS COOP TRAB MED (383520) 97
UNIMED SENHOR DO BONFIM – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (407330) 97
UNIMED SERRA DO CARAÇA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (343196) 97
UNIMED SOBRAL COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA (303178) 97
UNIMED SOUSA – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (343153) 97
UNIMED STA RITA, STA ROSA E SÃO SIMÃO COOP. TRAB. MÉDICO (402834) 97
UNIMED SUDOESTE DE MINAS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (324175) 97
UNIMED SÃO JOÃO DEL REI – COOP. TRABALHO MEDICO (323926) 97
UNIMED SÃO JOÃO NEPOMUCENO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (327638) 97
UNIMED SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (327352) 97
UNIMED TRÊS CORAÇÕES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA. (359033) 97
UNIMED TRÊS PONTAS – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (364070) 97
UNIMED TRÊS RIOS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (337498) 97
UNIMED URUGUAIANA SOC COOP DE TRAB MÉDICO LTDA (328596) 97
UNIMED VALE DAS ANTAS, RS – SOC. COOP DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA (335541) 97
UNIMED VALE DO CARANGOLA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (337561) 97
UNIMED VALE DO CAÍ SOCIEDADE COOPERATIVA DE SERVIÇOS DE SAÚDE LTDA (313211) 97
UNIMED VALE DO CORUMBÁ COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (302228) 97
UNIMED VALE DO JAGUARIBE – COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (356832) 97
UNIMED VALE DO JAURU COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO (370975) 97
UNIMED VALE DO PARAÍBA – FEDERAÇÃO INTRAFEDERATIVA DAS COOPERATIVAS MÉDICAS (334511) 97
UNIMED VALE DO PIQUIRI-COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO VALE DO PIQUIRI (308811) 97
UNIMED VALE DO URUCUIA – COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO LTDA (311057) 97
UNIMED VALENCA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (407062) 97
UNIMED VERTENTE DO CAPARAÓ (317896) 97
UNIMED VILHENA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO (342131) 97
UNIMED/RS FEDERAÇÃO DAS COOPERATIVAS MÉDICAS DO RS LTDA (367087) 97
UNIODONTO – AP COOP. DO ESTADO. AMAPÁ (365785) 97
UNIODONTO – RESENDE COOPERATIVA ODONTOLOGICA (406121) 97
UNIODONTO ARAPIRACA COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO LTD (403512) 97
UNIODONTO ARAÇATUBA COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO (362824) 97
UNIODONTO CARUARU – COOPERATIVA ODONTOLOLICACARUARU E REGIÃO AGRESTE DE PERNAMBUCO (414891) 97
UNIODONTO COOP ODONT VALE TAQUARI E RIO PARDO LTDA (353752) 97
UNIODONTO COOPERATIVA ODONTOLÓGICA DO SERIDÓ (343919) 97
UNIODONTO COOPERATIVA TRABALHO ODONTOLOGICO DE PARA DE MINAS (323632) 97
UNIODONTO DE ARACAJU COOP DE TRABALHO ODONTOLOGICO (349283) 97
UNIODONTO DE ARARAQUARA COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (316997) 97
UNIODONTO DE AVARE COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (311669) 97
UNIODONTO DE BARRETOS – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (307696) 97
UNIODONTO DE BEBEDOURO – COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (327093) 97
UNIODONTO DE BOTUCATU COOPERATIVA ODONTOLOGICA (347477) 97
UNIODONTO DE BRAGANÇA PAULISTA COOP DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (306193) 97
UNIODONTO DE CACAPAVA COOPERATIVA ODONTOLOGICA (347302) 97
UNIODONTO DE CAMPO GRANDE SIST. NAC. COOP. ODONT. (347183) 97
UNIODONTO DE CAMPOS COOPERATIVA ODONTOLOGICA (402516) 97
UNIODONTO DE CATANDUVA COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (354686) 97
UNIODONTO DE CRUZ ALTA- COOPERATIVA ODONTOLÓGICA LTDA (315770) 97
UNIODONTO DE DOURADOS COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (313807) 97
UNIODONTO DE FERNANDOPOLIS COOPERATIVA ODONTOLOGICA (301647) 97
UNIODONTO DE JABOTICABAL COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (340120) 97
UNIODONTO DE JACAREÍ – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA DE JACAREÍ (343056) 97
UNIODONTO DE JALES – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (309257) 97
UNIODONTO DE JATAI COOPERATIVA ODONTOLOGICA LTDA (319236) 97
UNIODONTO DE LENÇÓIS PAULISTA COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (360686) 97
UNIODONTO DE LIMEIRA COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (369462) 97
UNIODONTO DE LINS COOPERATIVA ODONTOLOGICA (344681) 97
UNIODONTO DE LONDRINA COOP. ODONTOLÓGICA (350770) 97
UNIODONTO DE MARILIA COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO (354821) 97
UNIODONTO DE MONTE ALTO COOPERATIVA ODONTOLOGICA (336238) 97
UNIODONTO DE NOVA IGUAÇU COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (411701) 97
UNIODONTO DE PAULO AFONSO – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (402109) 97
UNIODONTO DE PINDAMONHANGABA COOP ODONTOLOGICA (331104) 97
UNIODONTO DE PIRASSUNUNGA COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (378941) 97
UNIODONTO DE PRESIDENTE PRUDENTE COOPERATIVA ODONTOLOGICA (336017) 97
UNIODONTO DE RECIFE COOP.DE TRABALHO ODONTOLOGICO (305740) 97
UNIODONTO DE RIO CLARO COOPERATIVA ODONTOLOGICA (349011) 97
UNIODONTO DE RONDONIA COOPERATIVA LTDA. (336025) 97
UNIODONTO DE SANTOS – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (366552) 97
UNIODONTO DE SAO JOSE DO RIO PARDO (378682) 97
UNIODONTO DE SERTAOZINHO SP COOPERATIVA ODONTOLOGICA (373109) 97
UNIODONTO DE SÃO CARLOS COOP. TRABALHO ODONTOLOGICO (335525) 97
UNIODONTO DE SÃO LUIS – COOP. DOS C. D. DO ESTADO DO MARANHÃ (369616) 97
UNIODONTO DE SÃO ROQUE – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (341193) 97
UNIODONTO DE TAQUARITINGA COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (350290) 97
UNIODONTO DE UBERABA – COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (370568) 97
UNIODONTO DE VOTUPORANGA COOPERATIVA ODONTOLOGICA (350630) 97
UNIODONTO DO ABC COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (316695) 97
UNIODONTO DO PIAUI – COOP. DE TRAB. ODONTOLOGICO (317462) 97
UNIODONTO DO SUL GOIANO COOPERATIVA ODONTOLOGICA (358339) 97
UNIODONTO DUQUE DE CAXIAS COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO LTDA. (382337) 97
UNIODONTO ERECHIM – COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO (411698) 97
UNIODONTO FRONTEIRA OESTE/RS COOPERATIVA ODONTOLÓGICA LTDA. (341894) 97
UNIODONTO ITAPERUNA-COOP DE TRABALHO ODONTOLOGICO (317772) 97
UNIODONTO JUIZ DE FORA SOC. COOP.TRAB.ODONTOLOGICO LTDA. (327441) 97
UNIODONTO LEOPOLDINA – COOP. DE TRABALHO ODONTOLOGICO LTDA. (401919) 97
UNIODONTO LESTE FLUMINENSE COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO LTDA. (348350) 97
UNIODONTO LESTE PAULISTA COOP. ODONTOLOGICA (410331) 97
UNIODONTO MARINGA COOPERATIVA ODONTOLOGICA (381144) 97
UNIODONTO MOSSORÓ-COOP. DOS CIRURGIÕES DENTISTAS DE MOSSORÓ (303291) 97
UNIODONTO PETRÓPOLIS – COOP.TRAB.ODONTOLÓGICOS LTDA (334774) 97
UNIODONTO PIRAQUEAÇU – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA PIRAQUEAÇU (412601) 97
UNIODONTO PONTA GROSSA COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (315818) 97
UNIODONTO RIO GRANDE-LITORAL COOPERATIVA ODONTOLOGICA LTDA (367966) 97
UNIODONTO RS FEDERACAO DAS COOP. ODONTOLOGICAS DO RIO GRANDE DO SUL (305421) 97
UNIODONTO SALVADOR – COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLÓGICO LTDA. (310107) 97
UNIODONTO SUDOESTE GOIANO – COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO (314871) 97
UNIODONTO SUL FLUMINENSE COOP DE TRAB ODONTOLOGICO LTDA (363171) 97
UNIODONTO SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (303259) 97
UNIODONTO TAUBATE COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO (319350) 97
UNIODONTO TRÊS RIOS – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA LTDA. (359726) 97
UNIODONTO VALE DO RIO VERDE TRÊS CORAÇÕES COOPERATIVA ODONTOLOGICA (342815) 97
UNIODONTO VALE DO SINOS COOPERATIVA ODONTOLÓGICA LTDA (406295) 97
UNIODONTO VALE HISTÓRICO COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (382655) 97
UNIODONTO/ES – COOP.DE TRABALHO ODONTOLOGICO LTDA (308277) 97
UNIODOONTO TERESÓPOLIS – COOPERATIVA ODONTOLÓGICA (408565) 97
UNIOPREV COOPERATIVA DE TRABALHO ODONTOLOGICO (407291) 97
UNIVERSAL PLANO ODONTOLOGICO LTDA (413348) 97
UNIÃO PLANOS DE SAÚDE LTDA (409707) 97
V. F. S. TANNUS ASSISTÊNCIA MÉDICA (318221) 97
VI MED CENTRO MEDICO HOSPITALAR LTDA (304107) 97
VIDA & VIDA OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA (404993) 97
VIP ASSISTENCIA ODONTOLOGICA LTDA. (405582) 97
VIP SAUDE ASSISTENCIA MEDICA LTDA. (407593) 97
VITAE SERVIÇOS ASSISTENCIAIS LTDA. (413488) 97
VOLVO DO BRASIL VEÍCULOS LTDA. (414247) 97
VONPAR REFRESCOS S/A (386871) 97
W.B.DELLA GRACIA LTDA (373788) 97
W.S. – ADMINISTRADORA DE PLANOS DE SAUDE E ODONTOLOGICOS LTDA. (339750) 97
WM ADMINISTRAÇÃO DE PLANOS ODONTOLÓGICOS LTDA. (351628) 97
WORLD MED CARD SISTEMAS E LANÇAMENTOS LTDA (327492) 97
ÁPICE ODONTO ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA LTDA (400882) 97
ÔMEGA SAÚDE – OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. (358126) 97
ÔNIX OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA (407534) 97
Classifique 3.50 de 5

DIREITO DE RESPOSTA AO HOSPITAL MADRE THEODORA DE CAMPINAS SOBRE DENÚNCIA FEITA NESTE SITE EM 23/09/2009. Editato em 05/04/20010

abril 12th, 2010

DIREITO DE RESPOSTA 

HOSPITAL MADRE THEODORA DE CAMPINAS A DENÚNCIA DE 23/09/2009 REALIZADA PELA SRA. MARIA LÚCIA MENDONÇA DE BARROS.

Resposta:


por : DANIELLE CARVALHO
D&D Assessoria de Comunicação

 

“O Hospital e Maternidade Madre Theodora vem por meio desta refutar as afirmações feitas pela  Sra. Maria Lucia Mendonça de Barros e prestar esclarecimentos. Ressaltamos que o Hospital é qualificado como uma instituição Acreditada Plena. Esta avaliação é promovida a cada oito meses pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), uma entidade não governamental, reconhecida pelo Ministério da Saúde, que monitora a qualidade do atendimento hospitalar buscando a excelência em seus procedimentos. Este certificado garante segurança e humanização para os pacientes e profissionais, qualidade na assistência e a melhoria contínua em todos os procedimentos e, pelo Hospital ser constantemente auditado, asseguramos que o tratamento em todos os nossos setores, incluindo a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), citada pela Sra. Maria Lucia, tem nível de excelência. Em 30 de junho de 2009 nossa UTI foi avaliada pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG) e em 4 de fevereiro de 2010 pelo médico fiscal do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), Dr. Mauro A. Crippa Jr. e todos os procedimentos estavam de acordo com o padrão de qualidade exigido pela ONA e todas as legislações vigentes, ressaltamos também que o número de funcionários – enfermeiros e técnicos de enfermagem – é adequado e corresponde ao determinado pela Sociedade Brasileira de Medicina Intensiva. Nossos pacientes também são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por psicóloga, assistente social, nutrólogo, nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudióloga, estomoterapeuta, farmacêutica, entre outros profissionais.

 Nossa UTI possui um posto de enfermagem centralizado e que permite que médicos intensivistas, enfermeiros e técnicos em enfermagem tenham uma visão panorâmica e sem obstáculos de todos os leitos. Também contamos com um sistema moderno, informatizado e interligado em rede, que permite um monitoramento do estado de nossos pacientes em tempo real. A qualquer pequena mudança no quadro, a tela da rede automaticamente informa o médico no posto, ou seja, não existe a menor possibilidade de um paciente não ser atendido ao mínimo chamado.

A nossa visão é prestar atendimento médico hospitalar com qualidade e excelência, promovendo saúde aos nossos clientes e, portanto, o hospital prima pelo tratamento humanizado em todos os setores, inclusive em nossa UTI, que é referência na região por possuir baixa taxa de permanência, mortalidade e baixo índice de infecção hospitalar. De catorze hospitais avaliados quanto ao risco de infecção hospitalar na Região Metropolitana de Campinas (RMC) apenas quatro foram aprovados em análise realizada pelo CREMESP em Campinas, entre eles o Hospital e Maternidade Madre Theodora, esse fato em si já descaracteriza qualquer afirmação quanto aos procedimentos de higiene, pois os mesmos estão absolutamente dentro dos padrões exigidos, tanto em nosso setor de UTI, quanto nos quartos e banheiros das demais alas. “

_________________________________________________________________





AUSSESP

A AUSSESP  garante tanto ao reclamante como ao reclamado o direito de sua veículação em nosso site, porém nos atemos a opinar ou não sobre o assunto e nos aprofundarmos quando acharmos relevante e de interesse público.

Acreditamos na democracia e na justiça.

WEBSITE AUSSESP







Classifique 4.00 de 5

COMUNICADO URGÊNTE LIMINAR CONCEDIDA A FAVOR DA AUSSESP X PLANO DE SAÚDE BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE CAMPINAS

abril 11th, 2010

Aos associados da AUSSESP,

Plano da Real Sociedade de Beneficência Portuguesa de Campinas- modalidade coletivo por

Adesão, Informamos:

Despacho Proferido

Conclusão Em 26 de março de 2010 faço estes autos conclusos ao MM. Juiz de Direito da 6ª.Vara Cível, Dr. Gilberto Luiz Carvalho Franceschini. Eu, escrevente, subscrevi. 6ª. Vara Cível de Campinas Processo nº 562/2010 Vistos. Melhor analisando a matéria, mostra-se presente sim o risco de prejuízo de difícil reparação. Assim, defiro o pedido liminar, a fim de que, por ora, ao menos até a apresentação da contestação, fiquem suspensos os efeitos da comunicação endereçada pela empresa ré, datada de 30/12/2009. Com isso, a ré não poderá recusar atendimento e assistência médico-hospitalar aos associados da autora. Cite-se e intime-se para resposta. Campinas, 26 de março de 2010. GILBERTO LUIZ C. FRANCESCHINI JUIZ DE DIREITO.

Paguem o boleto que lhes foi enviado pelo plano de saúde da Beneficência Portuguesa referente ao plano que firmaram junto a AUSESP e  acompanhem neste site novas orientações e decisões judiciais.

O comunicado que nossos associados receberam direto da Real Sociedade Beneficência Portuguesa dizendo que teriam até amanhã para migrarem para outro plano esta suspenso por determinação judicial, expedida no dia 26/03/2. 010, pelo Juiz de Direito da 6ª Vara Cível desta Cidade de Campinas – DR.  Gilberto Luiz Carvalho Franceschini.

Os valores a serem pagos devem ser o mesmo de Dezembro do ano passado até segunda orientação. 

A AUSSESP infelizmente foi obrigada a agir judicialmente contra o plano de saúde da Beneficência Portuguesa em função da desatenção da mesma as normas regulamentadoras da Agência Nacional de Saúde – ANS

Só ganhamos uma batalha até este momento, mas independente do resultado final deste processo, estamos atentos como sempre tivemos a qualidade e normas de atendimento desta operadora junto a seus beneficiários.

Salientamos nosso desejo é de poder um dia contribuir com a Beneficência Portuguesa de Campinas, para que nossos associados e todos os demais beneficiários do plano de Saúde da Beneficência possam ser atendidos dentro dos princípios e leis que norteiam os planos de saúdes os quais visam a dignidade e respeito a todos os usuários de plano de saúde de nosso Pais.

Estamos de olho.

AUSSESP

 







 








Classifique 3.00 de 5

OUTRO PROCESSO ENCERRADO E FAVORÁVEL A NOSSA ASSOCIADA DESTA VEZ CONTRA A BRADESCO SAÚDE

abril 10th, 2010


Em 11/09/2008, foi ajuizado pedido de Medida Cautelar  em nome de nossa associada Margareth……, contra a Bradesco Saúde, processo sob número 114.01.2008.055162-0, junto a 8a. vara cível em Campinas, por negar a cobrir as despesas referentes a aquisição de uma prótese de fêmur.

Foi então solicitado a cobertura integral desta cirurgia de implatação da prótese femural,  que estava marcada para o dia 20 do mesmo mês no Hospital OSWALDO CRUZ, em São Paulo .

No mesmo dia o Exmo. Juiz José Walter Chacon Cardoso, deferiu o pedido  e ordenou a Bradesco Saúde a cobrir todas as despesas, arbitrando  uma  multa diária de r$5.000,00 reais por dia de atraso no cumprimento de sua decisão.

A cirurgia foi realizada e as despesas cobertas pela sua operadora.

 O valor da causa foi estipulado em R$ 20.000,00  ( Vinte mil reais).

A Bradesco Saúde prôpos o encerramento deste processo através de um acordo, que foi aceito por nossa associada e desta forma deu tudo certo..

AUSSESP  AGRADECE.

Caso encerrado.

Classifique 3.00 de 5

Planos de saúde têm 70 novas coberturas obrigatórias a partir de 7 de junho de 2010. Leia e fique por dentro.

abril 5th, 2010

Notícias

Cerca de 44 milhões de beneficiários de planos de saúde terão direito a 70 novas coberturas médicas e odontológicas a partir de 7 de junho de 2010. É o que garante a Resolução Normativa nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na edição de hoje, 12 de janeiro de 2010, do Diário Oficial da União.
 
Transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica, mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo, além de importantes inclusões no segmento odontológico, como colocação de coroa unitária e bloco são alguns dos principais procedimentos aos quais os beneficiários de planos de assistência médica e odontológica terão direito.
 
A nova norma atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 – data de entrada em vigor a Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar.

Além dos procedimentos, novas regras ampliam o atendimento ao consumidor
A RN nº 211 não traz apenas a lista de novas coberturas. Há uma série de mudanças que, a partir de 7 de junho, ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.
 
A nova resolução também determina cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam internação domiciliar como alternativa à internação hospitalar, independentemente de previsão contratual. Se isso ocorrer, a operadora deverá cobrir medicamentos e todos os materiais necessários. Nos outros casos em que a atenção domiciliar não substitua a internação, a cobertura estará condicionada ao contrato.
 
A atenção à saúde mental teve importante ganho com a edição desta RN. Um destaque pode ser dado ao fim da limitação de 180 dias de atendimento em hospital-dia para a saúde mental, reforçando a política de substituição das internações psiquiátricas.

Cada vez mais, a regulação busca a integração entre procedimentos e sua forma de utilização, visando à segurança para os pacientes e ao aprimoramento da prática médica. Para tanto, foi ampliado o número de diretrizes de utilização (critérios que devem ser preenchidos para que a cobertura seja obrigatória) e a incorporação de diretrizes clínicas (guias de orientação da prática clínica baseadas nas melhores evidências disponíveis) produzidas pela Associação Médica Brasileira.




Elaboração da norma: um processo transparente e democrático
Para a revisão, foi constituído um grupo técnico com representantes da Câmara de Saúde Suplementar (CSS), de diversos setores da ANS e de entidades convidadas, com a finalidade de promover uma discussão técnica e participativa. Ainda em 2009, além das reuniões do grupo técnico, a ANS realizou Consulta Pública entre 8 de setembro e 30 de outubro, durante a qual foram enviadas mais de 8 mil contribuições. Os consumidores foram responsáveis pelo envio de 50% dessas demandas, seguidos pelos prestadores de serviço (28%) e pelas operadoras (13%).
 
Mais da metade das contribuições recebidas através da Consulta Pública referiam-se à solicitação de inclusão de procedimentos. Todo o material sobre o processo de revisão está disponível na página do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde no sítio da ANS.

Histórico do Rol
A primeira versão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, estabelecida em 1998 pela Resolução do Conselho de Saúde Suplementar (CONSU) nº 10, foi revista pela Agência em 2000, por meio da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 41, e em 2001, pela RDC nº 67. Posteriormente, a Resolução Normativa nº 82, de 2004, definiu a versão que permaneceu em vigor até o início de 2008. Em abril desse mesmo ano, se iniciou o período de vigência da RN nº 167, que estabeleceu o Rol atual. Com a edição da RN nº 211, as revisões do Rol de Procedimentos passam a ser feitas, no mínimo, a cada dois anos.
 
Dados do setor
Beneficiários de planos de saúde no Brasil: 54.210.637
Beneficiários em planos de assistência médica: 41.892.990
Beneficiários em planos exclusivamente odontológicos: 12.317.647
Beneficiários em planos contratados a partir de 2/01/99: 43.766272
Operadoras de planos de saúde em atividade e com beneficiários: 1.516

(Fonte: Caderno de Informação da Saúde Suplementar – Edição Dezembro/2009)

Classifique 3.00 de 5

Saiba sobre a vacinação contra a gripe H1N1- Segunda etapa da vacinação termina na sexta feira dia 02 de abril

março 30th, 2010

30/03/2010 , às 17h14

Segunda etapa de vacinação contra gripe pandêmica termina na próxima sexta-feira

Gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos e doentes crônicos devem ser imunizados até dia 2 de abril. Estados e municípios são responsáveis por divulgar locais e horários de distribuição das doses

A segunda etapa da estratégia nacional de vacinação contra gripe pandêmica termina na próxima sexta-feira, dia 2 de abril. Iniciada no último dia 22 de março, a etapa tem como públicos-alvo gestantes, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos (exceto idosos), em um total estimado em 20,4 milhões de pessoas. A meta é imunizar pelo menos 80% dessa população. Todas as Secretarias Estaduais de Saúde já receberam as doses necessárias para a segunda etapa. Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por divulgar os locais e os horários de vacinação, independentemente do feriado nacional do próximo dia (Sexta-Feira da Paixão). Em todo o país, são mais de 36 mil salas de imunização.

Todas as grávidas, independentemente do período de gestação, devem se vacinar. As mulheres que engravidarem após o fim dessa etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Não é preciso apresentar atestado médico confirmando a gravidez.

Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês que já completaram seis meses de idade e os menores de dois anos. É muito importante levar o cartão de vacinação das crianças. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 2 de abril, também poderá ser vacinada normalmente.

Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos (veja lista abaixo). Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Também não é necessário apresentar atestado médico para comprovar a doença crônica.

“Optamos por não burocratizar o processo de vacinação. Confiamos no bom senso dos cidadãos. Aquele que se vacinar e estiver fora do grupo de risco deve saber que está tirando uma dose de alguém que realmente precisa”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna. Na dúvida, as pessoas devem procurar o médico mais próximo ou de sua confiança para esclarecer dúvidas e receber outras orientações.

Os idosos com doenças crônicas devem aguardar. A população com mais de 60 anos terá uma etapa exclusiva, entre os dias 24 de abril e 7 de maio, juntamente com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra gripe comum. Nesse período, todos os idosos serão imunizados contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, serão vacinados também contra a gripe pandêmica. Assim, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez.

ETAPAS DE VACINAÇÃO – A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos. A primeira fase, entre 8 e 19 de março, foi para indígenas que vivem em aldeias e trabalhadores de serviços de saúde envolvidos diretamente na resposta à pandemia. Nas três etapas seguintes, serão vacinados adultos de 20 a 29 anos (5 a 23 de abril); idosos, incluindo os que têm doenças crônicas (24 de abril a 7 de maio); e adultos de 30 a 39 anos (10 a 21 de maio). Veja abaixo o cronograma completo.

Em cada uma das etapas, os postos de vacinação serão definidos pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. As vacinas serão distribuídas pelo Ministério da Saúde ao longo do período de vacinação, de acordo com cada etapa. Por isso, é importante que a população compareça aos postos de vacinação na data estabelecida para o grupo ao qual pertence. Ao todo o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.

Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos pelo Ministério da Saúde em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios (veja lista abaixo). Os critérios para definição dos públicos prioritários levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.

A OMS recomendou a imunização de quatro grupos: trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de seis meses a menos de dois anos e adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.

CAMPANHA PUBLICITÁRIA – Aqueles que quiserem receber um e-mail com lembrete da data em que deve se vacinar podem se cadastrar no Portal do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br), no hotsite especial do governo federal (www.vacinacaoinfluenza.com.br) e em sites comerciais onde a campanha publicitária será veiculada. Todas as peças da campanha, incluindo vídeos, materiais gráficos e áudio para rádio, estão disponíveis no hotsite e no portal do Ministério.

Também serão distribuídos 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas em que cada grupo deverá receber as doses. O Ministério da Saúde divulga ainda peças publicitárias reforçando as medidas de prevenção que todas as pessoas devem adotar no dia-a-dia, como lavar as mãos com frequência, cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável ao tossir ou espirrar e evitar compartilhar alimentos e objetos pessoais. O material impresso das campanhas é enviado às Secretarias Estaduais de Saúde, que fazem a distribuição para os municípios.

Além de mensagens gerais de prevenção e orientação sobre as datas da vacinação, o governo federal optou por produzir filmes e materiais gráficos específicos para cada um dos públicos-alvo da estratégia nacional de imunização. A campanha publicitária da segunda etapa começou a ser divulgada no dia 16 de março, incentivando os três públicos-alvo a se vacinarem.

Nas peças, a atriz Vanessa Giácomo, grávida de 28 semanas, é quem convida as futuras mães a irem até os locais de imunização. Já o ator Rodrigo Lombardi dá o recado às pessoas com doenças crônicas e a atriz e comediante Ingrid Guimarães, com a filha Clara de seis meses no colo, lembra pais e responsáveis de levarem as crianças para se vacinarem contra gripe A.

DOENÇAS CRÔNICAS PARA VACINAÇÃO
Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações

  • Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:

   .crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25; 
   .criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35; 
   .adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40

  • Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar)
  • Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia)
  • Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular)
  • Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas
  • Pessoas com diabetes
  • Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses)
  • Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral
  • Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise
  • Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias
  • Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki)
  • Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca
  • Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:

   .Hipertensão arterial pulmonar 
   .Valvulopatia

  • Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40)
  • Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40
  • Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas
  • Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea
  • Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva)
  • Pessoas com pericardiopatias.

 

Grupos Prioritários

Data da vacinação

Trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia

08/03 a 19/03

Indígenas

Gestantes (mulheres que engravidarem após esta data poderão ser vacinadas nas demais etapas da campanha)

22/03 a 02/04

Doentes crônicos (Idosos com doenças crônicas serão vacinados em data diferente,
durante a campanha  anual de vacinação contra a gripe sazonal)

22/03 a 02/04

Crianças de seis meses a menores de dois anos

 

22/03 a 02/04

População de 20 a 29 anos

05/04 a 23/04

CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO DO IDOSO
Pessoas com mais de 60 anos vacinam-se contra a gripe comum. Aqueles com doenças crônicas também serão vacinados contra a gripe pandêmica

24/04 a 07/05

População de 30 a 39 anos

10/05 a 21/05

Parceiros do Ministério da Saúde na construção da estratégia nacional de vacinação contra influenza H1N1:

1. Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS)
2. Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS)
3. Conselho Federal de Medicina (CFM)
4. Associação Médica Brasileira (AMB)
5. Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN)
6. Grupo Assessor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde
7. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)
8. Sociedade Brasileira de Cardiologia
9. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
10. Sociedade Brasileira de Imunização
11. Sociedade Brasileira de Infectologia
12. Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade
13. Sociedade Brasileira de Pediatria
14. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
15. Núcleo de Educação e Saúde Coletiva da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Outras informações

Fonte : site do Ministério da Saúde

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MENSAGEM A TODOS OS ASSOCIADOS – VOCÊ TEM MAIS UM SERVIÇO A SUA DISPOSIÇÃO.

março 25th, 2010

Por – FLÁVIO H. DE ÁVILA ( Presidente)



Prezados Associados,

É com grande satisfação que levo a vocês associados desta instituição um novo benefício que começou a ser planejado há cinco anos atrás, na época parecia um sonho, hoje se tornou uma realidade.

A AUSSESP foi fundada para orientar e assessorar usuários de planos de saúde, no entanto, logo foi absorvida pelo segmento empresarial para orientar em relação aos direitos e deveres da pessoa jurídica em relação a seus colaboradores, principalmente consultoria no momento de reajuste de seu contrato. Com a criação deste site, em pouco tempo passamos a ser procurados por centenas usuários com problemas com suas operadoras e, consequentemente, a projeção do departamento jurídico tomou conta do espetáculo. O distanciamento no desenvolvimento de alguns projetos era inevitável, quase todo o tempo era utilizado para intermediar conflitos e dúvidas. No ano passado as coisas melhoraram com o aumento significativo de novos associados, possibilitando aproveitar nosso tempo para então desenvolver outros projetos.

O primeiro de muitos está pronto e lhes apresento    PRÓ SAÚDE – OLHO CLÍNICO.

Este benefício é um programa de prevenção à saúde voltado a aumentar a qualidade de vida de todos nossos associados e seus respectivos dependentes inscritos. Com esta ferramenta desejamos que consigam ter uma vida com um pouco mais de qualidade. Veja o que ele fará por você.

Após sua inscrição no OLHO CLÍNICO, você será incluso em um programa de orientações preventivas que, através de seus dados cadastrados em nosso sistema e orientados por nosso departamento médico, agendaremos em conjunto as datas e horários para que realize consultas e exames complementares em algumas especialidades, o que irá gerar um diagnóstico sobre a condição de sua saúde.

Estão inclusos neste programa:

- Consultas médicas nas respectivas especialidades constantes no programa;

- Consulta odontologia; e

- nutricional;

- arquivamento em nosso site através de imagem dos resultados de seus exames complementares, criando um dossiê de sua saúde, que poderá servir sempre que você precisar, além de ajudar na economia de gastos desnecessários a você e seu plano de saúde. ( disponível em maio de 2.010)

Com este serviço que será prestado pela AUSSESP, você terá sempre alguém daqui ajudando a cuidar melhor de sua saúde e das pessoas que ama.

Este serviço é uma grande conquista para todos nós e só foi possível porque você acreditou que fazer parte desta união faria toda a diferença.

Agradeço a todos os associados em nome desta equipe que vem trabalhando para que nós possamos viver com mais segurança e qualidade de vida.

Saúde a todos!




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Pelo décimo ano consecutivo, os planos de saúde foram os campeões de reclamações no Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

março 5th, 2010
   
     
     
   
  (Fonte: site idec ,Jornal da Tarde, por Saulo Luz)  
     
 

Pelo décimo ano consecutivo, os planos de saúde foram os campeões de reclamações no Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O setor lidera o ranking de reclamações do instituto (com 22,38% das queixas), seguido pelas empresas de telecomunicações (19,48%), o setor financeiro(13,09) e de produtos (12,34%).

No ano passado, esses quatro temas somaram mais de 67% da demanda de atendimento, que reuniu 6.104 queixas relacionadas a problemas de consumo. Outras 6.502 solicitações foram referentes às ações judiciais que o Instituto sustenta. “Por coincidência ou não, os planos de saúde estão na liderança de reclamações no Idec desde a criação da Agência Nacional da Saúde (ANS), em 2000″, diz Karina Alfano, gerente de relacionamento do Idec.

O principais problemas reclamados pelos clientes dos convênios foram sobre reajustes abusivos e negativas de cobertura. “Enquanto a ANS não incluir na sua regulação os planos coletivos (que hoje são 70% do mercado), essa situação não vai mudar. É como se 70% dos contratos de convênio estivessem sem regulação”, completa Karina.

Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) prefere esperar o resultado de 2009 do Procon-SP, cujos dados podem ser diferentes. A entidade alega que, no ano passado, o relatório do Procon indicava que as reclamações de planos de saúde representavam 1,77% do total de empresas e não mais de 20% como diz o Idec.”




 
   
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A operadora de Planos de Saúde mais antiga do País acabou. Foi decretado a liquidação extra-judicial da Policlínica Central.

novembro 12th, 2009

logointerna1A  ANS determinou o fim da empresa de medicina de grupo Policlinica Central,  , esta operadora com 46 anos de existência, fundada em agosto de 1963, foi a pioneira neste segmento,  a primeira empresa de medicina de  grupo do Brasil, sendo seguida posteriormente por outras. Seu primeiro contrato foi fechado com a Mesbla SA em setembro do mesmo ano.

Quase um ano depois de instaurado o Regime Fiscal pela ANS, a agência constatou que a situação financeira da operadora  não teria como ser revertida, decretando em 20 de outubro sua liquidação extra-judicial.

Na prática isto significa que quem tinha o plano da Policlínica Central agora não tem mais, e seus beneficiários precisarão se arranjar em outras operadoras de saúde. Caso você seja beneficiário desta operadora, estamos a disposição para auxiliá-lo da melhor forma possível neste processo de migração.Veja na íntegra  o despacho da ANS que decretou a paralização das atividades desta histórica operadora.


“RESOLUÇÃO OPERACIONAL – RO N.º 721, DE 20 DE OUTUBRO DE 2009.


Dispõe sobre a decretação do
Regime de Liquidação Extrajudicial
na operadora Policlínica Central
Ltda.

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, no uso das atribuições que lhe confere o inciso XXXIV do art. 4º da Lei n.º 9.961, de 28 de janeiro de 2000, o inciso I e III do art. 82, da RN n.º 197, de 16 de julho de 2009, e na forma do disposto no art. 24 da Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998, em reunião ordinária de 30 de setembro de 2009, considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves, conforme constante do processo administrativo n.º 33902.116490/2007-35, adotou a seguinte Resolução Operacional e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

Art. 1º Fica decretado o regime de Liquidação Extrajudicial na operadora Policlínica Central Ltda., inscrita no CNPJ sob o n.º 92.766.641/0001-70.

Art. 2º Esta Resolução Operacional – RO entra em vigor na data de sua publicação.

FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS
Diretor-Presidente “Fonte site da ANS

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UNIMED PAULISTANA- DIRETORIA DA MAIOR COOPERATIVA MÉDICA DO BRASIL É AFASTADA POR DETERMINAÇÃO DA ANS (AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE)

novembro 11th, 2009

coluna-boca-no-trombone152

A  (RESOLUÇÃO OPERACIONAL) RO 731, foi tomada para que a ANS  apure sem obstruções as reais dificuldades que a operadora se encontra, além da financeira que todos nós já sabemos.

É importante destacar que a Unimed Paulistana vem dificultando a vida de seus beneficiários quanto a realizações de cirurgias e liberações senhas para procedimentos, isto já havíamos mencionado anteriormente. Agora estamos notando um aumento em nossos atendimentos telefônicos e no próprio site da associação no tocante a reclamações e dúvidas sobre a mesma.

Desejamos que esta operadora supere este momento de tamanha dificuldade, a final é uma das maiores operadoras do nosso pais, tendo como dono os próprios médicos.  No entanto não podemos aceitar que estas dificuldades venham a interferir no direito de todos os seus beneficiários alcançarem o necessário para prevenção, manutenção e reabilitação à saúde .

E nem que para isto tenhamos que tornar rotina o pedido de liminares ao judiciário buscando a garantia destes direitos.

Alertamos a todos os usuários da Unimed Paulistana que é hora de começar a pensar em pesquisar outras operadoras se o pior vier a acontecer e isto  em nosso entendimento é a rede credenciada começar a não mais atender os beneficiários desta operadora. Não nos esquecendo que estamos nos referindo aos credenciados terceirizados e não dos cooperados, que seria um ato desumano.

Veja abaixo na íntegra a Resolução Operacional que afastou a diretoria da Unimed Paulistana.

RESOLUÇÃO OPERACIONAL – RO Nº 731, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2009.

Dispõe sobre o afastamento dos
administradores da operadora Unimed
Paulistana Sociedade Cooperativa de
Trabalho Médico.

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e III, do art. 82, da RN 197 de 16 de julho de 2009 na forma do disposto no § 2º do art. 24 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, alterada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 24 de agosto de 2001, em reunião ordinária de 06 de novembro de 2009, considerando os elementos constantes do processo administrativo nº 33902.159465/2009-16, adotou a seguinte Resolução Operacional e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação:

Art. 1º Fica determinado o afastamento dos Srs. MÁRIO SANTORO JÚNIOR, Presidente; José Roberto Gallo Ferreira, Diretor-Financeiro e Sra.Ana Regina Cruz Vlainich, Diretora-Secretária da operadora UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRBALHO MÉDICO, inscrita no CNPJ sob o nº 43.202.472/0001-30.

Art. 2º Esta Resolução Operacional – RO entra em vigor na data de sua publicação.

FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS
Diretor-Presidente  ”

fonte – site da ANS

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Comissão de assuntos econômicos do Senado Federal, fará mais debates sobre regulamentação de valores que planos de saúde pagarão aos médicos

novembro 4th, 2009

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) terá papel preponderante no encaminhamento da aprovação do projeto de lei que cria o Rol de Procedimentos e Serviços Médicos (RPSM) para ser usado nas negociações entre as operadoras de planos de saúde, médicos e prestadoras de serviços de saúde em relação aos preços a serem cobrados.

A garantia foi dada nesta quarta-feira (4) pelo senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) ao final da audiência pública patrocinada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) que reuniu especialistas para discutir o tema e as modificações previstas no projeto de lei (PLC 39/07), de autoria do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), em tramitação no colegiado. Sérgio Guerra é o relator da proposta na comissão.

- O tema é complexo e necessita ser tratado de forma prudente porque atinge milhões de brasileiros. Por isso, irei propor a realização de novas audiências públicas, manter conversas reservadas com especialistas e parlamentares para aprofundar o exame da questão – afirmou Sérgio Guerra.

Na justificativa do projeto, Inocêncio Oliveira argumentou que, enquanto os planos de saúde continuam cobrando reajustes exorbitantes nas mensalidades, os médicos recebem muito pouco por consultas ou procedimentos médicos, “deteriorando ainda mais a qualidade da assistência à saúde e o maior comprometimento do salário da população com despesas de saúde”.

O projeto

De acordo com o projeto, o chamado Rol de Procedimentos e Serviços Médicos (RPSM) será editado anualmente após o término de negociação entre as operadoras de planos e seguros privados de saúde com profissionais médicos ou pessoas jurídicas prestadoras de serviços de saúde, até o dia 31 de março de cada ano-calendário. Caberá à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) elaborar, implantar ou até mesmo revisar o rol.

Na prática, o projeto tem por meta balizar a política de remuneração dos contratos e a realização de negociações acordadas entre as entidades representativas das operadoras de planos de saúde, seguros privados de saúde e dos médicos. A meta é preservar a qualidade dos serviços, a compatibilidade da remuneração, e a capacidade econômica do usuário, respeitando, desta forma, o princípio da equidade.

A proposta determina que o RPSM tomará como referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) editada pela Associação Médica Brasileira (AMB) mediante consenso de uma câmara técnica com representação proporcional.

Cláudio Bernardo /  FONTE : Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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PROJETOS QUE PROPÕE MUDANÇAS NAS REGRAS DOS PLANOS DE SAÚDE TRAMITAM PELO CONGRESSO FEDERAL DESDE 2001. CONHEÇA AS PROPOSTAS.

novembro 4th, 2009

O relator Cezar Silvestri propôs várias alterações nas normas que regem os planos de saúde.
A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (28) substitutivo a 23 projetos de lei que estabelecem novas regras para os planos de saúde. O projeto mais antigo a tratar do assunto é o PL 4076/01, do deputado Henrique Fontana (PT-RS). A proposta altera a Lei 9.656/89, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.).

O texto aprovado prevê uma série de mudanças na legislação atual. Entre as novidades está a inclusão dos procedimentos preventivos no rol dos serviços a serem oferecidos pelos planos e seguros privados de saúde.

Já a assistência farmacêutica é garantida aos usuários, desde que associada a atendimento ambulatorial, internação hospitalar ou obstetrícia. Quanto à carência para doenças preexistentes, ela é reduzida de 24 para 18 meses. 

Usuários mais idosos
O autor do substitutivo, deputado Cezar Silvestri (PPS-PR), avalia que a alteração mais polêmica é a que proíbe as operadoras de concentrar o reajuste dos planos de saúde na faixa dos usuários mais idosos.

O texto determina que o reajuste das últimas três faixas etárias deve ser igual. Atualmente, a legislação diz que são 10 faixas etárias, iniciando com 18 anos e terminando com 60 anos.

Segundo o relator Silvestri, os órgãos de defesa do consumidor se queixam de que a grande maioria das operadoras joga na última faixa etária os três últimos reajustes – da sétima à décima faixa etária, fazendo com que uma grande parte de usuários tivessem que abandonar o plano.

“Logicamente, [isso acontece] porque as operadoras veem nas pessoas de mais idade pacientes que começam a dar mais despesas. Por essa razão, nós fizemos uma alteração, proibindo que o reajuste se concentre na última faixa etária”, explica Silvestri.

Portabilidade
Também houve mudanças em relação à portabilidade, ou seja, o mecanismo que permite ao usuário mudar de plano de saúde levando consigo as carências já cumpridas. Silvestri estendeu esse direito aos usuários de planos coletivos e também reduziu o prazo dessa carência de 24 para 18 meses.

O deputado destaca que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) havia definido a portabilidade dos planos de saúde para os planos individuais, mas, observa, os planos individuais representam apenas 15% dos planos, enquanto 85% dos planos do Brasil são coletivos.

“Hoje temos 52 milhões de usuários de planos de saúde no Brasil: em torno de 7 milhões estão em planos individuais e em torno de 45 milhões estão em planos coletivos. Nós estendemos a portabilidade também para os planos coletivos. Após 18 meses de contribuição em um plano, você pode optar por um outro plano sem nenhum custo e sem nenhuma outra carência”, ressalta o parlamentar.

Atendimento aos dependentes
O relator explica que outra novidade é a garantia de atendimento aos dependentes internados, mesmo quando titular do plano estiver inadimplente. Pela lei atual, acrescenta o deputado, se o indivíduo for titular do plano, mesmo inadimplente ele continua o tratamento. No entanto, não há garantia aos seus dependentes.

“Nós incluímos também os dependentes. Ou seja, se o seu filho estiver internado e, por qualquer razão, você perdeu o emprego ou está em dificuldades para pagar, ele terá quer terminar o tratamento e esse tratamento será bancado pelas operadoras dos planos de saúde”, propõe o deputado.

Tramitação
Os projetos já foram aprovados pela Comissão de Seguridade Social e Família em 2008. Agora, eles serão votados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para análise pelo Plenário da Câmara.

Íntegra da proposta:
– PL-4076/2001

Fonte ” Agência Câmara”

Reportagem – José Carlos Oliveira/Rádio Câmara
Edição – Newton Araújo

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)


Classifique 3.50 de 5

ASSOCIADOS QUE POSSUEM O PLANO DA UNIMED PAULISTANA

novembro 4th, 2009

coluna-boca-no-trombone15Estamos constatando várias reclamações de pessoas que possuem este convênio. Elas são pertinentes e preocupantes. Demora na liberção de exames, cirurgias, sessões de hemodiálise interrompidas e outras dificuldades, isto é um mal sinal.  Ou melhor a LUZ do sinal está para mudar de amarela para vermelha.

Aproveitamos para informar que estamos preparados e com apoio jurídico para solucionar casos que envolvam riscos a saúde de nossos associados. Basta nos acionarem.

Sugerimos também que procurem registrar as queixas junto a ANS, orgão responsável pela fiscalização das operadoras de planos de saúde. Telefone 08007019656 ( Disque ANS).

O problema vem se agravando e precisamos ficar atentos, uma saída rápida para os que possuem plano Individual ou Familiar é procurar outra operadora e solicitar a Portabilidade. Acesse as regras aqui mesmo no site  para verificar se você atende aos requisitos desta opção.

AUSSESP CONTINUAMOS DE OLHO!

Classifique 4.00 de 5

É PROÍBIDO PELA LEI 9656-98 LIMITAR QUANTIDADE DE CONSULTAS E EXAMES COMPLEMENTARES

novembro 3rd, 2009

Se seu plano de saúde está regulamentado pela lei, ou seja, adiquirido depois de  02 de janeiro de 1999, a operadora de planos de saúde fica impedida de ímpor limites para quatidades de consultas ou exames. Se esta prática tem acontecido com você, denúncie o plano de saúde em nosso site e vamos levar ao conhecimento da ANS, que poderá aplicar multa pecuniária a operadora e coíbir esta prática.

AUSSESP


Classifique 3.50 de 5

DÚVIDAS – VANESSA ( SEM NOME DE OPERADORA)- COBERTURA DE PRÓTESE IMPORTADA

novembro 3rd, 2009

Assunto: Dúvidas
Nome completo: VANESSA
Telefone: 16-____________

E-mail: vansnkg@yahoo.com.br
Mensagem: Em 06/10 foi realizado pedido de autorização para o procedimento artroplastia total do joelho direito, com a prótese e exames necessários. Agendada a cirurgia para 26/10, a paciente realizou todos os exames solicitados pelo profissional, incluindo colheita de bolsa de sangue (validade 01 mês). Na semana anterior tivemos conhecimento de que a prótese importada sugerida pelo médico não foi autorizada. Desmarcamos a cirurgia e solicitamos novamente a autorização da prótese em 26/10, anexando carta do médico reforçando o pedido da prótese importada e o comprovante de que foi utilizada prótese importada em 2006, qdo a paciente passou pela mesma cirurgia no joelho esquerdo. Devido à demora, reagendamos a cirurgia com o Hospital para 03/11; apenas em 30/10 tivemos a resposta do plano, em que novamente foi negada a prótese importada.
Entrei em contato com o plano para solicitar por escrito, o motivo pelo qual a prótese importada não foi liberada. Sendo em 2006 utilizada a importada. Perguntei sobre alguma alteração no plano entre esse período, mas o funcionário não soube explicar.
Liguei para ANS, expliquei o fato, e a atendente confirmou erro no procedimento do plano de saúde e perguntou se tinha interesse em realizar a abertura de um processo administrativo na ANS; mas não confirmei.
Estou desamparada pelo plano de saúde, pois além das autorizações serem emitidas na véspera da data da cirurgia, sem tempo hábil para recorrer; há também o fato de cancelarmos a cirurgia, sendo os exames e materiais colhidos anteriormente.
Aguardo retorno
Obrigada

AUSSESP RESPONDE – Boa tarde Vanessa, recebemos sua dúvida e devido  suas colocações será
melhor nos ligar para podermos esclarece-las
Primeiramente podemos afirmar que se o seu plano for regulamentado cobre prótese importada (NACIONALIZADA) ou seja com registro da ANVISA.
Falar com Flávio (019) 32391001



Classifique 3.00 de 5

DÚVIDA- Cirlei Sperate- ( AMESP SAÚDE)

novembro 3rd, 2009

Nome completo: Cirlei Sperate
Telefone: 11——————-
E-mail: ci.sperate@hotmail.com
Mensagem: Bom dia!

Segue uma dúvida…..no mês de setembro solicitei o cancelamento do meu contrato com a rede Amesp. Ontem, dia 29/10/2009 a corretora me ligou para informar que meu nome seria enviado ao Serasa caso eu não efetuasse o pagamento dos dois boletos (um referente ao mês de outubro e o outro referente ao mês de novembro, já que a empresa já havia emitido o boleto deste mês também!!) Me informaram (apenas desta vez) que eu deveria ter enviado uma carta solicitando o cancelamento e que agora ou pago estes dois boletos, ou terei meu nome incluído no Serasa.
Aguardo uma resposta com urgência!!

Agradeço a atenção!

Att

Cirlei Sperate

AUSSESP RESPONDE :  De acordo com a lei 9656-98, as operadoras são obrigadas a cobrir mesmo  sem os respectivos pagamentos  60  (sessenta ) dias, ou seja, os dois meses que estão te cobrando. Desta forma você realmente tem que efetuar estes pagamentos, do contrário a operadora pode tomar as medidas legais para recebe-las e pode negativá-la.

Atenciosamente.


Classifique 1.50 de 5

O (CAS) COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO APROVOU AS 13:02 ” OS DOIS INDICADOS E EX- DIRETORES EXECUTIVOS DA AMIL RESGATE E MEDIAL SAÚDE A DIRETORIA DA ANS

outubro 28th, 2009

Agora seguira para o Senado Federal para aprovação dos demais senadores.

Classifique 3.00 de 5

Em risco de morte, prevalece obrigação de cobertura por Plano de Saúde

outubro 28th, 2009

Os julgadores consideraram a existência de lei que estabelece o prazo de carência de apenas 24 horas. A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou Agravo de Instrumento nº 42988/2009 impetrado pela Unimed Cuiabá – Cooperativa de Trabalho Médico, que pretendia provar a desobrigação de internar uma cliente que recém contratou o plano, não cumprindo o período de carência exigido de 180 dias.

 Os julgadores consideraram a existência de lei que estabelece o prazo de carência de apenas 24 horas e, por isso, foi mantida a decisão para Unimed providenciar vaga em UTI e arcar com os custos dos exames, medicamentos e honorários médicos. Em caso de descumprimento da decisão, a empresa deverá pagar multa de R$10 mil por dia de atraso.

Sustentou a Unimed que a paciente aderiu ao contrato em fevereiro deste ano, não tendo cumprido o lapso temporal de carência (180 dias) necessário à autorização quanto ao procedimento de internação. Afirmou ainda que a agravada contratante tinha pleno conhecimento da cláusula que estabelece essa norma. Evocou a Lei nº 9.656/1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde e argumentou que a cliente não demonstrou os requisitos autorizadores da tutela antecipada insculpidos no artigo 273 do Código de Processo Civil.

Foi comprovado nos autos que a agravada estava em crise hipertensiva seguida de Acidente Vascular Cerebral (AVC), com pressão arterial de 24×11, desconforto respiratório, dorsalgia e déficit motor.

O desembargador relator Jurandir Florêncio de Castilho, em conjunto com os desembargadores Rubens de Oliveira Santos Filho (primeiro vogal) e Orlando de Almeida Perri (segundo vogal), observaram o risco de morte da agravada e decidiram em conformidade com o artigo 12 da Lei nº 9.656/1998, que prevê o prazo máximo de 24 horas para a cobertura de casos de urgência e emergência, desta maneira prevalecendo preceitos constitucionais.

 “(…) outra não poderia ser a interpretação se sopesarmos o que dispõe a excepcionalidade da respectiva lei em casos de saúde de urgência ou emergência, que impliquem risco de vida ao paciente, respeitando apenas o prazo de 24 horas, dando prioridade à vida e à saúde da Agravada, não podendo o prazo de carência sofrer qualquer limitação ou restrição”, destacou o magistrado.

Autor: Redação

Fonte: Gazeta Digital

 

 

Classifique 3.00 de 5

Liminar veta reajuste de planos de saúde por mudança de faixa etária

outubro 22nd, 2009

Os idosos estão livres do reajuste, por faixa etária, nos planos de saúde ao completar 60 anos. É o que determina a liminar concedida pela 11ª Vara Cível de Vitória, atendendo ao pedido formulado na ação civil pública proposta pelo Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor. A decisão obriga todas as operadoras Unimed no Estado a não reajustarem seus valores por mudança de faixa etária dos consumidores que vierem a completar 60 anos de idade e dá um prazo de 20 dias para que a empresa cesse a cobrança do aumento.

Em caso de descumprimento da liminar, a operadora sofrerá pena de multa diária no valor de R$ 100,00, por contrato.

A ação civil pública, requerida pelo Procon Estadual, foi fundamentada no Código de Proteção e Defesa do Consumidor e, principalmente, no Estatuto do Idoso (Lei Federal 10.741/03), que veda expressamente qualquer forma de discriminação e cobrança de valores diferenciados em razão da idade.

De acordo com o diretor jurídico do Procon Estadual, Itamar Daumas Junior, a ação contra as empresas acontece não só pelo não cumprimento ao que determina o Estatuto, mas também pelo que determina a Lei dos Planos de Saúde e a própria Constituição Federal. “O Estatuto do Idoso proíbe o aumento a partir dos 60 anos por mudança de faixa etária, mas os planos de saúde compreendem que a regra só é aplicada aos contratos assinados após 2004. O Procon Estadual quer deixar claro que o fato do consumidor ter assinado o contrato com o plano de saúde antes ou após a vigência do Estatuto não é primordial. Além do Estatuto do Idoso, estes consumidores também estão amparados pela Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/98), que determina que qualquer variação nos valores para consumidores com mais de 60 anos estará sujeita à autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS) e pela própria Constituição Federal, que estabelece norma de defesa do idoso em seu artigo 230”, explica.

O Procon Estadual aguarda, ainda, liminares quanto às ações civis públicas requeridas contra os planos de saúde da Bradesco, Golden Cross, Samp, São Bernardo, SMS e Vida Saudável.

Classifique 3.00 de 5

18 DE OUTUBRO DIA DO MÉDICO EM SUA HOMENAGEM

outubro 16th, 2009


56570382A AUSSESP entidade  representante de  milhares de usuários de planos de saúde, na figura de seu Presidente HOMENAGEIA  todos os médicos pelo seu dia.

Agradecemos a dedicação destes profissionais que se esforçam em tentar melhorar a qualidade de vidas de todos aqueles que os procuram.

Agradecemos também aqueles  que buscam se aprimorar a cada dia em novos métodos e técnicas com o intuíto de diminuir a dor e prolongar a vida.

A seus familiares que os dividem em boa parte de suas vidas com seus pacientes, seminários, congressos e tudo que se dedicam para atender ainda melhor os que necessitam. 

Ser médico é renunciar do tempo, da família, dos amigos  em prol de pessoas que muitas vezes só estão de passagem e mesmo assim ter o sentimento de ter valido a pena.

A todos os médicos nossos sinceros agradecimentos neste dia simbólico mas louvável.

Flávio H. de Ávila Loro – Diretor Presinte


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JUIZ FEDERAL DE BELO HORIZONTE PROIBE AUMENTO DE MENSALIDADES PARA IDOSOS

outubro 16th, 2009

justia1No dia 30 de setembro passado, uma liminar expedida pelo Juíz  Federal da vigésima vara de Belo Horizonte, determinou que  mesmo os planos adiquiridos antes  de 2004,  ano que  entrou em vigor o estatuto do IDOSO e novas regras para reajuste de faixa etária em conformidade com o novo estatuto,  tambem não podem mais sofrer reajuste  ao atingirem aos 60 anos .  Ainda determinou que a ANS adeque as normas perante as operadoras. Certamente as operadoras vão contestar e alegar que é inconstitucional esta determinação. Assim,  isso  deve se tornar uma briga longa e se as operadoras ganharem e existe chance, os Idosos beneficiados neste momente terão que ressarcir os valores no futuro. Já vimos isso acontecer no passado e muita gente não teve condição de arcar com as diferenças. Se esta liminar perdurar, aconselhamos  ir guardando o dinheirinho para futuramente se a descisão for desfavorável ao autor , ter o dinheiro para pagar seu convênio não ficar em má situação.

CUIDADO COM ISSO.  O que pode parecer motivo de alegria hoje, pode se tornar choro amanhã.

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MOBILIZAÇÃO NO DF DOS ESPECIALISTAS EM PEDIATRIA CAUSA PARALIZAÇÃO PARCIAL NO ATENDIMENTO DE CRIANÇAS

outubro 16th, 2009

A Aussesp esta acompanhando as reivindicações dos médicos que atendem seus paciêntes  por covênios médicos  no Distrito Federal. Reivindicam R$ 90,00 ( noventa reais) por consulta e afirmam que isto é possível ser pago. Este valor certamente não será aceito por vários motivos, um deles e agreditamos ser o mais relevante é o fato de estar parecendo que pediram alto para chegarem em um valor menor. Imaginem que existem médicos que atendem mais de vinte pessoas por dia, consultas que na maioria das vezes geram exames complementares e desta forma mais gastos. Somos favoráveis que a classe médica seja bem remunerada, mas existem limites  quem paga a conta não é a operadora somente, a maior parte é repassada para nós usuários através de nossas menalidades. Embora estejamos sendo superficiais nesta matéria e reconhecemos isto, neste caso não podemos concordar com o valor proposto. E mais, canja de galinha e bom senso não faz mal a ninguem. O valor proposto parece mais uma ferramenta de negociação do que uma necessidade calculada e com embasamento.

AUSSESP

 



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MUNDANÇAS NOS PLANOS EMPRESARIAIS PODE SER INCONSTITUCIONAL

outubro 16th, 2009

As mudanças propostas através das RN’s 195 e 200 que alteram as condições dos Planos empresariais Coletivos e Adesão, podem ser inconstitucionais. A ANS prorrogou mais uma vez para o dia 03 de novembro próximo a obrigatoriedade das adequações as novas condições. Aparentemente a ANS ( Agência Nacional de Saúde Suplementar), orgão subordinado ao ministério da saúde e com a função  fiscalizadora do setor, esta encontrando obstáculos que estão fazendo com que as novas regras possam entrar em vigor. Pela segunda vez é prorrogado o prazo. Isto demonstra no mínimo a falta de segurança dos responsáveis por estas mudanças. Se não fosse assim já estaríamos regidos desde 15 de agosto passado pelas novas regras. Agora se discute  no meio juridico ato(s) inconstitucionai(s) que podem vir a adiar novamente caso se empretem ações jurídicas de questionamentos.  Como já dissemos anteriormente  a ANS demorrou para olhar o tema que se discute nessas Rn’s,  mas não nos convenceu  da forma e condições propostas. Ainda temos dúvidas de quanto vai custar para nossos bolsos tais mudanças, só podemos garantir que a conta certamente será nossa ( usuários de planos de saúde). Entendemos que está havendo discriminação de categorias profissionais na elegibilidade proposta, falta de senssibilidade para com os aposentados e pencionistas que não poderão mais obter os planos por adesão através de suas associações de classe, mudanças que alteram as condições de contratos firmados antes da promulgação e outras coisas, mas vamos dizer que isso ainda vai dar muito pano para mangas. No final das contas tudo indica que a ANS tem um interece evidente em obrigar o maior número de pessoas possível a migrarem para os planos individuais e assim gastarem mais de seu orçamento com a saúde suplementar. Não podemos nos esquecer que o direito a saude é constitucional e até hoje os governos não conseguiram resolver os problemas, por isso pagamos planos de saúde carríssimos. Agora parece que querem também comprometer mais ainda nossos recursos financeiros atribuindo as operadoras obrigações que nos fará pagar as contas.

E dentro ainda deste tema onde no final nós é que vamos pagar as contas, no dia 09 de outubro, foi publicado no Diário Oficial da União , o nome de duas pessoas que já tiveram cargos executivos dentro de empresas de planos de saúde para ocuparem dois dos cinco mais altos cargos da ANS que novamente frisamos, tem o objetivo de fiscalizar as operadoras. Onde está a chamda ética e transparência.  Será que tem interesses de operados por trás destas nomeações, será que está acontecendo um processo de inflitração no orgão de tem como obrigação nos proteger de abusos e falta de atendimento, será que tudo isto tem alguma coisa com as eleições de 2010. É impossível afirmar qualquer coisa, mas podemos dizer que é muito suspeito, a defesa que nosso ministro da saúde vem fazendo em relação a estas nomeações. Será que o SENADO também vai aprovar as nomeações? São muitas mudanças significativas que envolvem grandes interesses  em final de mandato, não é.

 


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ANS PUBLICA RANKING DE RECLAMAÇÕES DAS OPERADORAS REFERENTE AO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2009

setembro 28th, 2009

ranking1Veja se a operadora que você vem confiando sua saúde e seu (patrimônio) esta  no ranking de reclamações publicado pela Agência Nacional de Saúde, referente ao primeiro semestre de 2009. se estiver significa que de alguma forma e por algum motivo, tiveram usuários que passaram por algum tipo de supresa quando precisaram do convênio médico.



Link para operadoras de grande porte (acima de 100 mil usuários) – 64 operadoras mencionadas

http://www.ans.gov.br/portal/site/indicedereclamacoes/indicedereclamacoes_resultado.asp?indice=grande..

Link para operadoras de médio porte (acima de 20 mil até 100 mil usuários) – 104 operadoras mencionadas.

http://www.ans.gov.br/portal/site/indicedereclamacoes/indicedereclamacoes_resultado.asp?indice=medio

Link para operadoras de pequeno porte ( até 20 mil usuários) – 86 operadoras mencionadas.

http://www.ans.gov.br/portal/site/indicedereclamacoes/indicedereclamacoes_resultado.asp?indice=pequeno

Destacamos que estes índices apresentados pela ANS, referem-se somente aos usuários que registraram suas queixas junto à agência. Porém acreditamos que a grande maioria dos usuários que passam por problemas com seus planos de saúde, não registram suas reclamações  perante ao orgão. Se faz necessário efetivar a reclamação, para que as operadoras se sintam incomodadas com estas publicações e busquem melhorar seus serviços prestados.

Envie esta matéria para seus amigos .

Fique de olho!




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DÚVIDA: Simone alexsandra Dias Da Silva ( Plano da CESP)

setembro 25th, 2009

Assunto: Dúvidas
Nome completo: Simone alexsandra Dias Da Silva
Telefone: 19 88016373
E-mail: simonealexsandra@yahoo.com.br
Mensagem: No dia 24/06/2009 realizei uma Histerospingografia onde diagnostico foi :
Obstrução bilateral Tubaria cotte: negativo

Meu GO Carlos Politano , me indicou como tratamento Videolaparoscopia para desobstrução (tubária). Cod do procedimento Cod : 31307060 guia de internação numero 021762.

O convenio Fundação Cesp Plano AMH apto/odonto não aprovou sob a alegação que não cobre tratamento de infertilidade, mais a algum tempo assiti no jornal hoje ( rede globo) que a desobstrução de trompas seria obrigatoria a cobertura alem de outros procedimentos.

AUSSESP : Simone, realmente você viu matérias na falando sobre inclusão de novos tramentos a respeito da questão, isso foi bem divulgado. Porém o que está gerando sua negativa de coberto não é a cobertura do problema e sim o tipo de procedimento ( videolaparoscopia para desobistrução Tubária), este procedimento não está elencado no rol de prodedimentos da ANS.  Isso não quer dizer que não possamos tentar encontrar uma saída, para isso será necessário confirmar alguns dados sobre o seu convênio: Se seu plano é regulamentado 9656/98, se informe na sua operadora. Aguardamos sua resposta.

 

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Comunicado Importante aos Usuários da Unimed Paulistana

setembro 24th, 2009

 No último dia 21 de outubro foi divulgado no DOU ( Diário Oficial da União) pela ANS ( Agência Nacional de Saúde Suplementar) a instauração do regime de DIREÇÃO FISCAL a UNIMED PAULISTANA. Isso acontece quando ANS constata irregularidades na área administrativa e ou financeira da operadora. Durante um período determinado a agência de saúde nomeará interventores que  irão acompanhar de perto suas operações a fim de conseguirem constatar a real situação do problema e o que deve ser feito em seguida.

A Unimed Paulistana possue atualmente cerca de 750 mil usuários e é considerada uma operadora de grande porte, porém pode se tornar ou não um risco real para seus usuários, depende do que for apurado durante o período de intervenção.

Este momento deve ser acompanhado atentamente por seus usuários, sem pânico, mas com atenção. Estaremos divulgando outras informações quando existirem.

Caso haja falta de atendimento os usuários desta operadora, nos avisem e podem contar com nosso apoio.

Fique de olho.



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CUIDADO A GRIPE SUÍNA EMBORA NÃO SEJA MAIS MANCHETE, AINDA PODE SER FATAL. Quase mil pessoas já morreram no Brasil.

setembro 23rd, 2009

Hoje 23 de setembro, estamos alertando sobre os cuidados que ainda devem ser mantidos para se evitar o contágio do vírus H1N1 ( GRIPE SUÍNA). Embora a imprensa não esteja mais tão a fio sobre este tema, o risco ainda existe e inúmeras pessoas estão morrendo no Brasil. Por isso continue se precavendo e evitando lugares fechados e lavando as mãos com frequência.  Os números oficiais, que parecem não demonstrar a real situação desta doença, demonstra uma assustadora taxa de mortalidade. Algo em torno de 10 % (dez por cento) do total de pessoas que se contaminaram no pais, morreram. Isto é algo assustador. O orgão governamental que contabiliza e divulga os números oficiais, deixou de apresentar o índice semanalmente e passará a divulgar uma vez por mês. Porque ? Sabemos que ainda estão morrendo muita gente e deveríamos estar sendo informados pelo ministro da saúde sobre a realidade e ações que estão e estarão sendo tomadas, incluse para o proximo período  crítico, abril de 2010. Este silêncio todo é defesa ou estratégia?

Diziam que percentualmente a gripe convêncional era mais virulenta ou mortal que a suína, porém os números desmentem estas afirmações, a convêncional entre 3 a 3,5 por cento e a suína está em quase dez por cento. Verdade ou Mentira?

Os próprios médicos estão assustados e preocupados por não saberem como agir e não possuírem recursos técnicos para um diagnóstico rápido que evite o agravamento da doença.

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Fique de Olho!




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DENÚNCIA CONTRA HOSPITAL MADRE THEODORA DE CAMPINAS

setembro 23rd, 2009

DIREITO DE RESPOSTA DO HOSPITAL MADRE THEODORA DE CAMPINAS A DENÚNCIA DE 23/09/2009 REALIZADA PELA SRA. MARIA LÚCIA MENDONÇA DE BARROS.

Resposta:

por : DANIELLE CARVALHO
D&D Assessoria de Comunicação

O Hospital e Maternidade Madre Theodora vem por meio desta refutar as afirmações feitas pela  Sra. Maria Lucia Mendonça de Barros e prestar esclarecimentos. Ressaltamos que o Hospital é qualificado como uma instituição Acreditada Plena. Esta avaliação é promovida a cada oito meses pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), uma entidade não governamental, reconhecida pelo Ministério da Saúde, que monitora a qualidade do atendimento hospitalar buscando a excelência em seus procedimentos. Este certificado garante segurança e humanização para os pacientes e profissionais, qualidade na assistência e a melhoria contínua em todos os procedimentos e, pelo Hospital ser constantemente auditado, asseguramos que o tratamento em todos os nossos setores, incluindo a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), citada pela Sra. Maria Lucia, tem nível de excelência. Em 30 de junho de 2009 nossa UTI foi avaliada pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG) e em 4 de fevereiro de 2010 pelo médico fiscal do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), Dr. Mauro A. Crippa Jr. e todos os procedimentos estavam de acordo com o padrão de qualidade exigido pela ONA e todas as legislações vigentes, ressaltamos também que o número de funcionários – enfermeiros e técnicos de enfermagem – é adequado e corresponde ao determinado pela Sociedade Brasileira de Medicina Intensiva. Nossos pacientes também são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por psicóloga, assistente social, nutrólogo, nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudióloga, estomoterapeuta, farmacêutica, entre outros profissionais.

 Nossa UTI possui um posto de enfermagem centralizado e que permite que médicos intensivistas, enfermeiros e técnicos em enfermagem tenham uma visão panorâmica e sem obstáculos de todos os leitos. Também contamos com um sistema moderno, informatizado e interligado em rede, que permite um monitoramento do estado de nossos pacientes em tempo real. A qualquer pequena mudança no quadro, a tela da rede automaticamente informa o médico no posto, ou seja, não existe a menor possibilidade de um paciente não ser atendido ao mínimo chamado.

A nossa visão é prestar atendimento médico hospitalar com qualidade e excelência, promovendo saúde aos nossos clientes e, portanto, o hospital prima pelo tratamento humanizado em todos os setores, inclusive em nossa UTI, que é referência na região por possuir baixa taxa de permanência, mortalidade e baixo índice de infecção hospitalar. De catorze hospitais avaliados quanto ao risco de infecção hospitalar na Região Metropolitana de Campinas (RMC) apenas quatro foram aprovados em análise realizada pelo CREMESP em Campinas, entre eles o Hospital e Maternidade Madre Theodora, esse fato em si já descaracteriza qualquer afirmação quanto aos procedimentos de higiene, pois os mesmos estão absolutamente dentro dos padrões exigidos, tanto em nosso setor de UTI, quanto nos quartos e banheiros das demais alas.

Em 03 de agosto fui ao Hospital Madre Theodora, localizado à rua José Geraldo Cerebrino Christófaro, 175, Parque das Universidades, Campinas- SP, onde no setor de Hemodinâmica fiz um Cateterismo com o DR. Pablo Tomé Teixeirense.

Se minha permanência se tivesse restringido ao setor de Hemodinâmica, teria saído do referido hospital com as melhores impressões possíveis, pois, tanto as instalações, como a aparelhagem, mais o profissionalismo competente de toda equipe,aliados a competência e brilhantismo do DR. Pablo, merecem nota mil!

Aconteceu, no entanto, que enfartei no decorrer do procedimento! Literalmente salva pelo DR.Pablo, fui encaminhada à UTI, onde fiquei 12 dias, totalmente lúcida, podendo ver, e, principalmente sentir,a má qualidade desse setor, onde os enfermeiros, sempre em número reduzido: 1 ou 2 por turno são bons, mas os técnicos de enfermagem, também em número reduzido, e com poucas exceções, são mal treinados, pouco profissionais, incompetentes no trato com os pacientes, deixando clara a inexperiência, infelizmente aliada a má vontade,a ponto de um deles, ao medir minha temperatura informar que era de 37,8, mas que isso não era febre! Informei a ele que além de não estar me sentindo bem, me sentia com febre, com muito frio e com uma tosse seca, que por favor chamasse o médico. Ele se recusou a faze-lo, apesar da minha insistência, continuando a afirmar que eu estava muito bem, e que teria uma noite tranqüila, pois estava trazendo mais um cobertor pra mim! A noite foi muito difícil, e, pela manhã constataram que eu estava com pneumonia, que pelo relatado teve grande atraso no início do tratamento, que é extremamente grave, principalmente pela minha idade: 68 anos.

A referida UTI, não tem campainha ou luz para se chamar os atendentes: é no grito, informação dada pelos próprios, só possível pra quem consegue gritar! Em conseqüência da pneumonia, além de antibiótico, comecei a tomar dose grande de diuréticos,necessitando urinar com mais freqüência, até aparecer alguém que atendesse aos meus chamados, corria o risco de molhar a cama! Pedi  que colocassem a comadre em cima da cama, ao alcance de minhas mãos, pois mesmo enfrentando dificuldades, pelo uso restrito dos braços conseguia coloca-la,e até retira-la algumas vezes.

E,foi por aí que percebi que a higiene lá,não é levada a sério: quando caia um pouco de urina no forro da cama,aquele que fica em cima do lençol de baixo, exatamente pra ser trocado rapidamente, só o era uma vez por dia!

Outro exemplo: uma noite tive vômitos, no 1º fizeram as trocas, mas no 2º,ouvi reclamações, grosserias,e, acordei na manhã seguinte deitada em cima de vômito seco!

Ao que tudo indica, essa falta de higiene provocou escara e uma infecção urinária, que só foram tratadas em minha casa.

Os banhos, tanto os dados na cama, como em cadeiras no banheiro, eram mal dados, não respeitando os limites dos doentes, sendo bruscos e feitos com muita pressa.

Respeito ao descanso, ao sono: inexistentes, por volta das 05H00, atenção da madrugada,os encarregados da limpeza faziam o recolhimento do lixo, fazendo um barulho assustador.

Outro detalhe importante: algumas vezes fui atendida por técnicos de enfermagem de outros setores do hospital, ali substituindo, com total desconhecimento de UTI.

Cenas dantescas assisti, entre outras: um homem no leito em frente ao meu, recém operado de câncer na garganta e com traqueotomia, desesperado tentava chamar um atendente agitando os braços, já que não podia falar e muito menos gritar! Foram inúmeras as vezes que fiz o chamado para que fosse atendido, apesar de ser necessário gritar, no mínimo 3 vezes, para aparecer alaguem!!!

Outro fato que chocou-me´foi esquecerem a porta aberta do isolamento, onde estava um doente com a gripe H1N1! O fato foi descoberto por uma enfermeira que passou em frente e assustada gritou, enquanto fechava a porta: Quem largou essa porta aberta? Pergunto: houve conseqüências?

Referente aos técnicos de laboratório: um deles ao vir colher sangue queria faze-lo por uma veia comum quando informei que tenho acesso difícil e que estava com cateter na jugular, por onde estavam colhendo sempre, resposta recebida: não sei colher pelo cateter! Pedi que chamasse alguém que soubesse, pois colher via veia comum eu não aceitava. Ela chamou um enfermeiro da própria UTI que fez a coleta.

Uma UTI, que atende a doentes graves, muitos inconscientes, muitos terminais,deve ser um lugar super bem cuidado, onde impere o respeito humano, a solidariedade, o amor, o profissionalismo, nunca uma fábrica de STRESS! Em conseqüência do exposto, é chocante testemunhar tudo isso.

 

Ao ser transferida da UTI, para o setor hospitalar, causou-me profunda estranheza não disporem de toalhas de rosto e de banho, informando que deveriam ser trazidas de casa. Por melhor e mais cuidadosamente que sejam lavadas em casa, não tem a higienização, que suponham tenham, quando preparadas para uso hospitalar, podendo chegar contaminadas  ao hospital. Isso deixou  a impressão que gastar menos, é mais importante que o paciente, que valoriza o TER mais que o SER! Triste muito triste.

O banheiro desse apartamento, embora com aparência limpa tinha um cheiro horrível, ao chamar a encarregada da faxina, ela me informou que a vedação da bacia estava gasta,vazando paro o piso a água suja e obviamente contaminada.Falta de manutenção? Descaso? Incompetência?

 

Relato tudo isso por respeito, principalmente em nome daqueles que desconhecem seus direitos, que não sabem reclamar, na esperança que os responsáveis acordem, que suas consciência despertem, que o BEM supere o MAU.

 

Maria Lúcia Mendonça de Barros

 

RG 2 390 531   SSP/SP

AUSSESP : Já entramos em contato pelo site do hospital sobre esta reclamação .

Lembramos que se a instituição quiser se pronunciar a respeito, também publicaremos sua resposta. Nossa missão é divulgar com responsabilidade e também só divulgarmos  depois de termos entrato em contato com o reclamante.

AUSSESP : O HOSPITAL MADRE THEODORA ENTROU EM CONTATO COM A AUSSESP NO DIA 29 DE ABRIL DE 2.010, através de sua assessora de imprensa Sra. Daniele que ficou de nos enviar a resposta sobre o assunto acima. 

Agradecemos pela atenção, embora ocorrida somente seis meses depois.

Estamos aguardando o pronunciamento e assim que recebermos a resposta será publicada. ( 31/03/2.010)

WEBSITE- AUSSESP


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INFORME AUSSESP – DÊ SUA OPINIÃO / ANS ABRE CONSULTA PÚBLICA

setembro 23rd, 2009
hands_g3A AUSSESP CONVIDA TODOS SEUS ASSOCIADOS, USUÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE E ESPECIALMENTE:

MÉDICOS EM GERAL, PSICÓLOGOS, FONOAUDIÓLOGOS, NUTRICIONISTAS  E DENTISTAS A OPINAREM SOBRE ESTA CONSULTA PÚBLICA.

Com o fim de conhecer as demandas genuínas dos protagonistas para balizar suas decisões, a ANS disponibiliza as Consultas Públicas para comentários e sugestões dos interessados.

                                          Consulta Pública nº31                                 

( abertura 08/09/2009, encerramento 08/10/2009).

Objetivando conhecer as demandas de outros atores do setor de saúde suplementar, é a realização desta consulta pública, para a consolidação da atual proposta por meio de ampla participação da sociedade. Assim, esperamos que com as reuniões do grupo técnico e a consulta pública, a atual revisão do rol se realize com a colaboração ampla de todos os interessados, em um processo transparente  e participativo. “fonte – ANS”





Resolução Normativa que dispõe sobre a atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde , que constitui a referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos privados de assistência à saúde, contratados a partir de 1º de janeiro de 1999, fixa as diretrizes de Atenção à Saúde e dá outras providências.

Se você tem plano de saúde ( usuário) ou é prestador de serviços da saúde esta consulta pública é de seu interesse, além de estabelecer  um rol mais adequado de coberturas aos convênios, também contribui para o profissional da saúde poder tratar seus pacientes mais adequadamente.

Entre as competências legais da Agência Nacional de Saúde Suplementar, definidas no Art. 3 da Lei nº 9.961/98, está a elaboração de um Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde que constitui a referência básica para a cobertura assistencial mínima obrigatória pelos planos privados de assistência à saúde.

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS REFERENTE À ELABORAÇÃO DE RESOLUÇÃO NORMATIVA  ATUALIZANDO O ROL DE PROCEDIMENTOS E EVENTOS EM SAÚDE

Este Rol garante e torna público o direito assistencial dos beneficiários dos planos de saúde, contemplando os procedimentos considerados indispensáveis ao diagnóstico e tratamento de todas as  doenças que compõem Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, da Organização Mundial de Saúde, conforme disposto na Lei 9.656/1998.

A atual revisão tem como ponto fundamental reunir diversos normativos sobre coberturas assistências que ainda se encontram dispersos, tais como: O Rol Odontológico, que se encontra em resolução específica (RN 154/07), a Resolução CONSU 11/98 sobre as coberturas aos transtornos mentais, a Resolução CONSU 12/98 sobre tópicos específicos sobre transplantes de órgãos na saúde suplementar, a RN 192/09 específica sobre planejamento familiar e as Súmulas Normativas SN 10/06, e SN 11/2007 que tratam respectivamente sobre a cobertura a complicações de
eventos não cobertos e a atuação dos cirurgiões dentistas
. Essa proposta objetiva dar maior transparência às coberturas obrigatórias, bem como facilitar o seu acesso pelo conjunto da sociedade.

Esta atual revisão, atualmente em curso, visa não apenas editar uma lista mais adequada em termos de conteúdo, organização e nomenclatura como também induzir a mudança de um modelo assistencial ainda predominantemente curativo, médico-centrado e com alto consumo de tecnologias, de modo a garantir uma cobertura assistencial adequada às necessidades de saúde dos beneficiários dos planos privados de assistência à saúde. Além disso, a inclusão de procedimentos de comprovada segurança e eficácia e a retirada daqueles já obsoletos é de grande importância, uma vez que, o avanço do conhecimento na área da saúde é acelerado e para acompanhá-lo, é necessário que ocorram revisões periódicas da cobertura mínima obrigatória.

Para a atual revisão do Rol foi constituído um Grupo Técnico com representantes da Câmara de Saúde Suplementar, de diversos setores da ANS e de algumas entidades convidadas.

Foram realizadas reuniões com este grupo durante todo o primeiro semestre de 2009. Nessas reuniões foram discutidas o texto da nova proposta de Resolução Normativa, as mudanças previstas para as diretrizes de utilização e para o conteúdo do Rol, incluindo também os procedimentos odontológicos, incorporados em uma listagem única e as coberturas em saúde mental.

Essas reuniões foram de extrema importância para o processo, uma vez que alem de conferir transparência e legitimação, permitiu troca de conhecimento e experiências entre os atores do setor.
Todas as reuniões, atas, apresentações e contribuições estão disponíveis no sitio da ANS em: http://www.ans.gov.br/portal/site/roldeprocedimentos/roldeprocedimentos_hotsite.asp.


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RECLAMAÇÃO : AUMENTO NA MENSALIDADE (AMEPLAN)

setembro 22nd, 2009

Assunto: Reclamações
Nome completo: Andreza Ferreira da Silva
Telefone: 3592-6505
E-mail: Andreza.Silva15@hotmail.com
O meu pai tem um convênio chamado Ameplan feito pela associação pharo estou com um sério problema o convênio teve um aumento abusivo de 132.24 para 190,00 a pharo me enviou por email copia da liminar a juiza proibe o aumento só que a ameplan não da explicações e não quer cancelar o boleto com valor abusivo enviando o novo boleto com valor antigo tem muitos idosos reclamando só que estamos sem saber o que fazer preciso de ajuda telefone onde já entrei em contáto por várias vezes sem solução 5633-6030 /5633-6010 /5633-4670

AUSSESP : O plano que seu pai possue por ser  Empresarial Coletivo por (Adesão), não é regulado pela ANS, ficando a critério da Associação a negociação em nome de todos os beneficiários. Se a associação aceitou o valor do reajuste, não tem o que ser feito. Como você diz que existe um liminar que proíbe o reajuste, procure a associação e se for o caso façam os pagamentos em juízo.

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BRADESCO SAÚDE É CONDENADA NO TJ/SP À PAGAR (QUIMIOTERAPIA COM REMÉDIO IMPORTADO EM CASA )

setembro 22nd, 2009

JUSTIÇAO fornecimento de medicamentos importados em casos de doença grave é obrigação do plano de saúde, de acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo. A corte manteve uma decisão que obrigou a Bradesco Saúde a reembolsar R$ 76,7 mil a um segurado.       O dinheiro foi gasto na compra de remédios para tratamento de câncer. A seguradora havia alegado que o custeio não estava previsto na cobertura do convênio médico, mas os desembargadores paulistas entenderam que, como o contrato previa o tratamento, isso incluía qualquer medida necessária. A decisão foi publicada no dia 11 de setembro de 2009.

Os remédios questionados são usados na quimioterapia do paciente A.C. C. N. Segundo a defesa do segurado, os remédios Torisel, Sutent, Nevaxar e Avastin não são vendidos no Brasil, mas foram a única alternativa dada pelos médicos para o tratamento de um câncer renal diagnosticado em 2005 e já em grau avançado.

Desde a descoberta da doença, o segurado teve todos os pedidos de reembolso negados pela Bradesco Saúde, segundo seu advogado, J. C. C. “A recusa das operadoras em custear medicamentos importados é indevida e contraria as disposições previstas no Código de Defesa do Consumidor, sobretudo quando não há remédios disponíveis para o tratamento da doença no Brasil. A quimioterapia deve ser coberta integralmente pela empresa de assistência médica”, diz.

A Lei 9.656/98, no entanto, desobriga os planos a fornecer medicamentos não-nacionalizados e os que são administrados na residência do paciente, conforme o artigo 10. As operadoras também não precisam cobrir custos com tratamentos experimentais, procedimentos estéticos, de rejuvenecimento ou emagrecimento, inseminação artificial e próteses. A empresa alegou que o Código de Defesa do Consumidor não poderia se aplicar ao caso de forma direta, já que os serviços de saúde são regulamentados por lei específica, a Lei 9.656/98.

Mesmo com as ressalvas legais, porém, o relator do processo no Tribunal de Justiça de São Paulo, José Percival Albano Nogueira Júnior, deu razão ao segurado porque o contrato de serviços incluía a quimioterapia e os medicamentos a serem usados foram prescritos pelo médico responsável pelo tratamento. “Referida exclusão contratual deve ser interpretada como não sendo aplicável àquelas situações em que a droga indicada seja, em si, um tratamento coberto”, disse o desembargador.

“Tais medicamentos são de suma importância para o tratamento oncológico do apelado e têm função de debelar o avanço das células cancerosas e embora não tenham similar nacional, são os únicos capazes de emprestar eficácia terapêutica ao tratamento”, afirmou Percival Nogueira. Os outros dois desembargadores da turma de julgamento da 6ª Câmara de Direito Privado, Encinas Manfré e Sebastião Carlos Garcia, concordaram com o relator. Em primeira instância, Correa Neto já havia conseguido sentença favorável em ação por danos materiais na 3ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros, na capital de São Paulo.

A Bradesco Saúde contestou o argumento, afirmando que a despesa causaria desequilíbrio econômico do contrato. Para o TJ-SP, o fato de o tratamento ser feito na casa do paciente já equivaleria a uma economia para o plano. “A exclusão contratual não se aplica, por representar procedimento menos oneroso para a ré”, afirmou Nogueira em seu voto.

A decisão repete uma tendência já mostrada antes pelo tribunal. Em 2002, a Unimed contestou uma sentença que a obrigava a custear o Temodal na quimioterapia de um segurado justamente porque o medicamento deveria ser tomado em casa. A 2ª Câmara de Direito Privado, porém, entendeu que isso não fazia diferença, já que fazia parte do procedimento coberto. “O medicamento corresponde ao próprio tratamento quimioterápico, para o qual inexiste restrição no pacto, pouco importando se feito em regime de internação em hospital ou na residência do paciente. Medida, aliás, até mais econômica para a prestadora dos serviços”, diz o acórdão publicado em 2005, no julgamento da Apelação Cível 257.025-4/9.

Pelo mesmo motivo, a 8ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP negou outra apelação da Unimed e a obrigou a fornecer o Xeloda/Capecitabina, ministrado por via oral no combate ao câncer. Segundo os desembargadores, não havia qualquer cláusula contratual expressa que excluísse a quimioterapia oral. A decisão, dada na Apelação 337.358.4/0-00, também saiu em 2005.

“Se o contrato não restringe a cobertura quimioterápica, sua interpretação logicamente será a mais favorável ao consumidor, nos termos do artigo 47 do Código de Defesa do Consumidor“, disse Percival Nogueira ao manter a condenação à Bradesco Saúde. Segundo ele, caso o procedimento não fosse coberto, o objetivo do contrato, que é a garantia da saúde, perderia o propósito. Por isso, a aplicação correta do CDC ao caso não é subsidiária, mas sim concorrente. “Tais remédios são as únicas formas atuais de garantir a vida do apelado. Daí a necessidade de cobertura.”

A operadora BRADESCO SAÚDE ainda pode recorrer ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

FIQUE DE OLHO!

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DÚVIDA: Paloma Marques Santos (MEDIAL SAÚDE)

setembro 21st, 2009

Assunto: Dúvidas
Nome completo: Paloma Marques Santos
Telefone: 93817029
E-mail: palomamarx@gmail.com
Mensagem: Prezados,

No dia 27/07 passei por uma consulta e fui sem a carterinha porém , a recepcionista falou que não tinha problema …e ligou na medial onde a consulta foi liberada …..no dia 10/09 retornei a mesma clinica e quando passei o meu nome o recepcionista falou que a consulta do dia 27/07 não foi paga pelo convenio……pedi para ele ligar de novo e falaram que o meu convenio estava inativo ….foi horrivel pq até a medial atender o tel……várias pessoas passaram na minha frente e parecia que queria aproveitar de um direito q ue nõa era meu……fui embora ..e pedi para o rh da empresa verificar ..depois de um tempo a resposta que tive foi que não pagaram pq fui sem carterinha e pq meu está como PALOMA SANTOS …SENDO QUE ME CHAMO PALOMA MARQUES SANTOS……a empresa ainda falou que o médico foi errado e eu que tenho que pagar a consulta do dia 27/07….acho isso um absurdo já que pago o convenio e quem passa os nomes para medial é a empresa …eu já tinha passado com o nome errado outras vezes pq essa é segunda vez que meu nome vem errado…..quero saber se existe alguma lei ou artigo que eu possa provar que quem tem que pagar a consulta é a empresa e o convenio !!

atenciosamente,

Paloma Marques Santos

 

AUSSESP – Paloma, seu caso é simples de ser resolvido, tratasse mais de um problema burocrático do que uma negativa de cobertura. Entre em contato pelo nosso telefone e te ajudaremos a resolver.

 

 

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AUSSESP INTERMEDIA A SOLUÇÃO DO TRATAMENTO DE MAIS UM ASSOCIADO

setembro 21st, 2009

A AUSSESP na semana passada intermediou com sucesso mais um caso onde a operadora se negava a garantir o tratamento prescrito de radioterapia para nossa associada.

Ela está começando hoje (21/9) seu tratamento  contra o câncer, integralmente por conta de seu convênio. Boa sorte

Estamos alcançando nossos objetivos na busca de solucionar de maneira rápida e eficaz a garantia a saúde de quem tem plano de saúde e na hora que precisa tem a terrível notícia que sua solicitação foi negada.

Deixamos aqui uma informação a todas as operadoras de planos de saúde. Cuidado ao alegarem pré- existência em contratos regulamentados, exitem regras para isso e maneira correta. Não cobrir o tratamento durante a investigação da alegação pode gerar  denúncia a ANS e se não comprovada, “o molho sairá mais caro que o peixe”.

Estamos de Olho!!!!!



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PLANO DE SAÚDE GEAP – SOLUCIONADO EM DOIS DIAS ÚTEIS

setembro 17th, 2009

 

 

Escrevemos em nome e nossa irmã Rita Balandis – 72 anos Aposentada por Invalidez Previdenciária desde 01/08/1987 – seu número de benefício 079.619.456-4. No início do ano foi constatado um câncer de mama – foi feita a remoção da mesma, oito seções de quimioterapia e no momento, conforme prescrição médica necessita de 33 aplicações de radioterapia. No Hospital em que foi inicialmente feito o tratamento (Instituto Brasileiro de Controle do Cancer) não é possivel fazer a radioterapia, pois o aparelho não suporta o peso dela (130 quilos) – a máquina suporta até 120 quilos.

Foi feito pedido ao GEAP (Fundação de Securidade Social) em 04/09/09 solicitando encaminhamento a uma unidade com disponibilidade adequada para o serviço, e nos foi dada a resposta verbal de que os lugares em que a GEAP mantem o Convênio não dispõe de tal máquina que suporte o peso da paciente. Reiteramos tal pedido em 11/09/2009 com seu número de inscrição 184838 em caráter de URGENCIA e uma resposta por escrito, e uma cópia do Contrato firmado com eles. A primeira foi protocolada pela Sra.A.J.S.S CRESS 36755/SP e a segunda recebida pela Sra. M.S. (Assistente Social).

Estranho que é pago mensalmente R$ 115,19 mais percapta autopatricínio R$ 60,00 e participação R$ 38,58 totalizando R$ 213,87 para quem ganha R$ 700,00 mensais, necessitar pagar uma consulta particular R$ 600,00, mais o custo do pacote de Radioterapia que pode ser de R$ 11.000,00 a R$ 25.000,00 (Consultei o A.C.Camargo) Tentei entrar neste Hospital pelo SUS e foi negado. No caso, seria o tratamento pago particularmente, o que não temos condições de fazer, e o reembolso seria conforme a taxa que eles pagam.

O tratamento tem carater URGENTE – é um câncer que já está nos ossos, e segundo o GEAP é o primeiro caso – estamos em um país onde o índice de obesos é alto – ela não tem culpa de estar nestas condições. Não se trata de estética -não está sendo pedido a reposição da mama por estética.

Paga-se um plano de saúde a vida toda, e na hora que necessitamos somos obrigados a pagar o pacote particularmente, e um Plano de Saúde patrocinado pelo Govêrno, pois ela foi Funcionária Pública.

Meu nome Romilda Balandis, RG. 4.196.385, sou irmã da paciente – meu telefone (011) 71800360 e minha irmã Rute Balandis, RG. 4.196.309-X – telefone (011) 96296750

 

AUSSESPEste caso já foi resolvido pela GEAP que indicou o local onde o tratamento será realizado. Aproveitamos para destacar e agradecer as pessoas que nos atenderam nesta operadora pela rapidez que resolveram o problema e principalmente pela seriedade demonstrada.

Problema solucionado em dois dias úteis após nosso contato.

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Sobem para 512 no Brasil as Mortes por H1N1 (Gripe Suína)

agosto 26th, 2009

gripe-suana-nas-ruasSubiu para 512 nesta terça-feira, o número de mortes pela gripe H1N1 no Brasil com novas confirmações em Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. O Brasil já responde por cerca de 20% do número de mortes pela nova gripe no mundo (dados da Organização Mundial de Saúde – OMS), divulgados na sexta-feira.

Na sexta-feira o Brasil já era o segundo país com maior registro de mortos pela nova doença em números absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos, e à frente da Argentina e do México (origem da pandemia global da doença).


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H1N1 (Gripe Suína): 421 Óbitos no País

agosto 21st, 2009

gripe-suana-filaNesta quarta-feira última (19/08) foram confirmadas novas mortes ligadas à gripe H1N1 no Rio Grande do Sul e o Paraná. Conforme informado pelas Secretarias Estaduais de Saúde, a doença já causou, pelo menos, 421 óbitos no país.
Na quarta-feira, o Ministério da Saúde havia confirmado 368 mortes até 15 de agosto. No Paraná, Estado mais atingido pela nova gripe no Sul do país, são 119 mortes após a confirmação de 12 óbitos. O Rio Grande do Sul registrou seis novas vítimas e agora soma 84 óbitos. Em Minas Gerais, foram confirmados seis mortes no Estado, ante sete no balanço do ministério.
Nesta quarta-feira, Santa Catarina confirmou a décima morte pelo vírus, no município de Concórdia. Esta vítima já havia sido contabilizada pelo ministério.
São Paulo é o Estado mais atingido pela gripe, com 151 óbitos. Rio de Janeiro teria 45 óbitos, segundo o ministério, mas a secretaria Estadual confirmou a morte de 43 pacientes.
Adiminuição no número absoluto de casos graves pelo novo vírus na última semana pode ser um indicativo preliminar de que a doença pode estar recuando no país conforme considera o Ministério da Saúde.
O Brasil é o terceiro país com maior número de mortes pela doença no mundo,  já a frente do México, ficando atrás dos Estados Unidos e da Argentina.
Também foram confirmadas mortes no Paraná (107) e Paraíba (2). Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco e Rondônia tiveram uma morte cada, de acordo com as secretarias Estaduais de Saúde destes estados.

 

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Influenza A H1N1: Anvisa suspende propaganda de antigripais

agosto 19th, 2009

gripe-suina-azulEstão suspensas temporariamente, em todo território nacional, as propagandas de medicamentos a base de ácido acetilsalicílico e, também, de medicamentos destinados ao alívio dos sintomas da gripe, como o paracetamol, a dipirona sódica e o ibuprofeno. A Resolução 43/2009 (PDF) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (14), é válida para todos os meios de comunicação de massa, inclusive a internet.

A medida da Agência leva em consideração os dados do último Informe Epidemiológico emitido pelo Ministério da Saúde, no dia 11 de agosto, onde se observa que, dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave notificados e confirmados laboratorialmente para influenza, 77% são causados pelo vírus H1N1.

Embora produtos atingidos pela medida tenham sua eficácia e segurança bastante conhecidas e possam ser úteis no tratamento dos sintomas da gripe, a intenção da Anvisa é que o uso desses medicamentos seja absolutamente criterioso, pois pode mascarar sintomas importantes para a realização do diagnóstico preciso de pessoas infectadas pela nova gripe.

A suspensão permanecerá válida enquanto existir situação especial de risco à saúde. A norma suspende, ainda, o uso de qualquer técnica de comunicação para promoção desses medicamentos, inclusive, a presença de propagandistas em estabelecimentos de comércio varejista de produtos farmacêuticos.

Fonte: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

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Adiada 2ª etapa de vacinação contra a pólio para o dia 19 de setembro

agosto 14th, 2009

vacina-polioA decisão foi tomada para que o sistema de saúde possa atender com maior tranqüilidade aos pacientes com suspeita de influenza

A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite será realizada no dia 19 de setembro. Inicialmente prevista para 22 de agosto, a mudança na data não comprometerá a saúde das crianças nem o efeito protetor da vacina aplicada na primeir